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O Futuro Está Chamando (2): Organizações Secretas e Agendas Ocultas

Posted by on 03/11/2016

avestruz-homemO Futuro Está Chamando – Parte 2: Organizações Secretas e Agendas Ocultas

Vamos agora colocar a teoria de lado e voltar um pouco à história real. Das minutas do Fundo Carnegie, lembramos as curiosas palavras: “Precisamos controlar a educação na América”. Quem é esse “nós” que está implícito aqui? Quem são as pessoas que estão planejando fazer isso? Para responder a essa pergunta, precisamos ajustar as coordenadas da nossa máquina do tempo novamente, e agora estamos nos movendo mais para trás no tempo, para o ano de 1870 …

Edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch

O Futuro Está Chamando – Parte 2: Organizações Secretas e Agendas Ocultas

Por G. Edward Griffin — Em Freedom Force International, revisado pelo autor em 31/01/2015 em http://www.freedomforceinternational.org

John Ruskin Promove o Coletivismo na Universidade de Oxford

… Subitamente, encontramo-nos na Inglaterra, em uma elegante sala de aula da Universidade de Oxford, e estamos assistindo a uma aula de um intelectual brilhante chamado John Ruskin. Ruskin era professor de História da Arte em Oxford. Ele era um gênio. A princípio, eu estava preparado para não gostar dele, porque ele era um total coletivista. Mas, quando peguei seus livros e comecei a ler as notas de suas aulas, tive de reconhecer seu talento. Primeiro de tudo, ele foi um artista bem-sucedido. Ele era um arquiteto e um filósofo. O único defeito que pude ver nele era que acreditava no coletivismo.

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G. Edward Griffin

Ruskin falava sobre isso com eloqüência e seus alunos, vindos das classes ricas — a elite e os privilegiados das áreas mais nobres de Londres — eram receptivos à sua mensagem. Ele ensinava que aqueles que tinham herdado a rica cultura e tradição do Império Britânico tinham a obrigação de governar o mundo e garantir que os menos afortunados e as pessoas estúpidas recebessem a direção correta. Essa era basicamente sua mensagem, mas ela era entregue de uma maneira muito convincente e apelativa.

Ruskin não foi o originador do coletivismo. Ele estava meramente surfando na crista de uma onda ideológica que varreu todo o mundo ocidental naquele tempo. Ela estava fazendo um apelo aos filhos e filhas dos ricos que estavam crescendo com sentimentos de culpa por desfrutarem de tanto luxo e privilégios, em chocante contraste com os pobres e famintos do mundo.

Naquele cenário estavam surgindo dois poderosos movimentos ideológicos. Um deles era o marxismo, que oferecia a promessa de defender e melhorar a vida das populações sofridas. Os jovens ricos sentiam em seus corações que essa promessa era digna e nobre. Eles queriam fazer algo para ajudar aquelas pessoas, mas não queriam abrir mão de seus privilégios. Eu direi isto de John Ruskin, ele na verdade deu de sua própria riqueza para os pobres, mas foi uma das raras exceções. A maioria dos coletivistas hesita em dar do seu próprio dinheiro. Eles preferem que o governo seja o solucionador dos problemas e use a receita dos impostos — o dinheiro dos outros.

Os coletivistas reconhecem que alguém tem de administrar a máquina do governo, e bem pode ser eles, especialmente quando se considera que são tão bem educados e sábios. Desse modo, eles podem reter seus privilégios e sua riqueza. Eles podem agora estar no controle da sociedade sem se sentirem culpados. Eles podem conversar sobre como vão melhorar a condição de vida da população sofrida usando o modelo coletivista. Foi por essas razões que muitos dos idealistas ricaços se tornaram marxistas e buscaram ocupar posições de liderança no governo.

A SOCIEDADE FABIANA (The Fabian Society)

Mas havia outro movimento que estava nascendo aproximadamente nesse mesmo tempo e que eventualmente concorreu com os marxistas da pesada. Alguns dos membros mais eruditos das classes abastadas e intelectuais da Inglaterra formaram uma organização para perpetuar o conceito do coletivismo, mas não exatamente de acordo com Marx. Ela foi chamada de Sociedade Fabiana.

Esse nome é significativo, porque foi dado em homenagem a Quinto Fábio Máximo (Quinto Fábio Máximo, chamado de Cunctator, foi um político e militar romano. Foi nomeado cônsul em cinco ocasiões, e ditador em outras duas oportunidades. Nasc: 280 a.C., República Romana, Morte: 203 a.C.), o general romano que, no segundo século antes de Cristo, manteve Aníbal Barca (general de Cartago) em apuros, desgastando seu exército com táticas para provocar atrasos, manobras infindáveis e evitando a confrontação sempre que possível.

Fabiansociety-CrestAo contrário dos marxistas, que estavam apressados para chegar ao poder por meio de uma confrontação direta com os governos estabelecidos, os fabianos estavam dispostos a esperar sua vez, e chegar ao poder sem confrontação direta, trabalhando calada e pacientemente desde dentro dos governos visados. Para enfatizar essa estratégia, e para se distinguirem dos marxistas, adotaram a tartaruga como emblema. O escudo oficial deles também retrata a imagem de um lobo em pele de cordeiro. Essas duas imagens resumem perfeitamente a estratégia deles.

