Pare de imaginar Distopias: podemos criar um futuro no estilo Jardim do Éden (Sem deuses Anunnaki)

Observe as histórias que nos contam sobre o futuro — na televisão, nos filmes, nos livros. Quase todas são Distópicas. Cidades de populações controladas, ecossistemas em colapso, máquinas superando humanos. Visões positivas são tão raras que parecem quase radicais. E se isso não for acidental? E se nossos pensamentos, discursos, crenças e ações — todos os quais moldam a realidade em que vivemos — estiverem sendo treinados para imaginar e assim criar o nosso próprio colapso?

Fonte: The Epoch Times

Quando somos constantemente alimentados com visões de destruição, isso estreita o escopo do que achamos possível criar como nossa realidade.

E quando não conseguimos imaginar nada além da distopia, paramos de construir algo melhor.

Quando entendi pela primeira vez o poder da agricultura regenerativa, algo mudou. Pela primeira vez em anos, senti esperança genuína. Essa esperança foi forte o suficiente para me levar a mudar toda a minha vida.

Deixei o conforto e a conveniência para trás e me dediquei à agricultura. Não aconteceu da noite para o dia, e eu não fazia ideia de como seria difícil. Mas aqui estou eu, vivendo uma vida por um futuro melhor para os meus filhos — e fazendo isso publicamente para que outros vejam que é possível.

Não precisamos permitir que nosso suprimento de alimentos seja consolidado nas mãos de algumas grandes corporações que não tem como meta os nossos melhores interesses.

Não precisamos ficar confinados em “cidades de 15 minutos” ou conectados a máquinas. E não precisamos venerar a eficiência quando ela nos deixa com menos tempo com a família, custos mais altos e sem tempo.

Podemos [e devemos] escolher outro caminho.

Mas tudo começa com a recusa em aceitar as histórias de colapso inevitável que nos estão vendendo.

No meu rancho, os hóspedes vêm passar a noite em uma de nossas pequenas casas, saborear uma refeição com alimentos frescos no restaurante ou caminhar pela propriedade comigo em um tour pela fazenda. Eles contemplam os campos repletos de vida de uma forma que a maioria das fazendas modernas não fazem. Eles veem animais, solo e pessoas em perfeita harmonia.

Experimentam alimentos cultivados a poucos passos de distância e muitos começam a entender a diferença. Levam essa visão para casa — o efeito cascata de perceber que algo diferente, melhor e mais saudável é possível de ser criado.

É por isso que convido as pessoas a pararem de ensaiar e fortalecerem distopias e começarem a imaginar futuros de abundância em meio a ambiente natural e saudável. Um futuro em que a agricultura familiar americana seja restaurada. Onde nosso solo e água sejam vivos e limpos. Onde nosso sistema alimentar nutra nossos corpos em vez de esgotá-los e/ou envenená-los .

Vejo a série de filmes como “O Exterminador do Futuro” [Terminator] como um aviso — mas um aviso que ninguém está dando ouvidos. Em vez de prestar atenção, corremos para conectar nossas mentes a chips e automatizar cada canto da nossa vida, fingindo que essas histórias são apenas ficção.

E a eficiência tecnológica, que constantemente nos é vendida como salvação, tornou-se sua própria armadilha. Em um mundo tecnológico onde tudo é mais eficiente [e mais estéril] do que nunca, por que estamos mais ocupados, mais estressados ​​e mais sobrecarregados do que nunca — como ratos em uma roda só tentando pagar as contas?

A eficiência tecnológica não deveria reduzir os custos e liberar mais do nosso tempo? Em vez disso, aconteceu o oposto. À medida que máquinas e sistemas se tornam mais eficientes, a vida humana se torna mais cara, automatizada e estéril. As famílias têm menos tempo juntas. As crianças são criadas por telas de smartphones. As pessoas estão esgotadas, isoladas e exaustas. Eficiência tecnológica sem sabedoria não nos liberta; ela nos escraviza.

A pergunta que as pessoas sempre fazem é: como fazemos essa mudança? Como realmente construímos um futuro diferente?

Não há uma resposta única.

Mas cada um de nós tem a oportunidade de cocriar esse futuro e dar passos em direção a ele. E todos esses pequenos passos, combinados, podem gerar uma grande mudança. Alguns comprarão terras e retornarão a um estilo de vida muito mais saudável no campo, em meio à natureza .

Outros se comprometerão a comprar apenas fazendas locais e a adotar a “dieta da pequena fazenda”. Alguns usarão sua influência para mudar a cultura nessa direção. Outros usarão seu dinheiro para ajudar empreendedores a abrir negócios que impactem a sociedade. Cada ação tem uma reação. Cada reação tem um efeito cascata. E nós, o povo, temos o poder — se o exercermos com nossos recursos, com nossa mente e com nossas palavras.

É hora de lembrar quem somos: não controladores da Terra, nem engrenagens de uma máquina, mas zeladores de um belo e imenso jardim.

Podemos escolher um futuro abundante, humano e alinhado com a natureza. Não uma distopia tecnológica de zumbis robóticos, mas algo mais próximo do Jardim do Éden. Vamos parar de apenas imaginar futuros de abundância — e começar a construí-los juntos.


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