browser icon
Você está usando uma versão insegura do seu navegador web. Por favor atualize seu navegado!
Usando um navegador desatualizado torna seu computador inseguro. Para mais segurança, velocidade, uma experiência mais agradável, atualize o seu navegador hoje ou tente um novo navegador.

Índios atingidos pelo desastre de Brumadinho pedem desculpa à natureza

Posted by on 29/01/2019

A comunidade indígena dos Pataxós com 65 índios vive em função do Rio Paraopeba, a 22 km de Brumadinho. Desde ontem, o nível da água já subiu e peixes mortos foram retirados do local. A Funai levou água potável para o local, já que o agora contaminado rio Paraopeba não pode mais prover a tribo em sua necessidades básicas como beber água e obter alimentos. “Ficamos olhando até onde vai a ganância dos homens {brancos}. Queria saber dos governantes e do pessoal da Vale se o cérebro deles é de minério. Eles não raciocinam. Será que eles consegue dormir em paz? Imagina se o filho deles pede água e na torneira deles saísse essa água vermelha”, Lamenta Ãngohó.

Edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch

Aldeia indígena dos índios Pataxó atingida pela lama reclama do descaso da Vale e de autoridades de MG

Fonte:  https://cbn.globoradio.globo.com/

Por Pedro Durán

A lama que escorreu da barragem de Feijão chegou até a aldeia indígena de uma tribo Pataxó que tem 65 índios. A tribo vive às margens do Rio Paraopeba, por onde escorreu a lama, a 22 km de Brumadinho. Eles vieram para cá de vários lugares em novembro de 2017.

Juntando as etnias Pataxó e Pataxó Hã-hã-Hãe, que vieram da Bahia, mas também já tem mistura de negros e europeus. As águas do rio serviam de lazer e sustento para 17 crianças, dois idosos, sete mulheres grávidas e 34 adultos. O cacique Hayô conta que a comunidade vivia em função do Rio. 

“A água para gente é tudo. Não só para a gente, como também para os animais. Agora, não podemos usar para mais nada”, lamenta.

A equipe da CBN foi com eles até um acesso à margem do rio, que fica a poucos metros da aldeia por uma pequena trilha. Na beira, a vara enfiada na margem mostrava que de ontem pra hoje o Paraobeba já subiu de nível, como explicou o guarda indígena Tarrão. “Já dá para ver que a lama invadiu um pouco mais. Peixe aqui já não existe. Só morto”, conta o guarda.



Ontem, a Funai esteve no local e trouxe doações, especialmente de água potável já que eles bebiam a água do Rio. A mulher do cacique é presidente da Federação dos Povos Indígenas do Brasil. Ãngohó cobra explicações das autoridades, já que nem a Vale e nem a Defesa Civil ainda não visitaram a tribo desde a tragédia.

“Ficamos olhando até onde vai a ganância dos homens {brancos}. Queria saber dos governantes e do pessoal da Vale se o cérebro deles é de minério. Eles não raciocinam. Será que eles consegue dormir em paz? Imagina se o filho deles pede água e na torneira deles saísse essa água vermelha”, Lamenta Ãngohó.

Tradicionalmente, os índios fazem a Festa das Águas e fumam o timberio, um cachimbo que leva aneska, capim de aruanda, alecrim em uma mistura que eles chamam de Xanduca. Nos últimos rituais, eles agradeceram por não terem sido atingidos pela lama e pediram desculpas para {a Mãe} natureza pelo que aconteceu.


“Haverá muitas mudanças dramáticas no clima do planeta, muitas mudanças nas condições meteorológicas  na medida em que o TEMPO DA GRANDE COLHEITA se aproxima rapidamente ao longo dos próximos anos. 

Você vai ver a velocidade do vento em tempestades ultrapassando 300 milhas (480 quilômetros) por hora, às vezes. Deverão acontecer fortes tsunamis e devastação generalizada NAS REGIÕES COSTEIRAS, e emissão de energia solar (CME-Ejeção de Massa Coronal do Sol) que fará  importante fusão e derretimento das calotas de gelo nos polos, e subseqüente aumento drástico no nível do mar, deixando muitas áreas metropolitanas submersas em todo o planeta“.  FONTE


 Mais informações, leitura adicional:

Permitida a reprodução desde que mantida a formatação original e mencione as fontes.

www.thoth3126.com.br

 

 

One Response to Índios atingidos pelo desastre de Brumadinho pedem desculpa à natureza

  1. SILVIO JOSE BENEVIDES E MAIA

    Não foi à-toa que o próprio Jesus considerou esse ciclo como born loser.

    Bando de boçais materialistas e gananciosos que depredaram o equilíbrio ecológico.

    E não podemos mais contar com a dignidade e a força do caráter castellista para nos defender em nova e mais experiente intervenção.

    Escolheu-se, imbecilmente, o caminho eleitoral, e hoje na mídia estar Rodrigo Maia cotado.

    Por fim, registre-se -honra ao mérito- a razão do respeito e do amor extraterrestre pelos índios.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.