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O Fim dos Dias: Armagedom e Profecias do Retorno (dos ‘deuses’ Anunnaki)- (11)

(Zecharia Sitchin)“Quando eles retornarão?” – Fui indagado inúmeras vezes com essa pergunta por pessoas que leram meus livros; “eles” são os Anunnakis – os (“deuses”) extraterrestres que estiveram na Terra, vindos do planeta Nibiru, e que foram reverenciados na Antiguidade na antiga Suméria [atual Iraque-Irã] como deuses [criadores do Adão/Eva de barro, a nossa humanidade atual]. Quando será que Nibiru, com sua órbita alongada, retornará às cercanias de nosso sistema solar, vindo de Sírius, e, então, o que acontecerá?

Do livro: O Fim dos Dias: Armagedom e Profecias do Retorno (dos ‘deuses’ Anunnaki) (Zecharia Sitchin)

11 – O Dia do “Senhor

Assim que o último milênio a.C. se iniciou, a aparição do Sinal da Cruz serviu como um anunciador do Retorno. Foi então que também um templo para Yahweh/Enlil, em Jerusalém, uniu para sempre seu local sagrado ao curso dos eventos históricos e às expectativas messiânicas para a humanidade. O momento e o local não poderiam ser uma coincidência: o iminente Retorno ditava o ato de guardar como relíquia o Centro de Controle da Missão de outrora.

Comparado com as potências imperiais poderosas e conquistadoras de antigamente – Babilônia, Assíria, Egito – o reino hebraico era um anão. Comparada com grandiosas capitais, como Babilônia, Nínive e Tebas – com seus distritos sagrados, zigurates, templos, rotas de procissão, portões ornamentados, palácios majestosos, jardins suspensos, lagoas sagradas e portos fluviais – Jerusalém era uma pequena cidade com muralhas construídas às pressas e um inconstante suprimento de água. Ainda assim, um milênio depois, tornou-se Jerusalém, uma cidade cheia de vida, que está em nossos corações e nas manchetes dos noticiários, enquanto as grandiosas capitais das outras antigas nações históricas transformaram-se em pó e em ruínas esfarelando-se.

O que fez a diferença? O Templo de Yahweh/Enlil construído em Jerusalém e também seus profetas, cujos oráculos se provaram verdadeiros. Suas profecias, como se pode, portanto, acreditar, ainda guardam a chave do futuro. A associação hebraica a Jerusalém, e em particular com o Monte Moriah, remonta desde a época de Abraão. Quando ele cumpriu sua missão de proteger o porto espacial, durante a Guerra dos Reis, foi recebido por Melquisedeque, o rei de Ir-Shalem (Jerusalém), “que era um sacerdote do Altíssimo deus”.

Ali, Abraão foi abençoado, e, ao retornar, fez um juramento “pelo Altíssimo deus, senhor do Céu e da Terra”. E foi ali novamente, quando a devoção de Abraão foi testada, que a ele foi concedida uma Aliança com deus. Ainda assim, passou-se mais um milênio até que chegassem a circunstância e o momento oportunos para que o Templo pudesse ser construído.

A Bíblia expressou que o templo de Jerusalém era único – e de fato era: foi concebido para preservar a “Ligação Céu-Terra”, papel que já havia sido do DUR.AN.KI de Nippur, na Suméria. E aconteceu no quatrocentésimo octogésimo ano depois que Filhos de Israel saíram do Egito, no quarto ano do reinado de Salomão, no segundo mês, que ele começou a construir a Casa do Senhor.

Portanto, a Bíblia registra, no primeiro Livro dos Reis (6:1), o memorável início da construção do Templo de Yahweh/Enlil em Jerusalém, pelo rei Salomão, fornecendo-nos a data exata do evento. Foi um passo crucial e decisivo, cujas [nefastas] consequências ainda nos acompanham nos dias de hoje; e o momento, deve ser frisado, foi quando a Babilônia e a Assíria adotaram o Sinal da Cruz como o anunciador do Retorno do planeta dos deuses anunnaki, Nibiru…

A dramática história do Templo de Jerusalém não começa com Salomão, mas com o rei Davi, o pai de Salomão; o episódio sobre como Davi se tornou o rei de Israel revela um “plano divino”: a preparação para o Futuro ressuscitando-se o Passado. O legado de Davi (depois de um reinado de 40 anos) incluía um imenso domínio, que alcançava o norte chegando até Damasco (incluindo o Local de Aterrissagem!), além de muitos Salmos magníficos e a estrutura do templo de Yahweh/Enlil.

Três “emissários divinos” tiveram papéis importantes na formação deste rei e do seu lugar na história; a Bíblia os lista como sendo “Samuel, o Vidente; Nathan, o profeta; e Gad, o Visionário”. Foi Samuel, o sacerdote custodiante da Arca da Aliança, que foi instruído por deus para “pegar o jovem Davi, filho de Jessé, e fazê-lo abandonar a função de pastor de ovelhas para ser o pastor de Israel”. A Samuel, instruiu para “que pegasse o chifre cheio de óleo e ungisse Davi para que ele reinasse em Israel”.