Agora estamos em 1884, em Surrey, no sul da Inglaterra, observando um pequeno grupo de fabianos que estão sentados em torno de uma mesa na elegante residência de seus membros mais proeminentes, Sydney e Beatrice Webb. Os Webb seriam mais tarde conhecidos mundialmente como os fundadores da Escola de Economia de Londres. A casa deles foi mais tarde doada para a Sociedade Fabiana e tornou-se a sede oficial. Em torno da mesa estão figuras bem conhecidas, como George Bernard Shaw, Arnold Toynbee, H. G. Wells, e vários outros de mesmo calibre. A propósito, a Sociedade Fabiana ainda existe hoje, e muitas pessoas proeminentes são membros dela, dentre as quais o ex primeiro-ministro britânico Tony Blair, entre outros …

H. G. Wells escreveu um livro para servir como um guia mostrando como o coletivismo poderia ser incorporado na sociedade sem levantar alarme ou séria oposição. O nome do livro é “The Open Conspiracy” (A Conspiração Aberta), e o plano foi descrito em detalhes. O fervor de Wells era intenso. Ele dizia que as antigas religiões do mundo precisavam dar lugar para a nova religião do coletivismo. Ele dizia que a nova religião deveria ser o Estado, e o Estado deveria se responsabilizar por todas as atividades humanas com, é claro, os elitistas como ele próprio no comando. Bem na primeira página ele diz: “Este livro define da forma mais clara e simples possível as idéias essenciais da minha vida, a perspectiva do meu mundo… Esta é a minha religião. Aqui estão meus objetivos de direção e o critério de tudo o que faço.” [1].

Quando ele disse que o coletivismo era sua religião, estava sendo sério. Como muitos coletivistas, ele achava que a religião tradicional é uma barreira à aceitação do poder do Estado. Ela é uma competidora pelas lealdades do homem. Os coletivistas vêem a religião como um instrumento pelo qual os clérigos mantêm a população sofrida satisfeita oferecendo-lhe uma visão de algo melhor no outro mundo. Se você tem o objetivo de produzir mudanças, não quererá que as pessoas se sintam satisfeitas e precisará criar o descontentamento e a revolta generalizada.

Karl Marx

É por isso que Karl Marx chamou a religião de ópio do povo. A religião é um obstáculo para a mudança revolucionária. Wells dizia que o coletivismo deveria se tornar o novo ópio, que ele deveria se tornar a visão para coisas melhores no outro mundo. A nova ordem precisa ser construída sobre o conceito que os indivíduos não são nada comparados com a sociedade vista em seu longo prazo, e que somente servindo à sociedade é que nos tornamos conectados com a eternidade. Ele era muito sério.

O modelo em The Open Conspiracy tem sido seguido em todas as dependências britânicas e nos EUA. Como resultado, o mundo hoje está muito próximo da visão de H. G. Wells. Uma adoração ao deus chamado sociedade tornou-se a nova religião. Independente de qual seja o insulto à nossa dignidade ou liberdade, ouvimos que ele é necessário para o avanço da sociedade, e isto tornou-se a base para o contentamento sob as durezas do coletivismo. O bem maior para o número maior de pessoas tornou-se o ópio do povo.

AMOR e ÓDIO ENTRE os FABIANOS e os LENINISTAS

Os fabianos e os marxistas estão em concordância com seus objetivos mútuos do coletivismo, mas diferem no estilo e algumas vezes nas táticas. Quando o marxismo fundiu-se com o leninismo e fez sua primeira “conquista” na Rússia, essas diferenças tornaram-se o centro do debate entre os dois grupos. Karl Marx dizia que o mundo estava dividido em dois campos eternamente em guerra um com o outro. Um era a classe trabalhadora, que ele chamava de proletariado, e o outro era a classe abastada, que possuía a terra e os meios de produção. Essa classe ele chamava de burguesia.

Os fabianos nunca foram entusiastas dessa visão de conflito de classes, provavelmente porque a maioria deles pertencia à burguesia, mas Lênin e Stalin a aceitavam de todo o coração. Lênin descrevia o Partido Comunista como “a vanguarda do proletariado”, e ele (o partido) tornou-se um mecanismo para guerra total e implacável contra qualquer um que mesmo remotamente pudesse ser considerado burguês. Quando os bolchevistas alcançaram o poder na Rússia, os proprietários de terra e donos de lojas foram mortos às dezenas de milhares.

Essa brutalidade ofendia as sensibilidades dos fabianos, mais refinados e elegantes. Não que os fabianos se opusessem à força e à violência para atingir seus objetivos, é que eles preferiam a violência como o último recurso, enquanto que os leninistas estavam correndo soltos na Rússia, implementando um plano de deliberado terror e brutalidade. Os fabianos admiravam o sistema soviético porque ele era baseado no coletivismo, mas estavam chocados pelo que consideravam um derramamento de sangue desnecessário. Era uma discordância com relação ao estilo. Quando Lênin tornou-se o senhor da Rússia, muitos dos fabianos aderiram ao Partido Comunista, pensando que ele se tornaria a vanguarda do socialismo mundial. Eles provavelmente teriam ficado ali se não tivessem ficado ofendidos pela brutalidade do regime soviético.

