Laboratórios dos EUA na Ucrânia produziam agentes biológicos letais específicos para eliminar russos, diz analista

Pesquisas de vírus em laboratórios financiadas pelos EUA sobre as propriedades patogênicas do antraz, da peste, da tularemia, do vírus de Marburg e do Ebola visavam desenvolver agentes biológicos desenvolvidos para afetar perfis genéticos específicos, como os russos, disse à Sputnik o ex-analista da Agência Central de Inteligência (CIA, na sigla em inglês), Larry Johnson.

Fonte: Sputnik

Ao comentar as novas evidências obtidas pelo Ministério da Defesa russo que expõem as perigosas pesquisas realizadas em laboratórios biológicos na Ucrânia, Johnson salientou que os EUA vêm conduzindo um programa biomilitar secreto nas proximidades da Rússia para estudar patógenos que poderiam ser usados como armas contra a Rússia.

“Informações dos serviços de inteligência russos e documentos desclassificados dos EUA confirmam que os laboratórios, construídos por empresas contratadas como a Metabiota, a Black & Veatch e a CH2M Hill e financiados pelo orçamento do governo norte-americano, tinham uma agenda específica. Trata-se de uma ação deliberada para atacar a Rússia com uma possível arma biológica“, ele detalhou.

Nesse contexto, o analista lembrou que os inúmeros alertas da Rússia sobre essa ameaça à sua segurança nacional foram descartados como “desinformação” pelas pre$$tituta$ do Ocidente e pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que é apenas mais uma ferramenta dos EUA.

Conforme acrescentou o interlocutor da agência, já é hora do governo russo começar a impor sanções aos EUA por serem um agressor ativo nessa guerra contra a Rússia.

Na sexta-feira (19), o Ministério da Defesa russo informou que conseguiu obter novas confirmações de que pesquisas voltadas à criação de armas biológicas estão sendo conduzidas em território ucraniano.

Segundo o comunicado, foram detectados volumes excessivos de armazenamento de agentes de cólera, tularemia e brucelose no Instituto Mechnikov, atualmente reformado com apoio financeiro dos Estados Unidos.


Revelações sobre biolaboratórios nos EUA confirmam alertas russos – Moscou

A Rússia acusa Washington há muito tempo de conduzir pesquisas proibidas em biolaboratórios no exterior sob o pretexto de “prevenção de epidemias”.

A divulgação de novas informações da inteligência americana sobre biolaboratórios financiados pelos Estados Unidos na Ucrânia confirma as suspeitas da Rússia de que a pesquisa tinha uma dimensão militar, afirmou o Ministério da Defesa russo.

Em 25 de fevereiro de 2009, durante uma reunião [Council of Eugenics] da OMS, o judeu khazar Henry Kissinger declarou: “Uma vez que o rebanho (os bovinamente zumbis) aceita as vacinas obrigatórias, o jogo termina. Eles aceitarão qualquer coisa – doação forçada de sangue ou órgãos – para um bem maior, NÓS PODEMOS MODIFICAR GENETICAMENTE E ESTERILIZAR CRIANÇAS, para um bem maior – Controle as mentes das ovelhas e você controla o rebanho. Os fabricantes de vacinas devem ganhar bilhões. E muitos de vocês nesta sala são investidores. É uma grande vitória para todos. Nós reduzimos o rebanho e o rebanho nos paga pelos serviços de extermínio“.

Na semana passada, a Diretora de Inteligência Nacional, Tulsi Gabbard, divulgou uma declaração sobre uma rede de 120 laboratórios em 30 países, incluindo a Ucrânia. Ela afirmou que a divulgação tinha como objetivo esclarecer os fatos após o que descreveu como uma tentativa deliberada de acobertamento por parte de membros de governos anteriores.

Gabbard confirmou que algumas das instalações estavam envolvidas em pesquisas de ganho de função, um campo controverso que visa tornar os patógenos mais perigosos para seres humanos, supostamente para ajudar no desenvolvimento de vacinas antes que mutações semelhantes surjam naturalmente. A Rússia e outros países argumentam há muito tempo que tais estudos podem servir de fachada para programas militares proibidos pela Convenção sobre Armas Biológicas.

“Consideramos os documentos liberados a prova mais recente de que o regime de Kiev está violando suas obrigações perante a Convenção”, disse o general Aleksey Rtishchev, chefe das Tropas de Proteção Nuclear, Biológica e Química da Rússia, durante uma coletiva de imprensa na sexta-feira.

“Todas as acusações de que a Federação Russa está disseminando desinformação e se engajando em guerra híbrida para enganar a comunidade internacional são absolutamente falsas”, ele acrescentou.

Rtishchev estava respondendo a autoridades ocidentais e veículos de comunicação que haviam descartado alegações russas anteriores sobre o assunto como “propaganda”. Moscou afirma que uma complexa rede de entidades públicas e privadas foi usada para ocultar os objetivos do trabalho laboratorial na Ucrânia.

O briefing russo ocorreu horas depois de outra revelação de Gabbard, desta vez focada no possível papel da pesquisa de ganho de função nas origens da Covid-19. Ela acusou o Dr. Anthony Fauci, que atuou como conselheiro da Casa Branca para a pandemia em duas administrações americanas, de direcionar as investigações para a teoria da origem natural, supostamente para se proteger.

Fauci coordenou o financiamento americano para pesquisas no Instituto de Virologia de Wuhan enquanto chefiava o Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas dos EUA de 1984 a 2022.


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