A escolha do jovem Davi, que estava cuidando do rebanho de seu pai, para ser o pastor de Israel, era duplamente simbólica, pois ecoa lá atrás na era dourada da Suméria. Seus reis eram chamados LU.GAL, “Grandioso Homem”, mas eles se esforçavam para conseguir o apreciado título de EN.SI, “Digno Pastor”. Isso, como veremos, era apenas o começo da ligação de Davi e do primeiro Templo com o passado dos deuses sumérios.

Davi começou seu reinado em Hebron, sul de Jerusalém, o que também foi uma escolha repleta de simbolismo histórico. O antigo nome de Hebron, como a Bíblia indica repetidas vezes, era Kiryat Arba, “a fortificada cidade de Arba”. E quem foi Arba? “Ele era um Grandioso Homem de Anakim” – dois termos bíblicos em hebraico que substituem LU.GAL e ANUNNAKI.

Começando com passagens no livro dos Números e, em seguida, em Josué, Juízes e Crônicas, a Bíblia registra que Hebron era um centro de descendentes de “Anakim, que como os nefilins são contados”, portanto, ligando-os aos nefilins do Gênesis 6, que se casaram com as filhas de Adãor corromperam a humanidade. Ainda habitavam em Hebron, na época do Êxodo, os três filhos de Arba, e foi Caleb, o filho de Jefoné, quem capturou a cidade e acabou com todos em nome de Josué. Ao escolher ser rei em Hebron, Davi estabelecia seu reinado como sendo uma continuação direta dos reis ligados aos anunnakis da doutrina suméria.

Ele reinou em Hebron por sete anos e, em seguida, mudou sua capital para Jerusalém. O local onde ficava o trono de seu reinado – a “Cidade de Davi” – foi construída no Monte Sião, justamente ao sul, separado por um pequeno vale do Monte Moriah (onde estava a plataforma de pouso construída pelos anunnakis, figura 83).

Ele construiu o Miloh, o Complemento, para diminuir a distância entre as duas montanhas, como o primeiro passo para a construção para o templo de Yahweh na plataforma; mas só lhe foi permitido construir um altar no Monte Moriah. A palavra de Deus, por meio do profeta Nathan, era que o fato de Davi ter derramado muito sangue em suas numerosas guerras fazia com que seu filho Salomão, e não Davi, fosse quem deveria construir o templo.

Arrasado pela mensagem do profeta, Davi foi e “sentou-se diante de Yahweh/Enlil”, na frente da Arca da Aliança (que ainda estava guardada em uma tenda portátil). Ao aceitar a decisão de Deus, ele pediu uma recompensa por sua devota lealdade a Ele: uma afirmação, um sinal, de que seria de fato a Casa de Davi que construiria o Templo, e que este seria abençoado para sempre [ou pelo menos até 586 a.C., quando Nabucodonosor destruiu Jerusalém e o templo do “senhor deus”]. Nessa mesma noite, sentado diante da Arca da Aliança, onde Moisés havia se comunicado com o Senhor, ele recebeu um sinal divino: um Tavnit – um modelo em escala – do futuro templo!

Qualquer um pode duvidar da veracidade do episódio. Mas o que aconteceu naquela noite ao rei Davi e ao projeto de seu templo, como naquela série de televisão Twilight Zone, parecia-se com a história de Gudea, rei sumério que mais de mil anos antes havia recebido do mesmo jeito, na visão de um sonho, uma tábua com o plano arquitetônico e um molde de tijolo para a construção de um templo em Lagash, para o deus Ninurta.

Quando estava próximo aos seus últimos dias de vida, o rei Davi reuniu em Jerusalém todos os líderes de Israel, incluindo os chefes tribais e os comandantes militares, os sacerdotes e os oficiais reais, e lhes contou sobre a promessa de Yahweh/Enlil. Diante de todos ali reunidos, entregou ao seu filho Salomão “o
Tavnit do templo e todas as suas partes e câmaras (…) o Tavnit que havia recebido do Espírito”. Havia mais, pois Davi também entregou a Salomão “tudo o que Yahweh/Enlil, escrito com Sua própria mão, dera-lhe para que compreendesse as obras do Tavnit”: Um conjunto de instruções complementares, divinamente escrito (I Crônicas, Capítulo 28).

O termo hebraico Tavnit é traduzido na Bíblia inglesa do rei James como “padrão”, mas é considerado como um “plano” [uma planta, um projeto arquitetônico] nas traduções mais recentes, sugerindo que Davi havia recebido algum tipo de desenho arquitetônico. No entanto, a palavra hebraica para “plano” é Tokhnit. Tavnit, entretanto, é derivado da raiz do verbo, que significa “construir, edificar, erguer”; portanto, o que Davi recebeu e entregou ao seu filho Salomão foi um “modelo construído” – na linguagem de hoje, um modelo em escala (descobertas arqueológicas, feitas em toda a região do antigo Oriente Médio, de fato desenterraram modelos em escala de carruagens, vagões, navios, trabalhos de oficina e até de santuários com vários andares).