Para compreender o relacionamento de amor e ódio entre esses dois grupos, nunca devemos perder de vista o fato que o leninismo e o fabianismo são meramente variantes do coletivismo. As similaridades entre eles são muito maiores que suas diferenças. É por isto que seus membros freqüentemente mudam de um grupo para o outro — ou porque alguns deles na verdade são membros dos dois ao mesmo tempo. Os leninistas e os fabianos geralmente são amigos uns dos outros. Eles podem discordar intensamente com questões teóricas e de estilo de ação, mas nunca com relação aos objetivos.

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A janela da Fabian Society… e parte da famosa frase sobre a remodelação do MUNDO; remodelaríamos mais de acordo com o desejo dos corações” –  À direita, Sydney Webb e George Bernard Shaw batendo na Terra com martelos.

Margaret Cole foi presidente da Sociedade Fabiana de 1955 a 1956. Seu pai, G. D. H. Cole, foi um dos primeiros líderes da organização, em 1937. Em seu livro The Story of Fabian Socialism, ela descreve o laço comum que une os coletivistas. Ela escreveu:

“É possível ver claramente que as similaridades básicas eram muito maiores do que as diferenças, que os objetivos básicos dos fabianos da abolição da pobreza, por meio da legislação e da administração pública; do controle comunal da produção e da vida social… eram buscados com energia inabalável pelas pessoas treinadas nas tradições fabianas, independente se no momento de tempo elas se chamam de socialistas fabianos ou se repudiavam em alta voz o nome… A similaridade fundamental é atestada pelo fato que, após as tempestades produzidas primeiro pelo sindicalismo [2]. e depois pela Revolução Soviética na Rússia em seus primeiros dias tinham enfraquecido, aqueles “fabianos rebeldes” que não tinham se filiado ao Partido Comunista (e os muitos que tendo inicialmente se filiado, se desligaram com toda a pressa), junto com as conexões de G. D. H. Cole no movimento de educação da classe trabalhadora e seus jovens discípulos de Oxford dos anos 20, não encontraram dificuldade mental em ingressar na restaurada Sociedade Fabiana de 1939 — nem os fiéis sobreviventes tiveram qualquer dificuldades em colaborar com eles.” [3].

Os fabianos são, de acordo com seu próprio simbolismo, lobos em pele de cordeiro, e isso explica por que seu estilo é mais eficiente em países com que as tradições parlamentares são bem estabelecidas e onde as pessoas esperam ter uma voz em seu próprio destino político. Os leninistas, por outro lado, tendem a ser lobos na pele de lobo, e o estilo deles é mais eficaz em países em que as tradições parlamentares são fracas e onde a população já está acostumada com as ditaduras.

Em países em que as tradições parlamentares são fortes, a tática principal para ambos esses grupos é enviar seus agentes para os centros de poder da sociedade para obter o controle a partir de dentro. Os centros de poder são aquelas organizações e instituições que representam todos os segmentos influentes da sociedade. Eles incluem os sindicatos, partidos políticos, organizações eclesiásticas, segmentos da mídia, instituições educacionais, organizações cívicas, instituições financeiras, empresas industriais, para citar apenas algumas.

Em um momento, lerei uma lista parcial dos membros de uma organização chamada Conselho das Relações Exteriores (Council on Foreign Relations, ou CFR), e você reconhecerá que os centros de poder que essas pessoas controlam são exemplos clássicos dessa estratégia. A influência combinada de todas essas entidades constitui o poder político total do país. Para ganhar o controle de um país, tudo o que é necessário é controlar seus centros de poder, e essa tem sido a estratégia dos fabianos e dos leninistas de igual forma.

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Eles podem discordar com relação ao estilo; podem competir para saber qual deles dominará a vindoura Nova Ordem Internacional (ou NWO-New World Order, Nova Ordem Mundial), quem ocupará as posições mais elevadas na pirâmide de poder; eles podem até mesmo enviar exércitos opostos à batalha para estabelecer proeminência territorial sobre porções do globo, mas nunca brigam com relação aos objetivos. Em tudo, eles são irmãos de sangue (dos outros) e sempre se unem contra seu inimigo comum, que é qualquer um em oposição ao coletivismo. É impossível compreender o que está se desdobrando na “GUERRA ao TERRORISMO” hoje sem estar ciente dessa realidade.

A CHAVE que DESTRAVA a PORTA que OCULTA os SEGREDOS
Os símbolos fabianos da tartaruga e do lobo em pele de cordeiro adornam uma vidraça que ficava na sede da Sociedade Fabiana. Dizem que a vidraça foi removida por questões de segurança, mas existem muitas fotografias que mostram os símbolos em grande detalhe. A parte mais significativa aparece no topo. É aquela famosa linha de Omar Khayyam:

Querido amor, poderíamos você e eu com o destino conspirar para compreendermos todo este triste esquema de coisas? Não o faríamos totalmente em pedaços E o remodelaríamos mais de acordo com o desejo dos corações?

