A Crônica de Akakor – O livro da Águia (2a)

O mistério de uma antiga civilização subterrânea perdida da Amazônia que não existe “oficialmente” … que muitos exploradores MORRERAM tentando encontrar. Se a história da busca pela cidade perdida de Akakor e sua tribo Ugha Mongulala soa como o roteiro de ficção de um filme de Indiana Jones, é justamente porque ela foi usada como base para o quarto e último filme da série, “Indiana Jones and the Kingdom of the Crystal Skull” (O Reino da Caveira de Cristal). É uma história  envolta em muitos mistérios. Ela é contada em um polêmico livro, “A Crônica de Akakor”, que passamos a publicar em capítulos.

A CRÔNICA DE AKAKOR – O LIVRO DA ÁGUIA (2)

Livro: “A CRÔNICA de AKAKOR” (Die Chronik von Akakor – 1978), por Karl Brugger, prefácio de Erich Von Daniken, tradução de Bertha Mendes.

Esta é a águia.
Poderosas são as suas asas
E poderosas as suas garras.
Os seus olhos
Olham imperiosamente sobre a Terra.
Está acima do homem.
Não pode ser
Nem vencida nem morta.
Durante treze dias ergue-se no céu,
E durante treze dias
Voa ao encontro do sol-nascente.
É verdadeiramente sublime.

I – O REGRESSO DOS DEUSES – 3.166 a. C. – 2.981 a. C.

O Calendário {o 13º Baktun} Maia começa em 3.113 a.C. e termina em 21 de Dezembro de 2.012 d.C. A historiografia tradicional coloca o início dos acontecimentos históricos em cerca de 3.000 a. C. O período que vai até às migrações germânicas (375 d.C.) é antiguidade, começando com o aparecimento de altas civilizações nos oásis do Baixo Nilo, no vale do rio Indus {hoje Paquistão} e entre os rios Eufrates e o Tigre {na Mesopotâmia, hoje Iraque}, onde a civilização humana se desenvolveu para sua atual existência histórica. Os pontos altos da história oriental são marcados por grandes impérios que governavam empregando a força agressiva dos seus monarcas. A vida espiritual limitava-se à religião organizada. O Oriente {oficialmente} é o berço da {civilização} escrita, da agricultura, do serviço civil e de uma tecnologia espantosamente eficiente.

Entretanto, o homem da Europa e da Ásia ainda se mantinha no nível neolítico em termos de civilização. Sugerem-se datas diferentes para o início das civilizações das Américas. O explorador inglês Niven assegura que os primeiros estabelecimentos urbanos dos antepassados astecas foram fundados cerca de 3.500 a. C. Na opinião do arqueólogo peruano Daniel Ruiz, a misteriosa cidade em ruínas de Machu Picchu, nos Andes, teria sido fundada antes da catástrofe universal que na Bíblia é descrita como o Dilúvio {em 10.987 a.C.}. A historiografia tradicional do mundo acadêmico dos “eruditos” rejeita ambas as datas.

LHASA, O EXALTADO FILHO DOS DEUSES

A Crônica de Akakor, a história escrita do meu povo desde a hora, ano e marco zero até o ano 12.453 a.C., é o nosso maior tesouro. Contém toda a sabedoria dos Ugha Mongulala, escrita na velha língua dos nossos Antigos Pais, ela registra o legado dos Primitivos Mestres, que moldaram a vida do meu povo durante mais de dez mil anos. Contém os segredos das “Tribos Escolhidas” {de novo “povos” escolhidos….} e também corrige a história dos Bárbaros Brancos. Porque a Crônica de Akakor descreve o surgimento e o declínio de um “povo escolhido pelos deuses” até ao fim do mundo, quando, depois de uma terceira catástrofe planetária, for destruído o povo. Assim está escrito, assim foi registrado, com boas palavras e numa escrita clara.