Os livros bíblicos de Reis e Crônicas fornecem medições e detalhes estruturais precisos do Templo e de seus desenhos arquitetônicos. Seu eixo percorre o sentido leste-oeste, fazendo com que um “templo eterno” fique alinhado com os equinócios. Consistindo em três partes (veja figura 64), adotou os planos do templo sumério na parte frontal (Ulam em hebraico), um grande saguão central (Hekhal em hebraico, derivando do E.GAL sumério, “Grande Moradia”), e o Santo dos Santos para a Arca da Aliança. Essa seção na parte mais interna era chamada de Dvir (o “Orador”) – pois foi diante da Arca da Aliança que “deus” falou com Moisés.

Como nos zigurates sumérios, que haviam sido tradicionalmente construídos para expressar o conceito de “base 60” do sexagésimo, o Templo de Salomão também adotou o conceito de 60 na sua construção: a seção principal (o Saguão) era de 60 cúbitos (cerca de 100 pés) de comprimento, 20 cúbitos (60:3) de largura e 120 (60 x 2) cúbitos de altura. O Santo dos Santos era de 20 por 20 cúbitos – o suficiente para guardar a Arca da Aliança com os dois querubins dourados no topo dela (“suas asas se tocando”).

Tradição, evidência textual e pesquisa arqueológica indicam que a Arca foi colocada precisamente sobre a extraordinária pedra na qual Abraão estivera pronto a sacrificar seu filho Isaac; sua designação hebraica, Even Shatiyah, significa “Pedra Fundamental”, e lendas judaicas contam que é desta pedra que o mundo será recriado. Atualmente, está encoberta e rodeada pela mesquita da Cúpula da Rocha/Al-Aqsa (Figura). (Os leitores poderão saber mais sobre a rocha sagrada e sua caverna enigmática e passagens subterrâneas em The Earth Chronicles Expeditions [As Expedições das Crônicas da Terra].)

Mesquita de Al-Aqsa situa-se na cidade de Jerusalém, mais concretamente na área da Cidade Antiga, na parte sul do Haram al-Sharif (o “Nobre Santuário”), terceiro local sagrado para o islã, depois de Meca e Medina (o judaísmo designa este espaço por Har ha-Bayit, Monte do Templo). É a maior mesquita de Jerusalém, tendo capacidade para receber cerca de cinco mil pessoas. Durante o período do reino cristão de Jerusalém, a estrutura serviu como palácio real e mais tarde como quartel general dos Cavaleiros Templários. Quando Saladino conquistou Jerusalém, o espaço retornou às suas funções de mesquita. Saladino ofereceu à mesquita um mirabe (nicho das orações) ricamente decorado, assim como um mimbar (púlpito) de madeira de cedro.

Apesar de não serem medidas monumentais se comparadas aos zigurates arranha-céus, o Templo, quando ficou pronto, era realmente magnífico; era também diferente de qualquer outro templo contemporâneo naquela parte do mundo. Não se usou ferro, nem ferramentas de ferro para a sua construção sobre a plataforma (e nem em sua operação – todos os utensílios eram de cobre ou bronze). O edifício era revestido de ouro na parte interna; até os pregos que prendem as placas douradas eram feitos de ouro. A quantidade de ouro usada (apenas “para o Santo dos Santos, 600 talentos; para os pregos, cinquenta shekels”) era enorme – tanto que Salomão arranjou navios especiais para trazer o ouro de Ophir (acredita-se que fosse em algum lugar no sudeste da África).

A Bíblia não oferece explicação alguma, nem sobre a proibição de usar qualquer coisa feita de ferro no lugar, nem sobre o revestimento com ouro em tudo o que está no interior do templo. Podemos apenas especular que o ferro foi evitado por causa de suas propriedades magnéticas, e o ouro porque é o melhor condutor elétrico.

É interessante que os dois únicos outros casos de santuários tão revestidos de ouro estejam do outro lado do mundo. Um é o grande templo em Cuzco, a capital inca no Peru, onde o grande deus da América do Sul, Viracocha, era venerado. Era chamado de Coricancha (“Grande Recinto Dourado”), pois o seu Santo dos Santos era completamente revestido de ouro. O outro fica em Puma-Punku, às margens do Lago Titicaca, na Bolívia, próximo às famosas ruínas de Tiahuanaco. As ruínas ali consistem em destroços das edificações de pedra, que eram câmaras, cujas paredes, pisos e tetos haviam todos sido cortados de um único bloco colossal de pedra. Os quatro recintos eram completamente revestidos de placas de ouro, presas com pregos dourados. Ao descrever os locais (e como foram saqueados pelos espanhóis) em Os Reinos Perdidos, eu sugeri que Puma-Punku foi erguida para a estadia de Anu e Antu quando eles visitaram a Terra, em cerca de 4.000 a.C [em 3.760 a.C, penúltima passagem de Nibiru, ano que marca o começo do calendário judeu, “coincidentemente”].