Permita-me repetir o verso. Ele é a chave para compreendermos a história moderna, e destrava a porta que oculta o segredo da guerra contra o terrorismo:

Querido amor, poderíamos com o destino conspirar Para compreendermos todo este triste esquema de coisas? Não o faríamos totalmente em pedaços E o remodelaríamos mais de acordo com o desejo dos corações?

Em outra parte na vidraça há um retrato de Sydney Webb e George Bernard Shaw batendo na Terra com martelos. A Terra está em uma bigorna e eles estão batendo nela com martelos — para despedaçá-la! Isto é o que eles estavam dizendo no Fundo Carnegie. Isto é o que eles estavam dizendo na Fundação Ford.

“A guerra é o melhor modo para remodelar a sociedade. Guerra! Ela irá deixar a sociedade em pedaços, partindo-a. Em seguida, podemos remodelá-la mais de acordo com o desejo do coração.”

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E qual é o desejo do coração deles? Senhoras e senhores, é o coletivismo.

A SOCIEDADE SECRETA CRIADA POR CECIL RHODES
A partir do ponto de observação privilegiado da nossa máquina do tempo, voltamos agora para a sala de aula em Londres, na qual John Ruskin está exaltando as virtudes do coletivismo, e observamos que um de seus alunos está fazendo extensas anotações. Seu nome é Cecil Rhodes. Será revelado em anos posteriores que esse rapaz ficou tão impressionado pela mensagem de Ruskin que ele freqüentemente se referia àquelas anotações nos próximos trinta anos de sua vida. Rhodes tornou-se um dedicado coletivista e quis cumprir o sonho e a promessa de John Ruskin. 

A missão de sua vida era levar o Império Britânico a dominar sobre todo o mundo, reuni-lo com a América, e criar o governo mundial (NWO) com base no modelo do coletivismo. Sua biógrafa, Sarah Millin, resumiu bem quando escreveu: “O governo do mundo era o desejo simples de Rhodes.” A maioria das pessoas sabe que Rhodes fez uma das maiores (ajudado pelos Rothschild) fortunas do mundo nas minas de diamante e ouro da África do Sul. O que não é amplamente conhecido é que ele gastou a maior parte dessa fortuna para promover as teorias de John Ruskin.

Uma das melhores autoridades na Sociedade Fabiana é Carroll Quigley, um respeitadíssimo professor na Universidade de Georgetown. Um dos ex-alunos de Quigley foi o presidente Bill Clinton. Em uma entrevista coletiva à imprensa logo após sua eleição, Clinton mencionou Quigley pelo seu nome e reconheceu que sentia-se devedor a ele por tudo o que tinha aprendido. O que Quigley estava ensinando era similar ao que John Ruskin ensinava e, como Rhodes antes dele, Clinton assimilou o conteúdo daquelas aulas com muita seriedade. A propósito, não devemos deixar de observar que Clinton foi um bolsista Rhodes Scholar.

Em seu livro The Anglo-American Establishment, o professor Quigley diz isto:

“As bolsas Rhodes criadas pelos termos do sétimo testamento de Cecil Rhodes são conhecidas de todos. O que não é amplamente conhecido é que Rhodes, em cinco testamentos anteriores, deixou sua fortuna para formar uma sociedade secreta, que deveria dedicar-se à preservação e expansão do Império Britânico. E o que não parece ser conhecido de ninguém é que essa sociedade secreta… continua a existir até os dias de hoje. Para ser certo, ela não é algo infantil, como a Ku Klux Klan, e não tem mantos secretos, apertos de mão secretos, ou senhas secretas. Ela não precisa de nada disso, pois seus membros se conhecem intimamente. Ela provavelmente não tem juramentos secretos nem qualquer procedimento formal de iniciação. Entretanto, ela existe e realiza encontros secretos…”

“Este grupo é, como mostrarei, um dos fatos históricos mais importantes do século XX.” [4].

Um dos líderes e organizadores dessa sociedade secreta foi W. T. Stead, que escreveu um livro sobre os testamentos de Cecil Rhodes. Nesse livro, Stead diz:

“Rhodes foi mais do que o fundador de uma dinastia. Ele aspirava ser o criador de uma daquelas vastas associações semi-religiosas, quase políticas que, como a Sociedade dos Jesuítas, exerceram uma parte tão importante na história mundial. Para ser mais rigidamente preciso, ele desejava fundar uma Ordem como o instrumento da vontade da Dinastia…” [5].

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As mais diferentes sociedades secretas abundam nos dias atuais, sendo a “menos secreta” a tão conhecida MAÇONARIA…. meros marionetes dos controladores do sistema

A estrutura da sociedade secreta foi formada usando as linhas clássicas de uma conspiração. As conspirações mais conhecidas da história foram estruturadas como anéis dentro de anéis. Geralmente, há um líder ou um grupo pequeno de duas ou três pessoas no centro. Elas formam um anel de apoiadores em torno delas de talvez dez ou doze, e essas pessoas pensam que são a organização total. Elas não estão cientes que dois ou três indivíduos do grupo estão no controle. E então as doze criam um círculo maior em torno delas de talvez uma centena de pessoas, que pensam que são a organização total, sem perceber que existem doze que realmente estão dirigindo a organização. Esses anéis se estendem para o exterior até que finalmente, chegam à comunidade maior, onde elas alistam os serviços de pessoas inocentes que realizam diversas tarefas da sociedade secreta sem perceber quem está criando a agenda ou o por quê.

A organização Rhodes foi criada exatamente ao longo dessas linhas. Quigley nos diz o seguinte:

“Na sociedade secreta, Rhodes seria o líder. Stead, Brett (Lord Esher), e Milner deveriam formar um comitê executivo [chamado de “Sociedade dos Eleitos”]. Arthur (Lord) Balfour, (Sir) Harry Johnston, Lord Rothschild, Albert (Lord) Grey, e outros estavam listados como potenciais membros de um ‘Círculo de Iniciados’; enquanto deveria haver um círculo externo conhecido como ‘Associação dos Ajudadores’ (mais tarde organizado por Milner como a organização Mesa Redonda).” [6].

Após a morte de Cecil Rhodes, a organização caiu sob o controle de Lord Alfred Milner, que era Governador Geral e Alto Comissário da África do Sul, também uma pessoa muito poderosa no sistema financeiro e na política britânica. [7]. Ele recrutou jovens da classe alta da sociedade para se tornarem membros da Associação dos Ajudadores. Não oficialmente, eles eram conhecidos como “Jardim de Infância de Milner”. Eles foram escolhidos por causa de sua origem na classe alta, de sua inteligência e, especialmente, por causa de sua dedicação ao coletivismo. Eles foram rapidamente colocados em posições importantes no governo e em outros centros de poder para promover a agenda oculta da sociedade secreta. Eventualmente, essa Associação de Ajudadores tornou-se um anel mais interno de grupos maiores, que se expandiram por todo o Império Britânico e pelos EUA. Isto é o que Quigley diz:

“Por meio da influência de Lord Milner, esses homens conseguiram ganhar posições de influência no governo, nas finanças internacionais, e tornarem-se a influência dominante nos assuntos imperiais britânicos e nas relações exteriores até 1939. De 1909 até 1913, eles organizaram grupos semi-secretos conhecidos como Grupos da Mesa Redonda (Round Table), nas principais dependências britânicas e nos Estados Unidos. Esses grupos ainda funcionam em oito países…

Novamente, a tarefa foi dada a Lionel Curtis, que criou na Inglaterra e em cada domínio, uma organização de fachada para o Grupo de Mesa Redonda local existente. Essa organização de fachada, chamada Instituto Real dos Assuntos Internacionais (Royal Institute of International Affairs, ou RIIA), tinha como seu núcleo em cada área o existente e submerso Grupo da Mesa Redonda. Em Nova York, ele era conhecido como Conselho das Relações Exteriores (Council on Foreign Relations, ou CFR), e era uma fachada para o banco J. P. Morgan and Company.” [8].

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Finalmente, chegamos a essa obscura organização que exerce um papel decisivo na vida política americana contemporânea, o Conselho das Relações Exteriores. Agora compreendemos que ela foi criada a partir da sociedade secreta estabelecida por Cecil Rhodes — que ainda existe hoje, que originalmente era uma fachada para o conglomerado J. P. Morgan and Company, e que seu propósito principal é promover o governo mundial com base no modelo de coletivismo.

O CONSELHO das RELAÇÕES EXTERIORES (CFR)
Assim, quem são os membros do Conselho das Relações Exteriores? Vou separar mais tempo do que realmente gostaria, de modo a apresentar os nomes a vocês, para que não pensem que essa organização e seus membros não são importantes.

Vamos iniciar com os presidentes dos Estados Unidos. Membros do Conselho das Relações Exteriores (CFR) incluem: Herbert Hoover, Dwight Eisenhower, Richard Nixon, Gerald Ford, James Carter, George Bush (pai) e William Clinton. John F. Kennedy afirmava ser membro, mas seu nome não aparece nas listas dos ex-membros. Assim, existe certa confusão com esse nome, mas ele dizia ser membro. Eu acrescentaria que Kennedy foi um graduado na Escola de Economia de Londres, que foi fundada por Sydney e Beatrice Webb para promover os conceitos coletivistas e de uma classe dominante dos fabianos.

O candidato a presidente dos EUA em 2004, senador John Kerry e atual Secretário de Estado do governo Obama.

Secretários de Estado que foram membros do CFR incluem: Robert Lansing, Frank Kellogg, Henry Stimson, Cordell Hull, E. R. Stettinius, George Marshall, Dean Acheson, John Foster Dulles, Christian Herter, Dean Rusk, William Rogers, Henry Kissinger, Cyrus Vance, Edmund Muskie, Alexander Haig, George Schultz, James Baker, Lawrence Eagleburger, Warren Christopher, William Richardson, Madeleine Albright e Colin Powell.

Secretários da Defesa que eram membros do CFR incluem: James Forrestal, George Marshall, Charles Wilson, Neil McElroy, Robert McNamara, Melvin Laird, Elliot Richardson, James Schlesinger, Harold Brown, Caspar Weinberger, Frank Carlucci, Richard Cheney, Les Aspin, William Perry, William Cohen e Donald Rumsfeld. É interessante que Rumsfeld solicitou que seu nome fosse removido da lista atual de membros do CFR. Entretanto, você pode encontrar seu nome nas listas anteriores.

Diretores da CIA que eram membros do CRF incluem: Walter Smith, William Colby, Richard Helms, Allen Dulles, John McCone, James Schlesinger, George Bush (pai), Stansfield Turner, William Casey, William Webster, Robert Gates, James Woolsey, John Deutch, William Studeman e George Tenet.

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Na mídia existem membros antigos e atuais do CFR que exercem cargos-chave de administração ou de controle — não apenas trabalhando na linha de produção, mas na alta direção e em cargos de controle do: The Army Times, American Publishers, American Spectator, Atlanta Journal-Constitution, Associated Press, Association of American Publishers, Boston Globe, Business Week, Christian Science Monitor, Dallas Morning News, Detroit Free Press, Detroit News, Forbes, Foreign Affairs, Foreign Policy, Dow Jones News Service, USA Today, Wall Street Journal, Los Angeles Times, New York Post, New York Times, San Diego Union-Tribune, Times Mirror, Random House, W. W. Norton & Co., Warner Books, Atlantic, Harper’s, Industry Week, Naval War College Review, Farm Journal, Financial World, Insight, Washington Times, Medical Tribune, National Geographic, National Review, New Republic, New Yorker, New York Review of Books, Newsday, Newsmax, Newsweek, Pittsburgh Post-Gazette, Political Science Quarterly, The Progressive, Public Interest, Reader’s Digest, Rolling Stone, Scientific American, Time-Warner, Time, U.S. News & World Report, Washington Post, The Washingtonian, Weekly Standard, World Policy Journal, Worldwatch, ABC, CBS, Fox News, NBC, PBS, RCA e a Walt Disney Company.

Personalidades do CFR na mídia incluem: David Brinkley, Tom Brokaw, William Buckley, Dan Rather, Diane Sawyer, Barbara Walters, Katie Couric e Andrea Mitchell, mulher de Alan Greenspan, também membro do CFR. [9].

Nas universidades, o número de atuais e ex-membros do CFR que são professores, chefes de departamento, presidentes, ou membros da junta de diretores é de 563.

Nas instituições financeiras, como bancos, o Sistema da Federal Reserve, bolsas de valores e corretoras, o número total de membros do CFR em posições de controle é de 284.

Nas fundações isentas de impostos e nos centros de debates, o número de membros do CFR em posições de controle é de 443. Alguns dos nomes mais conhecidos são: The American Civil Liberties Union [10], o Instituto Aspen, Conselho do Atlântico, Grupo Bilderberg, Instituto Brookings, Fundo Carnegie Para a Paz Internacional, Fundação Carnegie, Fundação Ford, Fundação Guggenheim, Instituto Hudson, Fundação John D. & Catherine T. MacArthur, Fundação Mellon, RAND Corp., Comissão de Seleção da Rhodes Scholarship, Fundações Sloan e Kettering, Fundação Rockefeller, Fundo Irmãos Rockefeller, Comissão Trilateral, e a Associação das Nações Unidas.

Algumas das corporações mais conhecidas e que são controladas por atuais e ex-membros do CFR incluem: The Atlantic Richfield Oil Corp, AT&T, Avon, Bechtel Group (construção), Boeing, Bristol-Myers Squibb, Chevron, Coca Cola, Pepsi Cola, Consolidated Edison of New York, EXXON, Dow Chemical, Du Pont Chemical, Eastman Kodak, Enron, Estee Lauder, Ford Motor, General Electric, General Foods, Hewlett Packard, Hughes Aircraft, IBM, International Paper, Johnson & Johnson, Levi Strauss & Co., Lockheed Aerospace, Lucent Technologies, Mobil Oil, Monsanto, Northrop, Pacific Gas & Electric, Phillips Petroleum, Procter & Gamble, Quater Oats, Yahoo, Shell Oil, Smith Kline Beecham (indústria farmacêutica), Sprint Corp., Texaco, Santa Fé Southern-Pacif Railroad, Teledyne, TRW, Southern California Edison, Unocal, United Technologies, Verizon Communications, Warner-Lambert, Weyerhauser, e Xerox.

E, finalmente, os sindicatos que são dominados por atuais e ex-membros do CFR incluem o AFL-CIO, United Steel Works of America (metalúrgicos), United Auto Workers (indústria automobilística), American Federation of Teachers (professores), Bricklayers and Allied Craft, Communications Workers of America, Union of Needletraders, e o Amalgamated Clothing and Textile Workers (indústria têxtil).