A penumbra ainda envolve a face da Terra. O Sol e a Lua estavam velados. Então as espaçonaves douradas  surgiram nos céus, poderosas. Grande foi a alegria dos Servos Escolhidos. Os Primitivos Mestres estavam de volta. Desceram à Terra com rostos brilhantes. E o Povo Escolhido trouxe as suas dádivas, em oferta aos seus deuses: penas das grandes aves da floresta, mel das abelhas, incenso e frutos. Os Servos Escolhidos colocaram estas dádivas aos pés dos deuses e dançaram com o rosto voltado para leste, para o sol nascente. Dançavam com lágrimas de alegria nos olhos, porque os Primitivos Mestres tinham voltado. E os animais regozijavam-se também. Todos, desde o mais humilde, se ergueram nos vales e olharam espantados para os Antigos Pais. Mas não restava muita gente. Os deuses haviam eliminado a maioria como castigo da sua maneira de proceder. Poucos estavam ainda vivos para saudar os Primitivos Mestres com todo o respeito.

No ano de 7.315 (equivalente ao ano 3.166 a. C. do calendário atual) os deuses, que tão ansiosamente tinham sido  esperados pelo meu povo, voltaram à Terra. Os Primitivos Mestres das Tribos Escolhidas voltaram a Akakor e retomaram o poder. Mas só algumas espaçonaves alcançaram a nossa capital e os deuses ficaram com os Ugha Mongulala só durante três meses. Depois, novamente abandonaram a Terra. Só os irmãos Lhasa e Samon não voltaram para a pátria dos Antigos Pais. Lhasa instalou-se em Akakor; Samon dirigiu-se para leste e fundou o seu próprio império.

Lhasa, o “Exaltado Filho dos deuses”, tomou para si o poder e administração de um império devastado. Dos 362 milhões que tinham vivido na Era de Ouro, só 20 milhões sobreviveram à segunda Grande Catástrofe. Povoados e cidades estavam em ruínas. Hordas de tribos degeneradas cruzavam as fronteiras. A guerra se alastrava por todo o país. O legado dos  deuses fora destruído e esquecido. Lhasa reconstruiu o velho império. Como proteção contra as tribos inimigas que avançavam, mandou construir grandes fortalezas. Por sua ordem, os Ugha Mongulala ergueram altas muralhas ao longo do Grande Rio e fortificaram-nas com largas paliçadas de madeira.

Aos guerreiros escolhidos foi dada a tarefa de guardar a nova fronteira e avisar Akakor da aproximação das tribos inimigas. Na fronteira sul com o país chamado Bolívia, Lhasa ergueu as bases de Mano, Samoa e Kin. Eram constituídas por treze edifícios rodeados de muralhas segundo os moldes dos complexos templos dos nossos Antigos Pais. Uma pirâmide com uma escadaria na frente, um telhado inclinado e duas salas abobadadas, uma no interior, outra no exterior, dominavam a área circundante. Lhasa instalou as tribos Aliadas na vizinhança das três fortalezas. Estava sob o comando do príncipe de Akakor e sujeitas à obediência de guerra.

Por milhares de anos, havia uma nação que confinava com a fronteira oeste do império e com a qual os povos Ugha Mongulala sempre mantiveram uma especial amizade. Esta nação, os povos Incas, conheciam a língua e a escrita dos Primitivos Mestres. Os seus sacerdotes também sabiam do legado dos deuses. No fim da segunda Grande Catástrofe, esta tribo mudou-se para as montanhas dos Andes no Peru e fundou o seu próprio império. Lhasa, preocupado com a segurança de Akakor, mandou edificar uma fortaleza na fronteira oeste e deu ordens para a edificação de Machu Picchu, uma nova cidade de templos no vale de numa grande montanha dos Andes.

Machu Pichu

O suor percorria as testas dos carregadores. As montanhas estavam tintas de vermelho com o seu sangue. Assim, chamaram à montanha a “montanha do Sangue”. Mas Lhasa não lhes deu alívio. A nação dos Servos Escolhidos penitenciou-se da traição dos seus antepassados. E assim se passavam os dias. O Sol nascia e se punha. Durante o ano se sucediam as chuvas, a neve e o frio. Os lamentos dos Servos Escolhidos ressoavam no ar. Em prantos eles entoavam cânticos aos deuses pelos seus sofrimentos. A edificação da cidade sagrada de Machu Picchu é um dos grandes acontecimentos da história do meu povo. Os pormenores da sua construção estão ocultos por muitos segredos eternamente escondidos na alcantilada montanha da Lua, que protege Machu Picchu.