De acordo com a Bíblia, foram necessários milhares de trabalhadores para essa imensa tarefa por um período de sete anos. Qual era, então, o propósito dessa Casa do Senhor? Quando tudo ficou pronto, com toda pompa e circunstância, a Arca da Aliança foi carregada pelos sacerdotes e colocada no Santo dos Santos. Assim que foi posicionada e as cortinas que separam o Santo dos Santos do grande saguão foram fechadas, “a Casa do Senhor ficou repleta de uma nuvem e os sacerdotes não conseguiam ficar em pé”. Em seguida, Salomão ofereceu uma oração de agradecimento, dizendo:

Senhor que escolhestes habitar na nuvem:
eu te construí uma majestosa Casa,
um lugar onde possas habitar para sempre…
Apesar do mais elevado dos céus não conseguir conter a Ti,
escutais nossas súplicas, desde o Teu assento no céu.

“E Yahweh/Enlil apareceu para Salomão naquela noite, e lhe disse: Eu ouvi tua prece; escolhi este local como minha casa de louvação (…). Do céu ouvirei as preces do meu povo e perdoarei suas transgressões (…). Agora eu escolhi e consagrei esta Casa para o meu Shem permanecer ali para sempre” (II Crônicas, Capítulos 6-7).

A palavra Shem – aqui e anteriormente, como nos versos de abertura do Capítulo 6 do Gênesis – é geralmente traduzida como “Nome”. Lá atrás, no meu primeiro livro, O Décimo Segundo Planeta, sugeri que o termo originalmente e no contexto relevante se referia ao que os egípcios chamavam de o “Barco Celestial” e os sumérios chamavam de MU (“nave do céu”) dos deuses. Conseqüentemente, o Templo de Jerusalém, construído no topo da plataforma de pedra, com a Arca da Aliança colocada sobre a rocha sagrada, era para servir como uma ligação terrena com uma divindade celestial – tanto para a comunicação como para a aterrissagem de sua nave do céu!

Em todo o Templo não havia estátua, ídolo, nem imagem gravada. O único objeto dentro dele era a santificada Arca da Aliança – e “nada havia dentro da Arca, exceto as duas tábuas que haviam sido dadas a Moisés no Monte Sinai” durante o êxodo.

Diferentemente dos templos zigurates mesopotâmicos, de Enlil, em Nippur, até Marduk, na Babilônia, esse não era um local de residência para uma divindade, onde ela poderia residir, comer, dormir e tomar banho. Era uma Casa de Louvor, um lugar de contato com o divino; era um templo para uma Presença Divina do Habitante da Nuvem.

Diz o ditado que uma imagem vale por mil palavras; é totalmente verdadeiro, quando há apenas algumas palavras pertinentes para muitas imagens relevantes. Foi justamente na época da finalização do templo de Jerusalém e de sua consagração pelo Habitante da Nuvem que ocorreu uma mudança no hieróglifo sagrado (a descrição do divino) onde tais descrições eram comuns e permissíveis, e (na época) inicialmente na Assíria. Elas mostravam, mais claramente, o deus Ashur como um “habitante das nuvens”, com todo o rosto à vista ou exibindo apenas a mão, freqüentemente descrita segurando um arco (Figura 85) – uma descrição que se assemelha àquela do episódio bíblico sobre o Arco Íris na Nuvem, que fora um sinal divino de uma nova aliança ao final do Dilúvio.

Cerca de um século depois, as descrições dos assírios apresentavam uma nova variante do Deus na Nuvem. Era classificado como a “Divindade no Disco Alado”, e sua imagem claramente exibia uma divindade dentro do emblema do disco alado, sozinho (Figura 86a) ou à medida que se junta à Terra (sete pontos) e à Lua (crescente) (Figura 86b). Tendo em vista que o disco alado representava Nibiru, deveria ser uma divindade chegando com Nibiru. Claramente, então, estas descrições indicavam as expectativas da aproximação da chegada não apenas do planeta, mas também dos seus habitantes divinos, provavelmente liderados pelo próprio Anu.

As alterações nos hieróglifos e nos símbolos, que começaram com o Sinal da Cruz, eram manifestações de expectativas mais profundas, de mudanças decisivas e preparações mais amplas, que eram requeridas para o tão aguardado Retorno. Entretanto, as expectativas e as preparações não eram as mesmas na Babilônia e na Assíria. Em suma, as expectativas messiânicas estavam centradas no(s) deus(es) que já estava(m) lá; na outra, as expectativas estavam relacionadas ao(s) deus(es) prestes a retornar e a reaparecer.

Na Babilônia, as expectativas eram, em sua maioria, religiosas – um renascimento messiânico de Marduk por meio de seu filho Nabu. Grandes esforços estavam sendo feitos para retomar, cerca de 960 a.C., as cerimônias sagradas, Akitu, na qual era lida publicamente o Enuma Elish – atribuindo a Marduk a criação da Terra, a remodelagem dos Céus (o sistema solar) e a concepção do homem. A chegada de Nabu do seu santuário em Borsippa (próximo ao sul da Babilônia), para desempenhar um papel importante na cerimônia, era uma parte essencial do renascimento.

