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Divisão da Linha do Tempo, da Realidade, as Frequências e as Forças Ocultas da Vida (4)

O objetivo de longo prazo de introduzir constantemente “novos aplicativos divertidos” no mainstream é tornar as pessoas ainda mais zumbis, reativas, controladas, centradas no ego/intelecto e viciadas em tecnologia externa mais do que já estão… é um método eficiente de programação oculta de controle mental e comportamental, transformando as pessoas em robôs-zumbis por sua própria vontade (manipulados), preparando-as para aceitar (e se viciar) em mais “avanços” tecnológicos que influenciarão suas emoções, comportamentos, escolhas atitudes e ações à medida que se tornam cada vez mais semelhantes a máquinas: conformados bovinamente, programados, influenciáveis e previsíveis.

Divisão da Linha do Tempo-Realidade, Frequências e as Forças Ocultas da Vida (3)

Fonte: VeilofReality.comPor Bernhard Guenther (as sentenças entre colchetes [ ] são do tradutor)

Tópicos:

  • O que a incorporação realmente significa
  • Individualidade, Soberania e Ser
  • Forças Ocultas e Interferência Hiperdimensional
  • Sobrecarga de informações [inúteis] – ficar preso na toca do coelho
  • A armadilha de combater o mal
  • O futuro não está definido em pedra

O que a incorporação realmente significa

Para nos ancorarmos em frequências mais elevadas (e nos alinharmos com a Vontade Divina), precisamos nos engajar conscientemente no processo de incorporação. Estar encarnado não significa simplesmente estar em “contato” com o corpo físico. Nem o exercício físico, o treino, a corrida, a prática de yoga, etc. também não resultam automaticamente em “corporificação”. Se fosse assim, qualquer atleta estaria encarnado. Isto também é verdade no sentido físico destas técnicas: ser flexível não significa que alguém seja um “yogi/yogini” melhor – ou mais “espiritual” – do que outros, pois a prática do yoga envolve muito mais do que a mera prática posicional.

Você pode estar em contato com seu corpo físico – e de fato, ter “domínio” sobre ele – sem estar encarnado. Na verdade, muitas pessoas praticam muito exercício físico para ficarem “em forma” (muitas vezes devido a um programa de imagem corporal socialmente condicionado, que muitas vezes resulta em inseguranças emocionais), mas não estão incorporadas no verdadeiro significado do corpo. Algumas pessoas também tendem a usar exercícios físicos e exercícios como meio de dissociar e construir armaduras (músculos), a fim de evitar “sentir” o mundo ao seu redor, como um “amortecedor”. Também pode se tornar um vício, ficando viciado tanto nas endorfinas que são liberadas durante o exercício quanto nos elogios dos outros. No entanto, não é uma questão preto e branco. O exercício é uma coisa boa, se feito de forma consciente e holística, além da identificação com o corpo. Mas o ponto chave é tornar-se sensível e consciente, e ouvir/experimentar o mundo ATRAVÉS do corpo… sem SER o corpo.

A raiz da palavra corporificação deriva de ‘encorporar‘ (v.): em referência a uma alma ou espírito investido de uma forma física ; em – “en” + ‘corp’ (n.); ‘ment’: sufixo formando substantivos.

  • Sinônimos para Incorporação são: encarnação, avatar, manifestação.
    Avatar: uma manifestação de uma alma liberada em forma corporal na Terra. Do sânscrito avatāra ‘descida’, de ava ‘para baixo’ + tar ‘para cruzar.’ Encarnação: uma pessoa que encarna o espírito na carne.

A incorporação (de uma perspectiva espiritual/esotérica) é o processo de integração da alma com seu veículo físico e o Ego do mesmo, ambos conectando-se ao seu “Eu Superior” e tornando-se um recipiente consciente através do qual o espírito pode fluir e trabalhar; relaciona-se com o casamento alquímico do homem e da mulher interiores.

Com base em vários ensinamentos esotéricos, a alma é algo que os seres humanos precisam para desenvolver ou crescer a partir de uma semente de consciência (ver Gurdjieff, Castaneda), e para incorporá-la através do trabalho espiritual/esotérico. Na pessoa média, no labirinto pós-moderno tecnológico de hoje, a alma permanece num estado evolutivo embrionário e, portanto, não está totalmente individualizada. Até que a alma amadureça, a identidade reside na falsa personalidade do ego mecânico e está aberta à manipulação emocional e controle mental em todos os níveis. Uma alma encarnada, por outro lado, torna-se a sede da criatividade e do dinamismo do Eu Real, e a personalidade floresce como uma expressão da identidade superior (imortal) de alguém, conectada ao espírito e ao Divino interior.

“A corporeidade (o corpo vivido) é um centro vívido de experiência, e tanto suas capacidades de movimento quanto seu registro distintivo de sensações desempenham um papel fundamental em seu relato de como encontramos outros agentes corporificados no espaço compartilhado de um mundo coerente e sempre explorável.” – Edmund Husserl

“Para que algo seja incorporado, ele deve ser percebido pelo corpo ou relacionado a algo que a mente compreendeu por meio da experiência corporal” – John G. Martin.