De acordo com as histórias dos sacerdotes, os trabalhadores cortavam as pedras das rochas para as casas dos guerreiros e para as habitações dos sacerdotes e seus criados. Um exército de operários transportava blocos de granito dos vales distantes das encostas ocidentais dos Andes para o palácio de Lhasa. E os sacerdotes também contam que duas gerações não foram suficientes para completar a cidade e que os lamentos dos Ugha Mongulala se tornavam mais insistentes à medida que o tempo passava. As Tribos Escolhidas começaram a revoltar-se e a amaldiçoar os Antigos Pais. Parecia estar iminente uma revolta contra o governo de Lhasa, o Exaltado Filho dos Deuses.

Então ouviu-se um estrondo no céu e o dia transformou-se em escuridão. O desespero e a ira dos deuses explodiu com o ribombar do trovão e terríveis relâmpagos. E, enquanto caía uma chuva pesada, os chefes dos descontentes eram transformados em pedra – pedras vivas com pernas. Lhasa ordenou que fossem levados para as montanhas e metidos nas paredes das escadas de Machu Picchu. Foi desta maneira que os rebeldes foram castigados. Levaram a cidade santa sobre os seus ombros, presos eternamente dentro das suas paredes de pedras.

Machu Picchu é uma cidade santa. Os seus templos são dedicados ao Sol , à Lua, à Terra, a Água e aos animais. Após quatro gerações terem completado a construção da cidade sagrada, Lhasa mudou-se dali e levou o império a um período de florescimento e prestígio. Sob o governo de Lhasa o número de guerreiros aumentou. Sentiam-se fortes. Não tinham preocupações nem de país nem de família. Só tinham interesse pelas armas. Protegidos pelos deuses, verificavam as posições dos inimigos. Saíam com as instruções de Lhasa, porque o Exaltado Filho dos deuses era realmente um grande príncipe.

Não podia nem ser derrotado nem morto. Lhasa era um dos deuses. Durante treze dias subiu ao céu. Durante treze dias caminhou para encontrar o sol-nascente. Durante treze dias tomou a forma de um pássaro e foi realmente um pássaro. Durante treze dias transformou-se em águia. Estava verdadeiramente exaltado. Todos se curvavam perante o seu aspecto. A sua força alcançou os limites do Céu e as fronteiras da Terra. E as tribos inclinaram-se perante o seu “divino mestre”. Lhasa foi o decisivo inovador do império dos Ugha Mongulala. Durante os trezentos anos do seu governo instituiu as bases de um poderoso império. Depois voltou para junto dos deuses, os seus pares.

Reuniu os mais velhos do seu povo e os sacerdotes e ditou-lhes as leis. Ordenou que o povo vivesse de acordo com o legado dos deuses e que obedecesse às suas ordens. Então Lhasa voltou-se para leste e curvou-se perante o sol–nascente. Antes dos seus raios atingirem a cidade santa subiu à montanha da Lua, que se ergue sobre Machu Picchu,  e no seu barco voador subiu aos céus e para sempre se separou dos humanos. Isto é o que os sacerdotes contam acerca da misteriosa partida do Exaltado Filho dos Deuses, Lhasa, o único príncipe das Tribos Escolhidas que veio das estrelas.

O império de Akakor, criado por LHASA, o Exaltado filho dos deuses

Sobre a referência ao perdido reino de OPHIR, com o qual o rei de Israel, Salomão, em conjunto com Hiram, rei de Tiro, teriam enviado três expedições, há cerca de 3 mil anos atrás, para coleta de material para a construção do primeiro Templo de Jerusalém, saiba mais nos links à seguir:


SAMON E O IMPÉRIO DO LESTE (Rio Nilo)

Lhasa esteve muitas vezes ausente com o seu barco voador. Visitou várias vezes o reino do seu irmão Samon. Voou para o grande Império do Leste. E levou consigo um estranho barco que podia passar sobre a água e sobre as montanhas. A Crônica de Akakor não diz muito acerca do império de Samon, o irmão de Lhasa, que desceu à Terra com os deuses no ano de 7.315 a.C.(equivalente ao ano 3.166 a. C. do calendário atual). De acordo com a história escrita do meu povo, instalou-se num grande rio {o rio Nilo} para além do oceano do Leste. Escolheu tribos nômades e ensinou-lhes os seus conhecimentos e sabedoria. Sob a sua chefia, cultivaram campos e edificaram poderosas cidades de pedra. Um forte império, que era a imagem de Akakor, desenvolveu-se e foi-se construindo de acordo com a vontade e o legado dos deuses, que também determinavam as vidas dos Ugha Mongulala em Akakor.

