O mistério de uma antiga civilização subterrânea perdida da Amazônia que não existe “oficialmente” … que muitos exploradores MORRERAM tentando encontrar. Se a história da busca pela cidade perdida de Akakor e sua tribo Ugha Mongulala soa como o roteiro de ficção de um filme de Indiana Jones, é justamente porque ela foi usada como base para o quarto e último filme da série, “Indiana Jones and the Kingdom of the Crystal Skull” (O Reino da Caveira de Cristal). É uma história envolta em muitos mistérios. Ela é contada em um polêmico livro, “A Crônica de Akakor”, que passamos a publicar ...
A CRÔNICA DE AKAKOR – O Livro da Formiga (4a)
Livro: “A CRÔNICA de AKAKOR” (Die Chronik von Akakor – 1978), por Karl Brugger, prefácio de Erich Von Daniken, tradução de Bertha Mendes.
Fonte: https://www.bibliotecapleyades.net/arqueologia/akakor
O LIVRO DA FORMIGA
Esta é a formiga. Infatigável no seu trabalho, Não conhece desfalecimento. Constrói grandes colinas. Estabelece poderosas comunidades. O seu número é incontável. Destrói tudo. Arranca carne dos ossos do jaguar abatido.
I – OS BÁRBAROS BRANCOS NO IMPÉRIO DOS INCAS 1.492 – 1.534
A transição da Idade Média para a Era Moderna foi caracterizada pelas descobertas das Américas pelos Portugueses e Espanhóis. Levaram as nações do Ocidente da Europa através do oceano. Ousados navegadores já haviam descoberto as ilhas do Atlântico na primeira metade do século quinze, e em 1.492 Cristóvão Colombo descobriu a América. Fez quatro viagens ao Novo Mundo e fundou a primeira colônia espanhola no Haiti.
Em 1.500, o navegador português Cabral descobriu o Brasil. Em 1.519, Cortez partiu para a conquista do México. O rei asteca Montezuma II capitulou ao fim de três anos de luta e foi assassinado pelos espanhóis. Zelosos missionários cristãos destruíram a velha civilização mexicana. Em 1.531. Pizarro começou a conquista do Peru. O poderoso império dos Incas, que enfraquecera devido a uma guerra civil, foi derrotado depois de três anos de luta contra as tropas espanholas, muito mais bem armadas.
O seu rei do Sol, Ataualpa, que fora traído e capturado, é estrangulado em 1.533. Apenas alguns restos desta civilização altamente desenvolvida, tal como arquitetura, escrita de nós em cordas e objetos de ouro, sobreviveram a esta destruição. A população inca, que os escritores contemporâneos calculam ter atingido dez milhões, foi reduzida para três milhões dentro de poucos anos. O valor dos lingotes de ouro do Peru transportados pelos espanhóis totalizou cerca de cinco bilhões de dólares em moeda atual.

A CHEGADA DOS BÁRBAROS BRANCOS
Tudo está incluído na Crônica de Akakor, narrado com boas palavras e numa escrita clara. Mas eu estou a contá-lo quando o tempo já está no fim. Estou a expor o Livro da Sabedoria e a vida do meu povo de acordo com o legado dos Deuses, para fazer um relato sobre o passado e o futuro. Porque os Ugha Mongulala estão condenados à perdição. Cada vez morrem mais árvores com a raiz apodrecida. Os guerreiros mortos pelas setas invisíveis dos Bárbaros Brancos são cada vez mais numerosos. Um interminável rio de sangue passa através das florestas para o Grande Rio e até as próprias ruínas de Akakor. Desde que os Bárbaros Brancos avançaram no país a depressão dominou o meu povo, tal como está escrito na crônica:
Estranhas notícias chegaram ao Alto Comando acerca de estrangeiros de barbas e de poderosos navios que deslizam silencioso sobre as águas, com mastros que chegam ao céu. Chegaram novas sobre estrangeiros brancos, fortes e poderosos como deuses. Eram como os nossos Antigos Pais. E o Alto conselho ordenou que se acendessem fogueiras de alegria, pensando nos Primitivos Mestres. E ofereceram sacrifícios aos “deuses”, que por fim, haviam voltado. E as alegres notícias eram propagadas de homem para homem. As novidades espalharam-se de tribo em tribo; os tambores soavam dia e noite. e toda a nação chorava de alegria. Porque se cumprira a profecia. Os “deuses” estavam voltando.
No inicio do ano 12.013 (1.532 d. C.) tais pensamentos ainda eram considerados sacrílegos. Parecia que a profecia dos Antigos Pais se podia cumprir. Seis mil anos depois da sua última visita à terra, voltavam tal como haviam prometido. Por isso, a alegria do Povo Escolhido era grande. Surgia uma nova era, o regresso aos dias em que os Ugha Mongulala governavam o mundo, a norte, sul, oeste e leste. Quem não partilhavam do júbilo geral eram os sacerdotes. Duvidavam da notícia do regresso dos deuses, embora a data correspondesse ao que haviam predito. Há doze mil anos os Antigos Pais haviam abandonado a Terra. Seis mil anos tinham passado desde a morte de Lhasa.
