browser icon
Você está usando uma versão insegura do seu navegador web. Por favor atualize seu navegado!
Usando um navegador desatualizado torna seu computador inseguro. Para mais segurança, velocidade, uma experiência mais agradável, atualize o seu navegador hoje ou tente um novo navegador.

Como o voo Malaysia-MH17 foi derrubado por míssil

Posted by on 18/07/2014
malaysia-Airplane-down

Especialistas explicam como míssil disparado do solo pode abater um Boeing voando a 10 mil metros de altitude. Governo da Ucrânia diz que foi armamento militar que derrubou o avião Boeing 777-200 da Malaysia Airlines, do voo MH17.

Edição e imagens:  Thoth3126@gmail.com

Os veículos lançadores desses mísseis são muito caros e complexos; nem o Brasil tem a capacidade necessária para isso e sequer possui esse tipo de armamento.

http://g1.globo.com/

Tahiane Stochero, do G1, em São Paulo

É possível um avião civil, com passageiros a bordo, ser abatido enquanto voava a cerca de 10 mil metros de altitude, segundo especialistas ouvidos pelo G1. Isso pode ocorrer por dois modos: tanto por mísseis disparados por aviões caças, ou mísseis lançados de terra para o ar. Em ambas os modos, são usadas tecnologias caras e operadas, normalmente, por uma equipe de militares de Forças Armadas treinados, pois esses armamentos são usados na defesa de países.

Nenhum país na América Latina, por exemplo,nem o Brasil, possui artilharia antiaérea com capacidade de abater, a partir do solo, alvos na altura em que estava o avião da Malaysia Airlines. Uma forte hipótese para o desastre na Ucrânia é que a aeronave tenha sido abatida nesta quinta-feira (17).

buk-lança-míssil6

As Forças Armadas da Ucrânia movimentam lançador antiaéreo de mísseis Buk na região de Slovyansk, no leste do país, no dia 4 de junho, com capacidade de derrubar um avião como o da Malaysia Airlines do voo MH17. (Foto: Dmitry Lovetsky/AP)

Um morteiro lançado no ombro (como as “bazucas”), como os que traficantes usaram para derrubar um helicóptero da Polícia Civil em um morro do Rio de Janeiro em 2009, não tem este poder.

O ministério do Interior da Ucrânia afirmou que mísseis Buk terra-ar acertaram a aeronave. O governo ucraniano também acusou a Rússia de derrubar aviões militares em outras duas ocasiões.

Apontado como o autor de um disparo de um míssil que poderia ter abatido o avião, o sistema Buk é fabricado pela russa Almaz-Antey e possui capacidade de abater alvos entre 3 quilômetros e 25 quilômetros de altitude. Ao menos 15 países ainda usam atualmente o sistema, entre eles a Ucrânia e a Rússia. Os mísseis terra-ar lançados do Buk atingem alta velocidade de até 1.200 metros por segundo, segundo a fabricante.

“É um sistema extremamente complexo que inclui vários carros e soldados treinados. Há radares para saber a posição exata do alvo, sistema de guiamento (que acompanha o alvo e o caminho do míssil) dentro de um veículo equipado. Não é uma arma que se encontra em qualquer lugar. Não é como colocar um míssil no ombro e atirar”, diz o general João Chalella Júnior, comandante da Brigada de Artilharia Antiaérea do Exército Brasileiro.

Quem lançou?
Segundo o especialista em geopolítica e mestre em Relações Internacionais Gunther Rudzid, mísseis como o Igla, que o Exército brasileiro possui, atingem alvos só a até 3 km de altura e não teriam o poder de derrubar um avião a 10 km.

HelItR ohjuspäivät

O sistema de mísseis terra-ar de fabricação russa, modelo BUK-M2 «SA-17 Grizzly»
Sistema defesa antiaérea Curto/Médio alcance. (Novator)

“Se o avião estava na altitude de 10 km, não é algo simples de se abater. Não é só apertar o gatilho ou o botão e vai. São sistemas de guiamento, radares, carros de combate que são operados por países e Exércitos”, afirma Ruzid.