Lhasa, o príncipe de Akakor, visitava regularmente o irmão no seu império do leste e ficava com ele nas magníficas cidades construídas ao longo da margem do Grande Rio. Para fortalecer o elo entre as duas nações, ordenou a construção da cidade de Ophir, uma poderosa cidade fluvial na embocadura do Grande Rio {Amazonas}, no ano de 7.425 (3.056 a. C.). Durante quase mil anos, navios do império de Samon deixavam ali as suas valiosas cargas. Em troca de ouro e prata, óleos aromáticos eles trouxeram pergaminhos com escritos na língua dos nossos Antigos Pais e trouxeram madeiras raras, os mais belos tecidos e pedras verdes, que o meu povo desconhecia.

Dentro em pouco Ophir tornou-se uma das mais ricas cidades do império Akakor e alvo das selvagens tribos do Império do Leste. Precipitaram –se contra a cidade em ataques repetidos, assaltaram barcos nos portos e interromperam as comunicações com o interior. Quando o império se desintegrou, mil anos depois da partida de Lhasa, conseguiram conquistar Ophir, depois de uma grande  campanha militar. Saquearam a cidade e incendiaram-na. Os Ugha Mongulala cederam as províncias banhadas pelo oceano a leste e retiraram-se para o interior do país (Amazônia). E foram cortadas as ligações com o império de Samon.


Nota de Thoth: Referências bíblicas sobre o reino de Ophir e suas riquezas em MADEIRA, PEDRAS PRECIOSAS E OURO:

“Também as navios de Hirão, que de Ofir levavam ouro, traziam de Ofir muita madeira de almugue, e pedras preciosas”. 1 Reis 10:11

“E também os servos de Hirão e os servos de Salomão, que de Ofir tinham trazido ouro, trouxeram madeira de algumins, e pedras preciosas”. 2 Crônicas 9:10

“E fez Jeosafá navios de Társis, para irem a Ofir por causa do ouro; porém não foram, porque os navios se quebraram em Eziom-Geber”. 1 Reis 22:49

“E enviou-lhe Hirão, por meio de seus servos, navios, e servos práticos do mar, e foram com os servos de Salomão a Ofir, e tomaram de lá quatrocentos e cinqüenta talentos* de ouro; e os trouxeram ao rei Salomão”. 2 Crônicas 8:18

“E mandou Hirão com aquelas naus a seus servos, marinheiros, que sabiam (os caminhos) do mar, com os servos de Salomão”. 1 Reis 9:27

  • Um Talento pesava 34,2 kg nos tempos do rei Salomão. Assim sendo, foi extraído cerca de 15.390 quilos de OURO do reino de Ophir, equivalentes em reais, pela cotação atual do ouro de R$ 624,83 a GRAMA (cotação do dia 06/05/2025) o valor de R$ 9.616.133.700,00 !!!. Parece que nosso país vem sendo explorado e roubado pelos judeus há muito mais tempo do que imaginávamos…desde os tempos de Salomão !!!

O meu povo recorda o império de Samon e as dádivas doadas a Lhasa – os pergaminhos escritos e as pedras verdes. Os nossos sacerdotes preservam-nos no complexo subterrâneo do templo de Akakor, onde estão guardados o barco voador e a estranha nave, que pode passar sobre as montanhas e água. O barco voador tem a cor brilhante do ouro e é feito de um metal desconhecido. Tem a forma de um cilindro de argila e a altura e a largura de dois homens um sobre o outro. No disco há espaço para duas pessoas. Não tem nem velas nem remos. Mas os nossos sacerdotes dizem que Lhasa podia voar mais depressa com ele do que a águia de asas mais poderosas e podia atravessar as nuvens tão ligeiro como uma folha levada pelo vento.

A estranha nave é também misteriosa. Sete longas pernas suportam um grande vaso chapeado de prata. Três pernas dirigem-se para a frente, três para a retaguarda.  Assemelham-se a hastes de bambu e são móveis; terminam em rodas tão grandes como a vitória-régia. Estes são os últimos vestígios dos gloriosos impérios de Lhasa e Samon. Desde então muita água correu sob as pontes e pelos leitos dos rios. O primitivamente poderoso império, cento e trinta famílias dos deuses que vieram para a Terra, falhou e os homens vivem sem esperança. Mas os deuses voltarão, voltarão para auxiliar os seus irmãos, os Ugha Mongulala, que são do mesmo sangue e provêm do mesmo pai, tal como está escrito na crônica:

“Isto é o que Lhasa predisse. E assim acontecerá. Novos elos de sangue desenvolver-se-ão entre os impérios de Lhasa (Amazônia-Brasil) e Samon (África-Egito). A aliança entre os seus povos será renovada e os seus descendentes encontrar-se-ão de novo. Então os Primitivos Mestres voltarão”.