Conseqüentemente, os reis babilônios, que reinaram entre 900 a.C. e 730 a.C., pararam de usar nomes relacionados a Marduk e, de forma significativa, nomes relacionados a Nabu. As mudanças que ocorriam na Assíria eram mais geopolíticas; os historiadores consideram a época, cerca de 960 a.C., como o início do período Imperial Neo-Assírio. Além das inscrições nos monumentos e nas paredes dos palácios, a principal fonte de informação sobre a Assíria daquela época eram os anais de seus reis, nos quais eles registravam o que faziam, ano após ano. Julgando por isso, que sua principal função era conquistar. Com uma ferocidade sem precedentes, seus reis embarcavam em uma campanha militar após a outra, não apenas para obter o domínio da antiga Suméria e Acádia, mas também para obter o que consideravam essencial para o Retornodos deuses anunnaki com Nibiru: O controle dos locais relacionados ao espaço.

É evidente que esse era o propósito das campanhas militares, não apenas por causa dos alvos, mas também do baixo-relevo gravado nas pedras das muralhas de palácios assírios dos séculos IX e VIII a.C. (alguns podem ser vistos nos museus mais importantes do mundo). Como em alguns selos cilíndricos, os relevos mostram o rei e o alto sacerdote acompanhados por querubins alados – “astronautas” anunnakis – flanqueando a Árvore da Vida enquanto recebem o deus vindo em um disco alado (Figura 87a,b). Uma chegada divina era realmente aguardada!

Os historiadores associam o início deste período neo-assírio ao estabelecimento de uma nova dinastia real na Assíria, quando Tiglath-Pileser II subiu ao trono em Nínive. O padrão de enaltecimento em casa e as conquistas, destruição e anexação de terras no exterior foram empreendidos pelo filho e pelo neto desse rei, que o sucederam no trono da Assíria. O interessante é que seu primeiro alvo foi a região do Rio Khabur, com seu importante centro de comércio e religião – Harran.

Seus sucessores deram continuidade às conquistas a partir dali. Usando com freqüência o mesmo nome dos reis antecessores e glorificados (daí as numerações I, II. III usadas por eles), os sucessivos reis
expandiram o controle assírio em todas as direções, mas com ênfase especial dada às cidades costeiras e montanhas de Laba-an (Líbano). Em cerca de 860 a.C., Ashurnasirpal II – que usava o símbolo da cruz no peito – vangloriou-se por ter capturado as cidades da costa fenícia, Tiro, Saida e Gebal (Biblos), e subido até a Montanha de Cedros, com o seu local sagrado, o antigo Local de Aterrissagem dos anunnakis.

Shalmaneser III, seu filho e sucessor, registrou a elevação ali de uma estela comemorativa, chamando o local de Bit Adini. Literalmente, o nome significava “A Moradia do Éden”, e era conhecido pelos profetas bíblicos. O profeta Ezequiel castigou o rei de Tiro por este ter se considerado um deus depois de estar no local sagrado e “entrar dentro de suas pedras ardentes”; e o profeta Amós indicou o local em lista quando falou sobre a vinda do Dia do Senhor.

Como era de se esperar, os assírios então voltaram a atenção para o local relacionado ao espaço. Após a morte de Salomão, seu reino foi dividido por seus herdeiros em disputa na “Judéia” (com Jerusalém sendo a capital) ao sul, e “Israel” e suas dez tribos ao norte. No seu mais conhecido monumento inscrito, o Obelisco Negro, Shalmaneser III registrou o recebimento de um tributo do rei israelita Jehu e, em uma cena dominada pelo emblema do disco alado de Nibiru, descreveu-o ajoelhando-se em reverência (Figura 88).

Com o Local de Aterrissagem dos deuses anunnaki já capturado, os assírios estavam agora batendo na porta da recompensa final, Jerusalém; no entanto, mais uma vez, eles agüentaram o ataque final. A Bíblia explica ao atribuir isso à vontade de Yahweh/Enlil; uma verificação dos registros assírios sugere que o que e como foi feito em Israel e na Judéia estava sincronizado com o que e como eles haviam feito na Babilônia e com Marduk.

Após a captura do local relacionado ao espaço no Líbano – mas antes de lançar as campanhas contra Jerusalém -, os assírios tomaram uma atitude sem precedentes para a reconciliação com Marduk. Em 729 a.C., Tiglath-Pileser III entrou na Babilônia, foi até o seu distrito sagrado e “pegou nas mãos de Marduk”. Era um gesto de grande importância religiosa e diplomática; os sacerdotes de Marduk aprovaram a reconciliação convidando Tiglath-Pileser para compartilhar a refeição sacramental do deus. Depois disso, o filho de Tiglath-Pileser, Sargão II, marchou em direção ao sul às antigas regiões da Suméria e Acádia, e, depois de dominar Nippur, voltou e entrou na Babilônia. Em 710 a.C., como seu pai. “pegou nas mãos de Marduk” durante as cerimônias do Ano Novo.

A tarefa de capturar o último local relacionado ao espaço coube ao sucessor de Sargão, Senaqueribe. O ataque a Jerusalém, em 704 a.C., na época do rei Ezequias, está bem registrado, tanto nos anais de Senaqueribe como na Bíblia. No entanto, enquanto Senaqueribe em suas inscrições falava apenas do bem-sucedido ataque nas cidades provincianas da Judéia, a Bíblia apresenta um episódio detalhado sobre o cerco a Jerusalém pelo poderoso exército assírio, que foi milagrosamente varrido pela vontade de Yahweh/Enlil.

Cercando Jerusalém e capturando seu povo, os assírios empregaram uma guerra psicológica gritando palavras desanimadoras para os defensores das muralhas da cidade, terminando com a difamação de Yahweh/Enlil. Chocado, o rei Ezequias rasgou suas roupas em pesar e orou no Templo, pedindo ajuda a “Yahweh/Enlil, o Deus de Israel, que repousa no Querubim, o “único” deus de todas as nações”. Em resposta, o profeta Isaías transmitiu a ele o oráculo de deus: o rei assírio jamais entrará na cidade, retornará derrotado para sua casa e lá será assassinado:

“E aconteceu que, naquela noite, surgiu o Anjo de Yahweh, feriu os assírios no campo, foram cento e oitenta e cinco mil. E no amanhecer, eis que eram todos cadáveres. E Senaqueribe, o rei da Assíria, partiu
e retornou à sua morada em Nínive”
– II Reis 19: 35-36

Para se certificar se o leitor percebeu que toda a profecia havia se concretizado, a narrativa bíblica continua: “E Senaqueribe partiu e retornou a Nínive; e foi quando ele estava prostrado em seu templo reverenciando seu deus (…) que Adrameleque e Salezer o golpearam com uma espada e fugiram para a terra de Arará. Seu filho, Esar-Hadom, tornou-se rei em seu lugar”.

O proscrito bíblico é um registro incrivelmente informado: Senaqueribe foi de fato assassinado por seus próprios filhos, em 681 a.C. Pela segunda vez, reis assírios que haviam atacado Israel ou a Judéia foram mortos assim que retornaram para casa.

Enquanto a profecia – a previsão do que ainda está por acontecer – é de forma inerente ao que se espera de um profeta, os profetas da Bíblia hebraica iam muito além. Desde o início, foi deixado bem claro em Levítico que um profeta não deveria ser “um mago, um bruxo, um mágico, um feiticeiro ou um vidente de espíritos, um cartomante ou aquele que invoca os mortos” (uma lista bem abrangente de uma variedade de adivinhos das nações vizinhas).

A missão deles como Nabih – “porta-vozes” – era transmitir aos reis e às pessoas as palavras do próprio Yahweh/Enlil. E como a oração de Ezequias havia deixado claro, enquanto os Filhos de Israel eram o Seu Povo Escolhido, Ele era o “único deus de todas as nações”.

A Bíblia fala de profetas desde Moisés, mas apenas quinze deles têm seus próprios livros na Bíblia. Estão incluídos os três “principais” – Isaías, Jeremias e Ezequiel – e os 12 “menores”. Seus períodos proféticos começam com Amós, na Judéia (cerca de 760 a.C), e com Oséias, em Israel (750 a.C.), terminando com Malaquias (cerca de 450 a.C.). À medida que as expectativas do Retorno de Nibiru e dos deuses se moldavam, a geopolítica, a religião e os acontecimentos correntes agregavam-se para formar uma base para a profecia bíblica.

Os profetas bíblicos serviam como Guardiões da Fé e como um compasso moral e ético de seus próprios reis e povos; faziam também observações e previsões sobre a arena mundial, pois tinham um fantástico e preciso conhecimento dos acontecimentos em terras longínquas, das intrigas nas cortes das capitais estrangeiras, de quais deuses eram venerados e onde, além de terem um incrível conhecimento de história, geografia, rotas de comércio e campanhas militares. Eles então combinavam essa percepção do Presente com o “conhecimento” do Passado para prever o Futuro.

Aos profetas hebreus, Yahweh/Enlil não era apenas o El Elyon – “deus Supremo” – e não apenas o deus dos deuses, El Elohim, mas um deus Universal – de todas as nações, de toda a Terra, do universo. Apesar de Sua moradia estar no Céu dos Céus, Ele cuidava de sua criação – a Terra e seu povo. Tudo o que já havia acontecido era por Sua vontade, e Sua vontade era transmitida pelos emissários – fossem eles anjos [extraterrestres anunnaki], o rei ou uma nação. Ao adotarem a distinção suméria entre destino pré-determinado e destino com livre-arbítrio, os profetas acreditavam que o Futuro poderia ser previsto porque já estava tudo planejado; ainda assim, no meio do caminho, as coisas poderiam mudar. A Assíria, por exemplo, às vezes era chamada de a “vara da ira” de deus com a qual, outras nações eram punidas, mas quando escolhia agir com brutalidade desnecessária ou fora do limite, a própria Assíria era então por sua vez sujeita à punição.