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Tenha em mente que esta é apenas uma amostra de uma lista muito maior. O total de membros é de aproximadamente quatro mil pessoas. Existem muitas igrejas em sua cidade que têm esse número de membros, ou mais. O que você pensaria se descobrisse que os membros de apenas uma igreja em sua cidade exercem cargos de direção e controle em 80% dos centros de poder do país? Você não ficaria curioso? Primeiro de tudo você teria de descobrir isso, o que não seria fácil se essas mesmas pessoas controlassem os meios de comunicações, dos quais você depende para saber isso.

Devo enfatizar que a maioria dessas pessoas não faz parte de uma sociedade secreta. O CFR chama a si mesmo de organização semi-secreta, o que realmente ele é. Ele não é a sociedade secreta. Ele está pelo menos dois anéis longe disso. A maioria dos membros não está ciente que é controlada por um grupo Mesa Redonda mais interno. Em sua maior parte, eles são meramente oportunistas que vêem essa organização como uma agência de emprego de alto nível. Eles sabem que, se forem convidados a aderir, seus nomes aparecerão em uma lista que confere muito prestígio, e os coletivistas que buscam consolidar o controle global recorrerão a essa lista em busca de nomes para os cargos importantes. Entretanto, embora eles possam não ser agentes conscientes de uma sociedade secreta, todos foram cuidadosamente analisados para verificar sua adequação. Somente os coletivistas são convidados, de modo que eles têm a mentalidade necessária para serem bons funcionários dentro da Nova Ordem Internacional.

Sem dúvida você observou na lista de membros do CFR que os dois principais partidos políticos americanos estão bem representados. O CFR não é uma organização partidária. Os eleitores são levados a acreditar que, escolhendo entre os partidos Democrata e Republicano, eles têm uma opção. Eles realmente pensam que estão participando em seu próprio destino político, mas isso é uma ilusão. Para um coletivista como o professor Quigley, é uma ilusão necessária para impedir que os eleitores interfiram com as questões importantes do Estado. Se você já se perguntou por que os dois partidos americanos parecem tão diferentes no tempo das eleições, mas não tão diferentes depois, ouça atentamente a visão geral de Quigley sobre a política americana:

“Os partidos nacionais e seus candidatos presidenciais, com o Sistema da Costa Leste patrocinando assiduamente o processo atrás dos bastidores, moveram-se mais para perto e praticamente se encontraram no centro com candidatos e plataformas quase idênticos, embora o processo tenha sido escondido o máximo possível, pelo reavivamento da obsolescência ou gritos de guerra e slogans sem significado (freqüentemente voltando aos tempos da Guerra Civil)… O argumento que os dois partidos devam representar ideais e políticas opostos, um, talvez, da Direita, e o outro da Esquerda, é um idéia tola aceitável somente para os pensadores acadêmicos e dogmáticos. Em vez disso, os dois partidos devem ser quase idênticos, para que o povo americano possa ‘colocar para fora os safados’ em uma eleição sem provocar qualquer mudança profunda na política… Cada um dos partidos no cargo torna-se com o tempo corrupto, cansado, deixa de empreender, e torna-se sem vigor. Então, deve ser possível substituí-lo, a cada quatro anos, se necessário, pelo outro partido, que não será nada dessas coisas, mas ainda buscará, com novo vigor, aproximadamente a mesma política básica.” [11].
Revisão
Agora é hora para uma revisão. Os centros de poder nos Estados Unidos — incluindo os dois grandes partidos políticos — são controlados pelos membros do Conselho das Relações Exteriores (o CFR). Essa organização, por sua vez, é controlada por um grupo submerso da Mesa Redonda, que está associada com outras Mesas Redondas em outros países. Essas são extensões de uma sociedade secreta fundada por Cecil Rhodes e que ainda está em operação hoje. Eu a chamo de Rede Fabiana, não por que essas pessoas sejam membros da Sociedade Fabiana, pois a maioria delas não é. No entanto, compartilham a ideologia fabiana do coletivismo global e a estratégia fabiana do gradualismo paciente.

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Isto é realidade? Se eu estivesse em seu lugar, sendo exposto a tudo isto pela primeira vez, provavelmente pensaria: “Vamos lá. Isto não pode ser verdade! Se fosse, eu já teria lido nos jornais.” Bem, antes de você rejeitar tudo isto como apenas outra teoria conspiratória, gostaria de citar mais uma vez o professor Quigley. Ele disse o seguinte:

“Conheço a operação dessa rede, pois a estudei por vinte anos e recebi a permissão durante dois anos, na década de 60, de examinar seus documentos e registros secretos. Não tenho aversão a ela ou à maioria de seus objetivos e, por uma grande parte de minha vida estive perto dela e de muitos de seus instrumentos. Em geral, minha principal diferença de opinião é que ela deseja permanecer desconhecida.” [12].
Sim, senhoras e senhores, esta é a realidade!

Notas Finais
[1]. H. G. Wells, The Open Conspiracy (New York, Doubleday, Doran and Co., 1928) Pág. vii.

[2]. O sindicalismo é uma variante de coletivismo em que os sindicatos exercem um papel dominante no governo e nas indústrias.