AKAHIM, A TERCEIRA FORTALEZA

Conhecemos Akahim, a terceira fortaleza. Desde o tempo de Lhasa. Esta cidade de pedra fica nas montanhas, na fronteira norte entre os países hoje chamados de Venezuela e Brasil. Não sabemos quem construiu Akahim e só temos uma idéia vaga de quando a cidade foi erigida. Só é referida na crônica depois do regresso dos Primitivos Mestres, no ano 7.315 (equivalente ao ano 3.166 a. C. do calendário atual). Desde então, Akakor e Akahim foram ligadas em íntima amizade. Eu próprio visitei várias vezes a nação irmã das Tribos Escolhidas. Assemelha-se a Akakor, tendo o seu portal de pedra, o Templo do Sol e os edifícios para os príncipes e os sacerdotes. O caminho para a cidade é marcado por pedra cortada na forma de um dedo estendido.

O acesso para a entrada atual está oculta por uma grande catarata. As águas precipitam-se numa profundidade de trezentos metros. Posso revelar estes segredos porque há quatrocentos anos que Akahim jaz em ruínas. Depois das terríveis guerras contra os Bárbaros Brancos, o povo de Akahim destruiu casas e templos que ficavam na superfície e retirou-se para as moradias subterrâneas. Essas habitações são desenhadas como as constelações dos Deuses e têm comunicação entre si por meio de túneis de forma trapezóide. Presentemente só quatro edifícios são ainda habitados; os nove restantes estão vazios. A primitivamente tão poderosa Akahim alberga hoje somente cinco mil almas.

Akahim e Akakor estão ligadas por um corredor subterrâneo e um enorme mecanismo de espelho. O túnel começa no Grande Templo do Sol de Akakor, continua sob o leito do Grande Rio (Amazonas) e termina no coração de Akahim. O mecanismo de espelho vai de Akai, junto dos Andes, até as montanhas de Roraima, tal como hoje lhes chamam os Bárbaros Brancos. Consta de espelhos de prata da altura de um homem montados em grandes andaimes de bronze. Todos os meses os sacerdotes transmitem os acontecimentos mais importantes na secreta linguagem dos sinais. Deste modo, a nação irmã de Akahim soube pela primeira vez da chegada dos Bárbaros Brancos ao país hoje chamado Peru, antigo coração da grande civilização Inca. A segunda e a terceira fortaleza são os últimos restos do outrora poderoso campo dos nossos Primitivos Mestres. Foram testemunhas de um elevado conhecimento, de uma extraordinária sabedoria e dos segredos dos deuses, que legaram aos Ugha Mongulala com a finalidade de preservar a herança, tal como está escrito na crônica, com boas palavras e numa escrita clara:

“Esta é a nossa mais elevada lei. Conservareis o nosso legado. Conservá-lo-eis onde quer que fordes, onde quer que puderdes construir as vossas cabanas, onde quer que encontrardes um novo lar. Não fareis de acordo com a vossa vontade, mas seguireis a vontade dos deuses. Ouvireis as suas palavras com reverência e gratidão. Porque grande e infinito é o seu saber”.

{Continua…}

 “A sabedoria (Sophia) clama lá fora; pelas ruas levanta a sua voz. Nas esquinas movimentadas ela brada; nas entradas das portas e nas cidades profere as suas palavras:  “Até quando vocês, inexperientes, irão contentar-se com a sua inexperiência? Vocês, zombadores, até quando terão prazer na zombaria? E vocês, tolos, até quando desprezarão o conhecimento? Atentai para a minha repreensão; pois eis que vos derramarei abundantemente do meu espírito e vos farei saber as minhas palavras [o conhecimento]”. – Provérbios 1:20-23


Uma resposta

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Receba nosso conteúdo

Junte-se a 3.803 outros assinantes

compartilhe

Últimas Publicações

Indicações Thoth