Os profetas pareciam estar enviando uma dupla mensagem, não apenas em relação aos eventos atuais, mas também no que se referia ao Futuro. Por exemplo, Isaías profetizou que a humanidade deveria aguardar o Dia da Ira, quando todas as nações (incluindo e principalmente Israel) viriam a ser julgadas e punidas – assim como se aguarda ansiosamente por uma época idílica quando o lobo habitaria com o cordeiro, os homens usariam suas espadas como lâminas de arado e o Sião seria uma luz para todas as nações.

A contradição têm frustrado gerações de estudiosos bíblicos e teólogos, mas um exame minucioso das palavras dos Profetas nos conduz a uma incrível descoberta: o Dia do Julgamento foi pronunciado como sendo o Dia do Senhor; a era messiânica era aguardada no Fim dos Tempos; e os dois não eram sinônimos nem previstos como eventos concomitantes. Eram dois eventos separados, prestes a ocorrer em épocas diferentes:

Um, o Dia do Senhor, o dia do julgamento de Deus, estava prestes a acontecer; O outro, conduzindo a uma era benevolente, que ainda estava por vir, em algum lugar no futuro. Será que as palavras pronunciadas em Jerusalém ecoaram nos debates em Nínive e na Babilônia, considerando qual ciclo de tempo que deveria se aplicar ao futuro dos deuses e dos homens – o Tempo Divino orbital de Nibiru ou o Tempo Celestial zodiacal? Sem dúvida, à medida que o século VIII a.C. acabava, era óbvio que, em todas as três capitais, os dois ciclos de tempo não fossem idênticos; em Jerusalém, ao falarem da chegada do Dia do Senhor, os profetas bíblicos estavam na verdade falando sobre o Retorno de Nibiru-Anunnaki.

Desde que adotou a versão abreviada do Épico da Criação sumério Enuma Elish no capítulo inicial do Gênesis, a Bíblia reconheceu a existência de Nibiru, os deuses anunnaki e o seu retorno periódico às cercanias da Terra, e o tratou como sendo outra manifestação (neste caso, celestial) de Yahweh/Enlil como sendo um “deus Universal”. Os Salmos e o Livro de Jó falavam de um Senhor Celestial invisível
que “nas alturas do céu marcou um percurso”. Eles recordavam a primeira aparição do Senhor Celestial – quando colidiu com Tiamat (chamada na Bíblia de Tehom e apelidada de Rahab ou Rabah, A Arrogante), castigou-a, criou os céus e “o Bracelete Fundido” (o Cinturão de Asteroides) e “suspendeu a Terra no vazio”; eles também relembram a época em que esse Senhor celestial causou o Dilúvio.

A chegada de Nibiru e a colisão celestial, conduzindo ao grande percurso orbital de Nibiru, eram celebradas no majestoso Salmo 19:

Os céus apontam à “glória” do Senhor; o Bracelete Fundido proclama sua obra…
Ele surge como um noivo do tálamo; como um atleta, ele se alegra para correr o seu percurso.
Dos confins dos céus ele emana, e seu percurso vai até seus findares.

A aproximação do Senhor Celestial na época do Dilúvio foi considerada como o anúncio do que viria a acontecer na época seguinte, em que ele [Nibiru] retornaria (Salmos 77: 6, 17-19):

Recordarei os feitos do Senhor, lembrarei suas maravilhas na antiguidade…
As águas te viram, o Senhor, e estremeceram. Teus raios surgiram,
relâmpagos alumiaram o mundo. O som do teu trovão retumbava,
a Terra foi agitada e trepidou.

Os profetas consideravam esses antigos fenômenos como uma orientação sobre o que esperar. Eles aguardavam o Dia do Senhor (citando o profeta Joel) como sendo o dia em que “a Terra vai balançar, o Sol e a Lua escurecerão e as estrelas ocultarão seu brilho (…). Um dia que será longo e assustador”.

Os profetas transmitiram a palavra de Yahweh/Enlil para Israel e para todas as nações em um período de aproximadamente três séculos. O mais antigo dos 15 Profetas literários era Amós; ele começou como porta-voz de deus (“Nabih”) cerca de 760 a.C. Suas profecias cobriam três períodos ou fases: ele previu os ataques da Assíria em um futuro próximo, a chegada do Dia do Julgamento e o Fim dos Tempos de paz e fartura. Falando em nome do “Senhor Yahweh/Enlil que revela Seus segredos aos profetas”, ele descreveu o Dia do Senhor como um dia quando “o Sol irá se por ao meio-dia e a Terra escurecerá no meio da tarde”. Dirigindo-se àqueles que veneram os “planetas e a estrela de seus deuses”, ele comparou a chegada do Dia com os eventos do Dilúvio, quando “o dia ficou escuro como a noite, e as águas dos mares transbordaram sobre a terra”; e ele advertiu aqueles veneradores com uma pergunta retórica (Amós 5: 18):

Ai de vós que desejais o Dia do Senhor!
Qual finalidade tem para vós?
Pois o dia do Senhor é de trevas, e não de luz.