A incorporação – reconectar-se com a totalidade, fundir os aspectos separados das expressões energéticas internas masculinas e femininas – é, na minha experiência, o processo do que é comumente chamado de “ascensão” ou “despertar”. É a “pedra filosofal”, o “Santo Graal”, a história do “herói indo para o submundo, salvando/casando com a princesa/noiva” (seu próprio aspecto feminino do Ser), conforme retratado em muitas tradições mitológicas. Ele nos conecta com a totalidade da natureza/do mundo, nosso sistema de orientação interior e divindade pessoal, bem como nosso próprio propósito individual de estar aqui, algo que ego-intelecto racional/mente lógica nunca poderá compreender. Ele nos reconecta ao nosso projeto original antes da manipulação genética pelos “deuses”, ativando nosso DNA adormecido/desativado. 

É hora de desmistificar esse processo e abordá-lo de forma prática e fundamentada. Podemos ler, estudar e falar sobre tudo isso de uma perspectiva intelectual, mas nunca conseguiremos “entender” até que saiamos de nossas cabeças e entremos em nossos corpos de forma consciente.

Nunca teremos qualquer efeito “positivo” significativo no mundo enquanto abordarmos os “problemas” do mundo a partir de um lugar fragmentado e desencarnado – um lugar do qual a maioria de nós nem sequer tem consciência, porque a divisão cabeça-corpo está tão normalizado dentro de nós mesmos (e na sociedade em que vivemos); é um divórcio antinatural que é ainda mais reforçado nesta era devido à ascensão da tecnologia com todas “as distrações” que a acompanham.

Na nossa sociedade desencarnada, a maioria das pessoas vive nas suas cabeças e, portanto, encontra-se desligada da natureza, dos seus corpos e da sua própria totalidade; fragmentados por dentro, eles também abordam o mundo (e suas vidas pessoais) de uma forma analítica fragmentada centrada na cabeça, tentando “consertar” o mundo, essencialmente projetando sua própria compartimentação no mundo, que é um espelho de sua própria cabeça-corpo dividido.

Conseqüentemente, a maioria das soluções para problemas atuais – seja no mundo ou em nossas vidas pessoais – perpetua essa desconexão, à medida que lutamos contra “sombras na parede” e até criamos mais problemas com nossas ideias isoladas na cabeça (apesar de nossas atitudes bem-intencionadas).

Isto também está relacionado com a necessidade compulsória de “fazer” e “agir”. Quer isso ocorra em nossas vidas diárias – geralmente expresso pela necessidade de nos identificarmos com um partido, movimento político, pela necessidade de votar em alguém que tenha as “respostas” e possa “consertar o sistema” (o que está vinculado à necessidade de OBEDECER a “autoridade” externa) ”, que é um espelho do nosso próprio “supervisor/autoridade” na cabeça, dizendo-nos o que devemos/não devemos fazer) –ou na vida de “ativistas” que sentem a necessidade de “combater os tiranos” ou promover novas “ordens sociais”, é tudo um reflexo de uma roda de hamster autodestrutiva e de circuito fechado que só funciona a favor da agenda dos senhores supremos hiperdimensionais, manipulando-nos e jogando-nos uns contra os outros como peões num tabuleiro de xadrez.

Desconectados do nosso corpo e do aspecto feminino do Ser (e, por extensão, do nosso próprio sistema de orientação intuitivo), estamos sendo enganados a procurar orientação fora de nós mesmos, tornando-nos assim seguidores em vez de indivíduos soberanos corporificados.

Enquanto não estivermos encarnados na totalidade – enquanto permanecermos desconectados do Ser, da nossa própria totalidade e da nossa natureza divina – as nossas “soluções” e “fazeres” sempre surgirão do tirano interno (que projetamos externamente). Este tirano é a consciência masculina desenfreada que está desconectada da mulher dentro de todos nós, INDEPENDENTEMENTE DO GÊNERO (precisa ser enfatizado). Precisa de ter respostas fixas, precisa de controlar, tentar prever o futuro (preso no tempo linear e no pensamento 3D) e não consegue render-se (ou mesmo perceber) o mistério, a totalidade e a perplexidade da vida e da realidade à medida que esta se desenrola.

Isto não é uma denúncia da “busca de respostas”, nem é um apelo para abraçar a ignorância ou simplesmente recorrer a tornar-se um “viciado em televisão passivo” (isso seria um pensamento falacioso ‘preto ou branco’, outro produto do tirano centrado na cabeça); nem se trata de denunciar o intelecto, mas sim de compreender as suas limitações, utilizando-o como “ferramenta” mas não fazendo dele o “mestre”.

Trata-se do casamento alquímico sagrado entre o masculino e o feminino interior, fundamentado no Ser; um lugar de onde surgem “respostas” e “ações” em equilíbrio que não são produto do pensamento racional, analítico puro, mas estão de fato alinhadas com a “Vontade Divina” e com o nosso papel e propósito INDIVIDUAL. Neste casamento sagrado, fazer e ser tornam-se um, pois não há mais separação.

CONTINUA . . .


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“A sabedoria (Sophia) clama lá fora; pelas ruas levanta a sua voz. Nas esquinas movimentadas ela brada; nas entradas das portas e nas cidades profere as suas palavras:  Até quando vocês, inexperientes, irão contentar-se com a sua inexperiência? Vocês, zombadores, até quando terão prazer na zombaria? E vocês, tolos, até quando desprezarão o conhecimento? Atentai para a minha repreensão; pois eis que vos derramarei abundantemente do meu espírito e vos farei saber as minhas palavras [o conhecimento]”. – Provérbios 1:20-23


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