Kirill Dmitriev, assessor do presidente russo Vladimir Putin, chamou o ex-príncipe britânico Andrew
de “satânico”, assim como seus “amigos liberais ocidentais”, citando arquivos recentemente divulgados sobre Jeffrey Epstein que contêm uma alegação anônima de que o ex-membro da realeza participou da tortura de uma criança de seis anos.
Fonte: Rússia Today
O comentário surge na sequência de uma denúncia anônima nos arquivos de Epstein recentemente divulgados, alegando que o ex príncipe Andrew participou da tortura de uma criança de seis anos.
Andrew Mountbatten-Windsor, irmão mais novo do [idiota] rei Carlos III, foi destituído de seus “títulos reais” no ano passado devido a seus laços com o falecido criminoso sexual condenado, preso e “suicidado”. O escândalo se intensificou neste mês após o Departamento de Estado dos EUA divulgar o último lote de arquivos de Epstein, totalizando mais de 3 milhões de documentos.
“O príncipe Andrew do Reino Unido e seus amigos liberais satanistas do Ocidente torturam uma criança de 6 anos. A Rússia combate o satanismo”.
UK’s Prince Andrew and his Satanic liberal West friends torturing a 6-year-old.
— Kirill Dmitriev (@kadmitriev) February 21, 2026
Russia fights Satanism. https://t.co/5AkR9POFkq pic.twitter.com/uGxO2H3o2P
Um dos documentos apresenta o depoimento anônimo de uma testemunha do FBI que afirma ter entre 6 e 8 anos de idade quando ela foi drogada e levada para “festas de uma rede de pedofilia” em meados da década de 1990, nas quais o príncipe Andrew participava.
A testemunha alega que, em uma ocasião, foram atropelados por um carro “dirigido pelo Príncipe Andrew”. Em outra, Ghislaine Maxwell, associada de Epstein e atualmente cumprindo pena de 20 anos, teria os amarrado a uma mesa e os “torturado com choques elétricos” enquanto homens, incluindo o ex-príncipe, assistiam.
“O príncipe Andrew e seus amigos ocidentais liberais satânicos torturando uma criança de 6 anos”, escreveu Dmitriev no X, incluindo um link para uma reportagem que detalhava o depoimento, e acrescentando: “A Rússia luta contra o satanismo”.
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Andrew perdeu seu título real após as acusações da falecida [suicídio] Virginia Giuffre, que afirmou ter sido traficada para o príncipe por Epstein no início dos anos 2000, aos 17 anos. Ele fez um acordo extrajudicial com Giuffre em 2022, mas o caso voltou a ser alvo de escrutínio após a publicação de suas memórias póstumas em outubro passado, nas quais ela detalhou os abusos. Giuffre cometeu suicídio em abril do ano passado.
No início desta semana, Andrew foi detido brevemente por “má conduta em cargo público” após os arquivos de Epstein sugerirem que ele pode ter compartilhado dados sensíveis enquanto era enviado comercial do Reino Unido, de 2001 a 2011. Ele foi libertado no mesmo dia “sob investigação” e negou qualquer irregularidade. A polícia não mencionou abuso sexual ou tráfico de pessoas, e permanece incerto se as alegações serão investigadas.
“E as máscaras foram retiradas”:
And the masks 🎭 are off: pic.twitter.com/MwRJJna5hp
— Kirill Dmitriev (@kadmitriev) February 21, 2026
A recente divulgação dos arquivos de Epstein desencadeou escândalos , renúncias e investigações criminais na política, nos negócios e na academia e em todo o mundo. No Reino Unido, três altos funcionários do governo do primeiro-ministro Keir Starmer renunciaram nos últimos dez dias.
No entanto, diversas figuras proeminentes do Ocidente, citadas nos arquivos, não foram acusadas e negam qualquer irregularidade, incluindo o presidente dos EUA, Donald Trump, o cofundador da Microsoft, Bill Gates, e o CEO da SpaceX, Elon Musk.
A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova, acusou anteriormente autoridades ocidentais de protegerem associados de Epstein, afirmando que o caso expõe a hipocrisia da justiça ocidental.