Meio século depois, o profeta Isaías ligou as profecias do “Dia do Senhor” a um local geográfico específico: o “Monte da Era Apontada”, que ficava “nas encostas do norte”. Ao rei que se assentara sobre o monte, teve isto a dizer: “Escutai, o Dia do Senhor virá com uma fúria e uma ira sem piedade: deixará a terra desolada e destruirá os pecadores sobre ela“. Ele também comparou com o que havia ocorrido no Dilúvio, relembrando a época quando o “Senhor veio como uma tempestade destruidora de ondas poderosas”, e descreveu (Isaías 13: 10.13) a chegada do Dia como um acontecimento celestial que afetaria a Terra:

As estrelas do céu e suas constelações não darão mais seu brilho;
o Sol escurecerá já no amanhecer e a Lua não emitirá sua luz…
Os céus ficarão agitados e a Terra em seu lugar será estremecida;
quando o Senhor das Multidões estiver cruzando no dia de sua ira.

O mais notável nesta profecia é a identificação do Dia do Senhor como sendo a época em que “o Senhor das Multidões” – o senhor planetário e celestial – “estiver cruzando”. Esta é a mesma linguagem usada no épico sumério da criação Enuma Elish quando descreve como o invasor que lutou com Tiamat veio a se chamar NIBIRU: “Cruz/Travessia deverá ser seu nome!”

Depois de Isaías, o profeta Oséias também previu o Dia do Senhor como sendo o dia em que o Céu e a Terra “reagiriam” um ao outro – um dia de fenômenos celestiais ressoando na Terra. À medida que examinamos as profecias cronologicamente, descobrimos que no século XVII a.C. os pronunciamentos proféticos se tornaram mais urgentes e mais explícitos: o Dia do Senhor deverá ser o Dia do Julgamento sobre as nações. Isso incluía Israel, mas principalmente a Assíria, pelo que já havia feito, e a Babilônia, por aquilo que fará, e o Dia está se aproximando, está próximo:

O grande Dia do Senhor está se aproximando – Está próximo!
O som do Dia do Senhor clama de forma poderosa. Um dia de ira será esse dia,
um dia de confusão e aflição, um dia de calamidade e desolação,
um dia de trevas e profunda tristeza, um dia de nuvens e densa neblina.
Sofonias, I: 14-15

Um pouco antes de 600 a.C., o profeta Habacuque orou a “Deus, que nos próximos anos irá se aproximar”[da Terra], e que mostrará misericórdia apesar de Sua ira. Habacuque descreveu o aguardado Senhor Celestial como um planeta radiante – da mesma maneira como Nibiru foi descrito na Suméria e Acádia. Surgirá, diz o profeta, dos céus do sul:

O Senhor do sul [da eclíptica] virá… Cobertos estão os céus com sua auréola,
seu resplendor preenche a Terra. Seus raios irradiam
de onde seu poder está oculto. A Palavra segue diante dele,
faíscas emanam debaixo. Ele pausa para observar a Terra;
ele é visto, e as nações estremecem. Habacuque, 3:3-6

A urgência das profecias aumentou assim que o século VI a.C. se iniciou. “O Dia do Senhor está perto!”, anunciava o profeta Joel; “O Dia do Senhor está perto!”, afirmava o profeta Obadias. Cerca de 570 a.C., o profeta Ezequiel recebeu a seguinte mensagem divina urgente (Ezequiel 30: 2-3):

Filho do Homem, profetiza e dize: Assim diz o Senhor deus:
Chorai e lamentai o Dia! Pois perto está o Dia – O Dia do Senhor está perto!

Ezequiel estava fora de Jerusalém, tendo sido levado ao exílio com outros líderes judeus pelo rei babilônico Nabucodonosor, o que invadiu e destruiu Jerusalém em 586 a.C. e o “eterno” templo do senhor Yahweh/Enlil”. O lugar no exílio, onde as profecias e a famosa visão de Ezequiel da Carruagem Celestial [uma espaçonave anunnaki] ocorreram, era às margens do Rio Khabur, na região de Harran.
A localização não era por acaso, pois a conclusão da saga do Dia do Senhor – e da Assíria e da Babilônia – deveria se desenrolar onde a jornada de Abraão havia começado.


“A sabedoria (Sophia) clama lá fora; pelas ruas levanta a sua voz. Nas esquinas movimentadas ela brada; nas entradas das portas e nas cidades profere as suas palavras:  “Até quando vocês, inexperientes, irão contentar-se com a sua inexperiência? Vocês, zombadores, até quando terão prazer na zombaria? E vocês, tolos [ignorantes], até quando desprezarão o conhecimento?  Atentai para a minha repreensão; pois eis que vos derramarei abundantemente do meu espírito e vos farei saber as minhas palavras [o conhecimento]”. – Provérbios 1:20-23


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