[3]. Margaret Cole, The Story of the Fabian Socialism (Stanford, California, Stanford University Press, 1961), Pág. xii.

[4]. Carroll Quigley, The Anglo-American Establishment: From Rhodes to Cliveden (Nova York, Books in Focus, 1981). Pág. ix. A existência dessa sociedade secreta também é confirmada pela biógrafa de Rhodes, Sarah Millin, op. cit. Pág. 32, 171, 173, 216.

[5]. Citado por Quigley, Ibidem, Pág. 36.

[6]. Carroll Quigley, Tragedy and Hope: A History of the World in Our Time (Nova York, Macmillan, 1966), Pág. 131. Referência adicional a “The Society of the Elect” está em The Anglo-American Establishment, pág. 3, 39.

[7]. Como esta sociedade secreta continua a existir até os dias atuais, freqüentemente me perguntam quem foram os líderes após Rhodes e Milner. Em circunstâncias normais, essa seria uma pergunta ridícula; se alguém de fora conhecesse a resposta, ela não seria mais uma organização secreta. Entretanto, em uma rara virada de eventos, realmente sabemos quais foram os líderes até tempos bem recentes. Quigley teve acesso aos registros dessa organização e conhecia os nomes e a ordem de sucessão. Uma grande porção de seu livro,The Anglo-American Establishment foi dedicada ao papel dessas pessoas na história.

[8]. Quigley, Tragedy and Hope, pág. 132, 951-952.

[9]. Peter Jennings e Bill Moyers, embora não sejam membros do CFR, são membros do Grupo Bilderberg, que tem a mesma orientação ideológica que o CFR, mas opera no nível internacional, como um tipo de comitê diretor para coordenar as atividades de grupos similares em outros países.

[10]. A ACLU desfruta da reputação de ser uma defensora das liberdades civis. Para manter essa imagem, ela fala contra a Lei PATRIOT e outras legislações que negam as liberdades civis em nome da luta contra o terrorismo. Até aqui, tudo bem, mas há uma diferença entre falar sobre um tópico e na verdade fazer alguma coisa a respeito. No que se refere a aplicar seus recursos jurídicos e financeiros, a ACLU move-se em outras direções. Ao tempo em que isto foi escrito, o Diretor Executivo da ACLU é Anthony Romero, um membro do CFR. Anteriormente, ele era responsável pelo programa de bolsas da Fundação Ford, onde canalizou aproximadamente 90 milhões de dólares para organizações que promovem mensagens de “crises” que atemorizam a população a aceitar um governo maior, o que significa aceitar leis como a Lei PATRIOT. Por exemplo, a Fundação Ford tem patrocinado estudos e grupos que promovem o conceito de crise do meio ambiente e crise do crescimento populacional e então propõe vastos novos poderes governamentais como o único modo de evitar a catástrofe global. A Fundação Ford tem sido uma fonte importante de financiamento para MALDEF, LaRaza, e outros grupos hispânicos separatistas, o que significa que financia aqueles que propõem a ruptura de partes da Califórnia e do Texas e a entrega delas ao México. Ela também tem patrocinado o Movimento Indígena Americano, que tem uma agenda separatista similar para partes dos EUA em que a população de origem indígena é predominante. Não é provável que qualquer um desses movimentos consiga ser bem sucedido; mas se um número suficiente de revolucionários puderem ser financiados e mobilizados para ocuparem as ruas com manifestações e agitações violentas, os cidadãos pacíficos aceitarão agradecidamente a lei marcial e a internacionalização dessas áreas como alternativas aceitáveis à violência. Em todos esses casos, o papel exercido pela Fundação Ford é alimentar as chamas do medo, para nos atemorizar a aceitar um estado policial, fundido confortavelmente com outros estados policiais na ONU, em um governo mundial baseado no modelo do coletivismo. A ACLU apóia essas causas fortemente e fala contra suas conseqüências de forma suave. Esse é um exemplo clássico de controlar a oposição para garantir que ela não consiga ser bem sucedida. É uma extensão da estratégia descrita para Norman Dodd em 1954 pelo então presidente da Fundação Ford, Rowan Gaither, quando ele explicou que a guerra — e o temor da guerra — era o modo mais eficaz de fazer a população aceitar uma rápida mudança na sociedade em direção ao coletivismo. O medo da guerra ainda é o motivador mais poderoso, mas os coletivistas descobriram que o medo do terrorismo, o temor de uma catástrofe ambiental, e o medo da superpopulação também são úteis para esse propósito. Para essa parte da história, veja o capítulo 24, “Doomsday Mechanisms”, em meu livro The Creature of Jekyll Island: A Second Look at the Federal Reserve.

[11]. Quigley, Tragedy and Hope, Pág. 1247-48.

[12]. Quigley, Tragedy and Hope, Pág. 326.

Fim da Parte 2

Primeira parte em:

  1. http://thoth3126.com.br/o-futuro-esta-chamando-1-o-abismo-entre-individualismo-e-coletivismo-a-polarizacao-do-sistema/

Permitida a reprodução, desde que mantido no formato original e mencione as fontes.

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