Mas os sacerdotes, que tudo sabem, que vêem o futuro e para quem nada é oculto, observavam no céu sinais ominosos. Dentro em pouco verificou-se que era um erro cruel a notícia do regresso dos nossos Primitivos Mestres. Os estrangeiros não vinham com boas intenções, para assumir o poder com generosidade e sabedoria. Em vez de felicidade e paz interior, trouxeram lágrimas, carnificina e violência. Numa fúria de ódio e ambição, os estrangeiros destruíram o império da nação nossa irmã, os Incas. Queimaram cidades e aldeias e mataram homens, mulheres e crianças. Os Bárbaros Brancos, como ainda hoje lhes chamamos, desprezaram o legado dos Antigos Pais. Erigiram templos com a cruz e sacrificaram milhões de homens em sua honra.
Uma grande estrela aproximou-se da Terra e espalhou uma triste luz sobre as planícies e montanhas. O Sol também mudara, tal como está escrito na Crônica: “Desgraça sobre nós. Os sinais indicam desastre. O Sol não é brilhante e amarelo, mas vermelho como sangue espesso”. Assim falaram os sacerdotes. “Os estrangeiros não trazem paz. Não confiam no legado dos Antigos Pais. Os seus pensamentos são feitos de sangue. Espalharam sangue sobre todo o império”. O desastre que os nossos sacerdotes haviam predito incidiu primeiro sobre os Incas. Rompeu uma guerra civil no seu império. Os dois filhos de Huayana Capac lutaram pelo cargo de comando supremo. Na sangrenta batalha nos campos em redor de Cuzco, o primogênito Huascar foi derrotado pelo seu irmão mais novo, Ataualpa.
O vencedor e o seu exército avançaram para a capital e começaram um reino sangrento de terror. Ataualpa teria destruído os partidários do seu infeliz irmão se os estrangeiros não tivessem desembarcado nas costas do oceano ocidental. Esta chegada evitou a sua última vitória. Poderosos navios alcançaram a costa. Vinham silenciosamente, cortando a água. E homens com barbas desembarcaram com armas eficazes e estranhos animais, tão rápidos e fortes como o caçador jaguar. E, num dia, poderosos inimigos ergueram-se contra Ataualpa. Ganhou cruéis inimigos, que eram falsos e cheios de ardis.
A DESTRUIÇÃO DO IMPÉRIO INCA
Pouco depois da sua chegada ao Peru, os Bárbaros Brancos deixaram conhecer as suas intenções. Impressionados com a riqueza de Cuzco, iniciaram uma cruel guerra de conquista. Primeiro atacaram cidades junto à costa. Ocuparam os terrenos adjacentes e subjugaram as Tribos Aliadas dos Incas. Depois, os Bárbaros Brancos juntaram-se para uma campanha nas montanhas dos Andes. No local chamado Catamarca, a dez horas a pé de Cuzco, encontraram o exército de Ataualpa, o príncipe dos filhos do Sol. Os guerreiros contam histórias terríveis. Medonhas eram as suas revelações. Ataualpa teve de pagar caro a sua arrogância. Caiu vítima de uma cilada dos estrangeiros. Foi traído e capturado. E o segundo filho de Huayana Capac foi preso. Os seus guerreiros foram mortos pelos Bárbaros Brancos. A planície tingiu-se de vermelho com o sangue, que chegava aos tornozelos quando os Incas perderam a batalha.
E os guerreiros Barbados avançaram ainda mais. Assassinando e roubando, alcançaram Cuzco. Violaram mulheres. Roubaram o ouro. Até os túmulos foram partidos para serem abertos. A tristeza e o desespero dominaram as montanhas onde outrora Ataualpa, o príncipe dos filhos do Sol, havia sido poderoso. O meu povo soube da verdadeira crueldade dos Bárbaros Brancos por muitos refugiados incas. Os estrangeiros Barbados cometeram piores atrocidades do que as tribos selvagens. Umas simples doze luas tinham passado depois da sua chegada, quando uma profunda escuridão envolveu o império dos filhos do Sol, iluminado só pelas cidades e aldeias em chamas. Pouco depois, os Ugha Mongulala tiveram de reconhecer a terrível verdade: a nação irmã estava condenada a perecer.
Os estrangeiros tinham armas especiais que mandavam trovões em chamas. Tinham estranhos animais com pés de prata, que, guiados pelos homens, espalhavam a morte e a perdição nas fileiras dos filhos do Sol. Os guerreiros de Ataualpa fugiram em pânico. Mas os Incas eram uma nação forte. Apesar da superioridade das armas dos estrangeiros, combateram duramente em defesa do seu país. Depois da terrível derrota de Catamarca, os que restavam do exército juntaram-se nas montanhas que cercam Cuzco e nos limites do país chamado Bolívia. A força principal cortou os caminhos da montanha que levavam à costa. Desta maneira evitaram o avanço dos Bárbaros Brancos durante muito tempo. Só quando os estrangeiros queimaram Ataualpa vivo, em honra do seu deus, e se cumpriu o que os nossos sacerdotes haviam predito, eles cessaram de resistir.