“Se for verdade que o avião foi abatido, tem que se descobrir de onde veio este míssil. Se partiu do território em poder do governo de Kiev (Ucrânia), se partiu da área dominada por separatistas ou se partiu do outro lado da fronteira, da Rússia, e quem disparou. Fala-se que armamento pesado chegou nas mãos de separatistas na Ucrânia. São blindados, radares, mísseis. As pessoas veriam um deslocamento destes carros. Não é algo que se pode esconder e atirar e quem opera tem que conhecer os sistemas, normalmente são soldados treinados para isso”, pondera ele.

Assim como outros sistemas de artilharia de média altura, o Buk é formado por um conjunto de carros blindados. Cada um deles leva uma série de monitores, radares, programas, sensores e lançadores de disparo de mísseis. Para que modelos básicos do Buk acionem um míssil em combate, as tropas trabalham normalmente com equipes que variam de um a três carros: um blindado sobre rodas, com o sistema de lançamento dos mísseis, um carro de comando e radar de alvo e um veículo com transponders e sensores.

Não posso dizer que teria sido lançado de um lado ou de outro, porque não é uma arma fácil de se comprar e lançar. São vários carros e sistemas que exigem pessoas treinadas para que se consiga atingir um alvo. Nem o Brasil tem esta capacidade, explica o general João Chalella Júnior.

buk-sistema-TEL_interior

Interior do sistema de mísseis Buk-M1-2 TELAR, que usa o chassis GM-569 concebido e produzido pela JSC MMZ ( Mytishchi ). A  superestrutura TELAR é uma torre que contém o radar de controle de fogo na frente e um lançador com quatro mísseis prontos para disparo no topo. Cada TELAR é operado por uma tripulação de quatro pessoas e está equipado com  proteção CBRN. O radar instalado em cada TELAR, conhecido como o ‘Fire Dome’ pela OTAN, é um radar tipo monopulso e pode começar a acompanhar o alvo com o alcance máximo do míssil (32 km/20 km) e pode rastrear uma aeronave voando entre 15 km e 22 km ( 50 a 72 mil pés) de altitude. Ele pode guiar até três mísseis contra um único alvo em movimento em alta altitude.

Atualmente, o Brasil possui apenas canhões e mísseis para baixa altitude, com alcance de até 3 km e está negociando a compra, da Rússia, de um sistema de média altura por R$ 2,5 bilhões. Já mísseis de alta altitude podem atingir alvos a até 200 km.

Mais informações em

  1. http://thoth3126.com.br/malaysia-voo-mh17-confundido-com-aviao-de-putin/
  2. http://thoth3126.com.br/malaysia-airlines-aviao-voo-mh17-com-295-pessoas-a-bordo-cai-na-ucrania/
  3. http://thoth3126.com.br/voo-370-da-malaysia-airlines-foi-sequestrado/
  4. http://thoth3126.com.br/voo-mh370-canceladas-as-buscas-por-destrocos/
  5. http://thoth3126.com.br/ex-premier-da-malasia-acusa-cia-sobre-voo-mh-370/
  6. http://thoth3126.com.br/misterio13-avioes-desaparecem-misteriosamente-do-radar-por-25-minutos/

Permitida a reprodução desde que mantida formatação original e mencione as fontes.

thoth-escribawww.thoth3126.com.br

17 Responses to Como o voo Malaysia-MH17 foi derrubado por míssil

  1. Hobyn

    Pq o Brasil teria interesse em adquirir esse tipo de armamento?
    Essa informação só reforça meus temores…

  2. George

    Parece claro que tem a mão oculta dos americanos nessa empreitada.

  3. Daniel

    Mais que máquina de guerra é!!!!!!!!!
    Que terrivel máquina tripulada por 4 pessoas,sem duvidas é coisa dos diabos,para a destrução da humanidade,estamos lixadosssssssssssssss

  4. Daniel

    Ta tudo mal o mundo jais no maligno como abíblia diz mesmo,o diabo esta dominando,pois esta é amissão dele matar roubar e destruír,esta dificil,o alvo é os inocentes,que pena pessoal esta muito mal digo esta moderando

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *