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Um golpe de mestre de Trump e seus aliados contra o Deep State nos EUA: a emissão da “Lei contra insurreições”, conforme uma fonte militar

Posted by on 12/06/2021

O último artigo publicado pela jornalista americana Laurie Roth pode realmente ser a chave para tudo. Na prática, pode ser a chave para explicar o que aconteceu nos últimos seis meses nos EUA. Roth escreve que ela teve uma conversa por telefone com um oficial militar dos EUA que supostamente fez uma revelação sensacional. Poucos dias antes de deixar a presidência, em 14 de janeiro, para ser mais preciso, Trump teria assinado uma Lei que nos EUA é conhecida como “ato contra insurreições” e que atribui poderes especiais de emergência ao presidente em exercício dos EUA para sufocar rebeliões e ações que minam diretamente a soberania do pais.


“O indivíduo é deficiente mentalmente [os zumbis], por ficar cara a cara, com uma conspiração tão monstruosa, que nem acredita que ela exista. A mente americana [humana] simplesmente não se deu conta do mal que foi introduzido em seu meio. . . Ela rejeita até mesmo a suposição de que as [algumas] criaturas humanas possam adotar uma filosofia, que deve, em última instância, destruir tudo o que é bom, verdadeiro e decente”.  – Diretor do FBI J. Edgar Hoover, em 1956


Tradução, edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch

“Trump assinou lei contra insurreições”. Um golpe de mestre de Trump contra o Estado Profundo nos EUA, conforme uma fonte militar

Fonte:  La Cruna dell’Ago – Por Cesare Sacchetti

A repórter em seu artigo intitulado ” Os militares e Trump estão no controle?”  afirma que “sobre especulação e confusão sobre se o presidente Trump assinou a lei anti-insurgência ou não, ele o fez.” Roth afirma claramente que a assinatura ocorreu em 14 de janeiro de 2021 e que “a Lei deu a ele mais dois meses como presidente sob as mesmas diretrizes da lei”.

No final da extensão de dois meses dos poderes presidenciais, os militares dos EUA, acrescenta Roth, “deram a Trump mais dois meses como presidente”. Esta segunda extensão dos poderes presidenciais de Trump teria terminado no último dia 20 de maio e “provavelmente foi estendida novamente pelos militares que estão de fato no controle do pais de acordo com a lei contra insurreições.”

A esta altura, a primeira objeção natural e espontânea que se poderia fazer ao que disse a jornalista americana é que tudo isso não é possível, pois tal declaração exige a promulgação oficial do ato pelo Presidente dos Estados Unidos. O ato, em outras palavras, deve ser tornado público e não pode permanecer privado. Na realidade, este não é o caso e é o próprio texto da lei que assim o diz.

O ato anti-insurreição foi originalmente incorporado à lei americana em 1807 e ratificado pelo então presidente Thomas Jefferson. Posteriormente, as disposições desta lei foram inseridas na lei conhecida como “Lei de Posse Comitatus” de 1878 .

Uma parte das disposições em questão prevê que, no que diz respeito ao domínio da “defesa nacional” contra ameaças externas, não seja seguido o mesmo procedimento que para a ativação da lei contra as insurreições.

De acordo com algumas interpretações jurídicas, isso significa que, nessa circunstância, o Presidente dos EUA não é obrigado a informar ao Congresso e a fazer uma proclamação oficial do ato. Se a própria segurança interna do país está ameaçada por ameaças capazes de derrubar o Presidente [como numa fraude eleitoral] e a Constituição, então o Comandante-em-Chefe pode assinar a lei sem fazer qualquer anúncio oficial.

O Presidente em exercício então em situações de emergência deste tipo também pode recorrer a outros poderes extraordinários em plena consonância com a constituição americana e as leis federais. Provavelmente, muitos não ouviram falar do chamado PEAD , sigla que significa “documentos de ação de emergência presidencial”, ou documentos presidenciais de ações de emergência.

A criação dos PEAD remonta à época do governo Eisenhower no início dos anos 1950 e são atos especificamente concebidos para lidar com situações de emergência e garantir a chamada “continuidade do governo”. Na época, a principal preocupação era garantir que houvesse a continuidade de um governo totalmente funcional no caso de um conflito nuclear. Os poderes do PEAD foram gradualmente estendidos para incluir outras situações de perigo ou emergência para a segurança dos EUA.

Esses atos têm uma característica particular. Eles são secretos e não estão sujeitos à ratificação pelo Congresso dos Estados Unidos, então ninguém descobrirá, exceto pelo topo da cadeia de comando, que é informado pelo próprio presidente de que foi declarado um estado de emergência, e que o comandante-em-chefe assume poderes extraordinários para lidar com esta situação.

A estratégia de Trump e seus aliados para atingir o Deep State no seu coração

Este pode realmente ser o processo legislativo que explica o que aconteceu nos últimos meses. Isso pode ter sido na prática o movimento de xadrez do cavalo de Trump para jogar com o Deep State que efetivamente engendrou um golpe ao fraudar as eleições [com ajuda EXTERNA] para derrubar o Presidente dos Estados Unidos.

Nesse ponto, porém, é necessário dar um pequeno passo para trás e voltar àqueles meses de grande turbulência após a infame noite de 3 de novembro, quando ocorreu a maior fraude eleitoral da história dos EUA, até 20 de janeiro, dia da inauguração, do “governo” neste momento. fake, por Joe Biden.

Todos sabiam que a eleição foi fraudada. Evidências de grandes irregularidades já eram evidentes na época, quando pela primeira vez na história das eleições aconteceram verdadeiros “milagres” nunca antes vistos, como votos de mortos que voltaram à vida para dar seu voto a Joe Biden. ou votos por correspondência que foram atribuídos 100% a Joe Biden.

Tudo foi previsto e Trump sabia perfeitamente que esse era o plano em que o globalismo via democratas, seus marionetes, já trabalhava dois anos antes, quando ainda em 2018 Trump assinou um decreto intitulado “Imposição de certas sanções em caso de interferência eleitoral estrangeira nas eleições americanas” em que falou justamente da ativação do estado de emergência em caso de ingerência estrangeira com o objetivo de manipular o resultado das eleições americanas.

E a interferência nas eleições, à favor dos democratas ocorreu para todos os efeitos, principalmente de países como China, Itália, Espanha, Suíça, Canadá e Alemanha.

Acima de tudo, um papel fundamental neste verdadeiro ataque à soberania dos Estados Unidos teria sido desempenhado pela Itália, pois a parte decisiva da fraude teria ocorrido na Itália, na embaixada americana na Via Vêneto em Roma, com a participação da empresa aeroespacial Leonardo SpA, empresa do governo italiano e do então governo de Conte que teria autorizado esta operação.

O ataque à soberania dos Estados Unidos havia realmente começado e um evidente golpe eleitoral foi acionado para derrubar o presidente Trump. O estado profundo estava tentando remediar o que havia sido um sério soluço para eles em 2016, quando Trump se tornou presidente derrotando sua candidata [a satanista] Hillary R. Clinton. Na época, o sistema decidiu arquitetar a queda do presidente eleito criando o falso escândalo Russiagate em uma tentativa de retratar Trump como um homem pago pelos russos.

Também nessa ocasião, a Itália desempenhou um papel fundamental, pois a operação ocorreria dos dois lados. Do lado americano, o então presidente Obama, que supostamente coordenou a espionagem ilegal contra Trump e a abertura da investigação do FBI “Furacão Crossfire” para investigar o conluio inexistente de Trump com a Rússia.

Do lado italiano, o então primeiro-ministro italiano Renzi que teria disponibilizado os serviços italianos para permitir o sucesso desta operação. A conexão existente entre o estado profundo americano e o italiano foi, portanto, o menor denominador comum dos últimos quatro anos, que ele tentou constantemente para derrubar Trump.

A operação falhou porque Trump também se tornou presidente. Em 2020, a cabala globalista sabia perfeitamente bem que um golpe de proporções ainda maiores seria necessário para derrubar Trump. É por isso que todo o establishment americano, sob a supervisão direta do ramo britânico da família Rothschild , banqueiros de origem judeu Khazar, deu ordem para cometer a maior fraude eleitoral da história.

Trump sabia perfeitamente bem quais eram os planos do outro lado. Ele não estava de forma alguma despreparado. Ele sabia que o globalismo tinha que conceber um golpe de enorme magnitude para derrubá-lo efetivamente. Todos os atentados contra a vida do presidente fracassaram. Em agosto de 2020, um misterioso atirador atirou na escolta de helicópteros presidenciais e feriu um oficial da escolta presidencial. Até o momento, não se sabe quem disparou aquele tiro.

Imediatamente depois, um drone incrivelmente conseguiu chegar perto do avião do presidente  e quase provocou uma colisão. No arsenal de armas do estado [Deep State] profundo, restou a fraude eleitoral que foi realizada em grande escala em todos os principais estados americanos, os mais importantes, e também envolveu vários governos europeus, sobretudo o italiano, nas mãos do globalismo que é ferozmente inimigo do presidente nacionalista americano.

Trump esperou na margem do rio e aguardou o ataque amplamente antecipado de seus inimigos.  Ele os deixou realizar a fraude e em janeiro, ao assinar a lei anti-insurgência, ele efetivamente fez do governo Biden um mero governo fantoche.

Tudo isso sem fazer o menor ruído. Sem dar à controlada e prostituída mídia mainstream americana e a prostituída mídia mundial, nas mãos das corporações e das finanças internacionais, a possibilidade de chamá-lo como um “ditador” por ter ordenado a execução de um ato necessário para frustrar o golpe de Estado ocorrido contra sua presidência.


E NÃO SE ESQUEÇAM de que Joe Biden está tão senil que admitiu, diante das câmeras, em uma falha grotesca em seu discurso [talvez pela sua senilidade galopante] que os democratas produziriam “a mais ampla organização de fraude eleitoral da história da política americana”. Você pode vê-lo admitindo isso aqui, ESTA GRAVADO:

We’re in a situation where we have put together, I think, the most extensive and exclusive voter fraud organization in the history of american politics. [Estamos em uma situação em que montamos, creio eu, a organização de fraude eleitoral mais ampla e exclusiva da história da política americana.]


A maior zombaria de Trump do sistema foi essa e não foi percebida pelos seus inimigos mergulhados em sua arrogância. Existem muitas pistas e evidências que mostram que o governo Biden nunca assumiu poderes plenos. O estado [Deep State] profundo deu a Biden a tarefa de realizar a implantação da “Grande Reinicialização”. Em outras palavras, deu a ele a tarefa de arrastar a América e o mundo à reboque para a última etapa da implantação de um governo totalitário no estilo Nova Ordem Mundial.

Ele também recebeu a tarefa de aumentar as tensões com a Rússia [e com à China] até um possível confronto armado.

Nada disso aconteceu, para desespero dos globalistas. Ao contrário, cenários opostos estão ocorrendo. Nesse ponto, tudo faria sentido. Se Trump realmente assinou o ato anti-insurgência, seria perfeitamente compreensível por que Biden, até agora, não fez nada de tudo que deveria ter feito, mas, pelo contrário, ele está até mesmo perseguindo políticas que o próprio Trump poderia ter empreendido, como a distensão com a Rússia.

Com isso, seria possível entender várias coisas que talvez seis meses atrás não estavam totalmente claras. Muitos provavelmente se lembrarão do primeiro vídeo de Biden no Salão Oval já em janeiro. Em um ponto do vídeo, uma silhueta que se parece muito com a de Trump pode ser avistada atrás de Biden . Se realmente era Trump, a mensagem que o presidente estava enviando a seus inimigos era muito clara.

Ele estava zombando deles. Trump permitiu a inauguração de uma administração fantoche e a utilizou para melhor atingir seus objetivos. Nos últimos seis meses, uma verdadeira demolição controlada das pedras angulares do globalismo foi iniciada e parece ser irreversível.

As quatro etapas da estratégia para atingir a Nova Ordem Mundial no coração

O primeiro passo que Trump e seus aliados militares deram foi o financiamento internacional, que é o portfólio de todos os lobbies de Washington.

operação da GameStop não parece ser o resultado de um encontro casual de quatro investidores amadores que concordaram em comprar as ações desta empresa perdendo enormes somas para os fundos de investimento de Wall Street que apostaram que as ações cairiam e teve que pagar bilhões de dólares aos pequenos acionistas americanos.

A GameStop foi o início de uma demolição controlada. Foi o início de um ataque no coração do sistema globalismo, o dinheiro.

A segunda etapa foi remover as restrições desnecessárias e prejudiciais do coronavírus. Se você olhar para a progressão das medidas da Covid nos EUA nos últimos seis meses, pode ser facilmente visto que 46 dos 50 estados já suspenderam a obrigação de usar máscaras e outros, como o Texas voltaram 100% à condição normal antes da pandemia [fake].

Os Estados Unidos não participaram da “Grande Reinicialização”. Pelo contrário, eles se afastaram completamente dessa agenda, que sem a sua participação esta destinada ao fracasso.

A terceira etapa foi a operação do navio Evergreen no Canal de Suez. Vários especialistas navais apontaram uma circunstância muito simples. A localização de um navio de proporções tão enormes em um espaço tão estreito como o Canal de Suez, durante dias, não foi de forma alguma acidental.

Esse navio foi bloqueado lá de propósito. Uma fonte militar americana de alto nível revelou ao jornalista americano Scott McKay que nos contêineres daquele navio havia de fato crianças sequestradas em vários lugares do mundo destinadas a acabar nos braços da rede internacional de pedofilia e tráfico internacional de pessoas. As crianças foram posteriormente resgatadas pelas forças especiais americanas e russas.

Antes de definir apressadamente essa hipótese como [mais uma] “teoria da conspiração”, um neologismo sem sentido lógico tão caro ao regime e de largo uso pela mídia mainstream pre$$titutes, cada vez menos acreditada, é preciso lembrar que não é de forma alguma a primeira vez que seres humanos são transportados dessa forma.

No ano passado, a polícia holandesa prendeu um grupo de contrabandistas que preparou seus próprios contêineres para transportar pessoas que acabaram na rede de traficantes de seres humanos. Ao mesmo tempo, essa operação adquiriu um significado mais puramente geopolítico e econômico.

Por meio do fechamento temporário do Canal de Suez, as forças de resistência ao Deep State desferiu um golpe severo no motor econômico da globalização – a China comunista. Esse trecho de mar tornou-se, de fato, a principal passagem para a troca de mercadorias chinesas. Através de sua obstrução, o lado de Trump enviou uma mensagem inequívoca aos escalões superiores do globalismo. A globalização é construída sobre areia movediça e pode ser afundada a qualquer momento, fechando-se as passagens navais comerciais pelas quais as mercadorias viajam.

Agora há a quarta etapa, a última. O cancelamento do golpe eleitoral e o retorno oficial de Trump ao poder.

Se você der uma olhada no site de Trump, “ From Donald Trump’s Desk ”, verá que Trump não está falando sobre nada além dos relatórios legais em andamento sobre as votações nos vários estados que estão provando como a eleição foi roubada.

Um mecanismo irreversível foi colocado em movimento. Os “jornalistas” pagos pelo sistema , como Rachel Maddow , entenderam isso perfeitamente. Assim que a recontagem começar, outros ainda se seguirão e a fraude definitivamente sairá.

Maricopa foi o início de um processo quase irreversível. O resultado desse processo é trazer Trump de volta ao poder muito antes de 2024. Homens próximos a ele, como Mike Lindell, Sidney Powell e Lin Wood, declaram isso abertamente.

O retorno dos EUA sob o império da Lei está sobre nós. A história de retorno de Trump nas eleições de 2024 é apenas uma forma de desviar a mídia pre$$titutes que desesperadamente ignora a realidade dos fatos na ilusão tola de que a realidade vai embora.

QAnon não é uma operação psicológica

Na prática, estamos testemunhando uma operação cientifica e militarmente planejada.

Pessoalmente, o escritor não tinha uma opinião específica sobre o movimento QAnon, o grupo de inteligência militar de patriotas aliados que se acredita estar por trás de Trump. Nos últimos meses, entretanto, alguns fatos indiscutíveis surgiram. A operação terrorista de coronavírus não conseguiu arrastar o mundo para a última fase da Nova Ordem Mundial.

Acima de tudo, o Deep State, ao colocar seu fantoche senil Joe Biden na Casa Branca não foi capaz de recuperar o controle dos Estados Unidos, de acordo com a sua agenda, pais sem o qual qualquer governo mundial será impossível. Não se pede ao leitor qualquer adesão cega para “acreditar no plano”. Ele apenas pede que você reúna os fatos e chegue às suas próprias conclusões de que, no mínimo, algo não esta cheirando bem.

Os fatos, porém, dizem que, no tabuleiro de xadrez global, o globalismo está perdendo o jogo. Os Estados Unidos não estão marchando em direção à sociedade totalitária desejada pelas elites, nem a Rússia, a segunda maior superpotência do mundo com as suas vastas riquezas e recursos naturais, o principal motivo pelo qual o Deep State e seus fantoches, tentam há décadas, tomar o controle do gigante eslavo.

Apenas a fraca UE [a velha Europa onde tudo começa, Illuminati, Nazismo, Fascismo, Comunismo, sociedades secretas, etc, etc…] está tentando forçar a mão, mas sem a participação das duas superpotências, os EUA e a Rússia, qualquer “Grande Reinicialização” será impossível.

Por todas essas razões, somos levados a pensar que o movimento QAnon não é de forma alguma uma operação psicológica como, por exemplo, o jornalista americano Alex Jones e o escritor inglês David Icke afirmaram. A esse respeito, é importante lembrar  que o primeiro, Jones, já declarou há dois anos que não quer mais se envolver com Trump .

O segundo, por outro lado, é um popularizador da teoria de que reptilianos, supostos seres extraterrestres, estariam no controle da Terra, e a teoria dos alienígenas está intimamente ligada aos ambientes maçônicos e da Nova Era de inspiração satânica e esotérica, como é funcional negar a existência de Deus.

Icke, em particular, argumentou que QAnon nada mais era do que uma reedição de uma rede de falsos dissidentes chamada “Operação Trust” nos dias do regime comunista bolchevique na década de 1920. O objetivo dessa rede era construir uma falsa oposição dirigida pelo próprio regime bolchevique para então poder capturar todos aqueles que se opunham ao próprio regime.

Se Icke estivesse certo, entretanto, neste ponto teria havido uma captura de dissidentes pertencentes a QAnon e uma consolidação do regime. Ao contrário, está acontecendo exatamente o oposto. É o regime globalista que está enfraquecendo globalmente e o grupo QAnon  nos EUA está ficando cada vez mais forte e expondo, para os que ainda tem a capacidade de reflexão, toda a agenda globalista do Deep State.

Nesse ponto, há duas coisas mais importantes que o leitor deve ter em mente.

O primeiro é olhar para os fatos. Muitas pessoas pedem pelos fatos que provam como Trump realmente esta jogando com o estado profundo, mas não percebem que os fatos estão lá. Eles apenas precisam olhar para eles.

A segunda é sempre considerar a natureza espiritual da luta contínua que esta sendo travada pela alma dos EUA. Se a pessoa fica estritamente confinada ao plano material, às noticias da mídia mainstream pre$$titutes, à censura impostas pela mídia social das Big Tech, todos à serviço de seus mestres, não entenderá a natureza espiritual, diabólica e abertamente satanista, que orienta o adversário em seus movimentos.

Só assim agindo reflexivamente poderemos entender verdadeiramente o que está acontecendo nos subterrâneos do poder, indo além do meramente superficial. Pelo uso da razão analítica e pela fé em Deus os dois conceitos não só não estão em contradição como afirma a falsa ciência, mas são estritamente complementares.

Para se ter uma ideia de quando haverá o “redde rationem” [prestação/ajuste de contas] entre Trump / QAnon, os seus aliados e o Deep State, seus fantoches, a Nova Ordem Mundial, Illuminati, Khazares, et caterva, é útil citar as palavras do próprio Trump: “Algo vai acontecer nos próximos seis meses” [e será MUITO INTENSO]Os próximos seis meses podem ser realmente decisivos para compreender o destino da América, do mundo e de toda a sua humanidade.


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“O futuro será encontrar uma forma de reduzir a população … Claro, não seremos capazes de executar pessoas ou construir acampamentos [campos de concentração]. Livramo-nos deles fazendo-os acreditar que é para o seu próprio bem … Vamos encontrar ou causar alguma coisa, uma pandemia que atingirá certas pessoas, uma crise econômica real ou não, um vírus que afeta os idosos, tanto faz, os fracos e os medrosos sucumbirão a ela. O estúpido vai acreditar nisso e pedir para ser tratado.  Teremos cuidado de ter planejado o tratamento, um tratamento que será a solução.A seleção dos idiotas [para abate], portanto, será feita por si mesmos: eles irão para o matadouro sozinhos”.  – Excerto de livro de 1981 de Jacques Attalli [Membro do Grupo Bilderberger, num exemplo de mentalidade dos psicopatas da Elite]


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2 Responses to Um golpe de mestre de Trump e seus aliados contra o Deep State nos EUA: a emissão da “Lei contra insurreições”, conforme uma fonte militar

  1. Norberto

    O vídeo do Biden conversando no gabinete, e o homem passando fora da Casa Branca, é o TRUMP SIM. Vi várias vezes, e não restam dúvidas. Se quiserem, vejam vocês. Grato a todos.

  2. Dante

    Espero que o plano de Donald Trump de certo logo, e ele consiga ssua volta oficial ao poder!

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