O império inca desmoronava-se numa terrível tempestade de fogo. Desgraça dos filhos do Sol. Que medonha sorte se abateu sobre eles! Traíram o legado dos Deuses, e agora eles próprios tinham sido traídos. Foram castigados, batidos até sangrarem, pelos Bárbaros Brancos. Porque estes estrangeiros não conheciam piedade. Não poupavam as mulheres, nem sequer as crianças. Comportavam-se como animais selvagens, como formigas, destruindo tudo no seu caminho. A era do sangue começara para os filhos do Sol. Toda uma nação está a expiar os pecados de Viracocha. E os dias maus começaram quando o Sol e a Lua se escureceram com o sangue.
A RETIRADA DOS UGHA MONGULALA
Cinco anos depois da chegada dos Bárbaros Brancos, o império inca assemelhava-se a Akakor depois da sua primeira Grande Catástrofe. A sua capital estava em ruínas. Vilas e aldeias haviam sido queimadas. Os sobreviventes tinham-se retirado para as altas montanhas ou serviam os Bárbaros Brancos como escravos. O sinal-da-cruz que se identifica com o sinal da morte, podia ver-se em toda parte. Até então os Ugha Mongulala tinham testemunhado a tragédia só à distância. Os Bárbaros Brancos estavam inteiramente ocupados com a pilhagem da riqueza dos Incas. Os guerreiros receavam a densidade da selva de cipós na encosta leste dos Andes e só os incas em fuga atravessaram a fronteira fortificada que Lhasa havia construído. No ano 12.034, a guerra também alcançou Akakor.
Os espanhóis, como os Bárbaros Brancos se chamavam, souberam da existência da nossa capital por traição. Como sua ânsia de ouro era infinita, equiparam um exército. Após grandes lutas com a Tribo dos Demônios do Terror, avançaram pela parte oriental dos Andes, na região de Machu Picchu. O Alto Conselho tinha de tomar uma decisão da mais alta importância: ou combater os Bárbaros Brancos ou retirar-se para o interior da região de Akakor. O príncipe Umo e os mais velhos do povo decidiram pela retirada, embora os chefes guerreiros aconselhassem o contrário. Ordenaram que as cidades fronteiriças fossem abandonadas e que todos os sinais da capital fossem destruídos. Só pequenas tropas de defesa eram deixadas atrás, nas regiões abandonadas, para observar os movimentos dos guerreiros inimigos a avisar Akakor de qualquer ataque. Esta foi a decisão de Umo. E assim se fez.
Posteriores acontecimentos provaram a perspicácia do príncipe Umo. A sua decisão salvou os Ugha Mongulala de uma guerra que nunca poderiam ter ganho. Mas também condenou os Incas à extinção. O Alto Conselho recusou o apelo de auxílio feito pelos generais incas e preparou-se para um conflito defensivo. Se na verdade tivesse de haver uma guerra, que se travasse onde as altas barreiras pudessem pôr em perigo os Bárbaros Brancos – nos altos vales dos Andes e entre a selva de cipós do Grande Rio. Os guerreiros obedeceram às instruções do Alto Conselho. Retiraram-se das regiões que ofereciam mais perigo. Com o coração angustiado, de má vontade, abandonaram Machu Picchu, a cidade sagrada de Lhasa.
Longas filas de carregadores transportaram todos os objetos, como jóias, dádivas para sacrifícios e provisões, para Akakor. Depois os guerreiros arrasaram as casas e os muros e destruíram as estradas que lhes ficavam para trás. Os sacerdotes destruíram templos. Os artesãos bloquearam todas as entradas com pesadas pedras. Tão cuidadosamente cumpriram as ordens dos seus maiores que hoje mesmo os Ugha Mongulala só conseguem encontrar Machu Picchu com auxílio de mapas e de desenhos. Só os subterrâneos da Montanha da Lua ficaram incólumes. Porque ninguém que não entenda os sinais do passado é capaz de revelar o segredo do Exaltado Filho dos Deuses, Lhasa. E, assim. O grande-sacerdote vedou a entrada da cidade santa. Ocultava o segredo do Exaltado Filho dos Deuses, o criador e formador, o governador dos quatro ventos, nos quatro cantos do mundo e sobre a face do céu. E com estas palavras vedou o segredo:
“Devem ficar na sombra da vossa sombra quando os olhos dos Deuses se erguem e a Terra ainda está escurecida pela noite. Então a sombra da sua sombra apontará o caminho. Mostrar-lhes-á a direção do coração do Céu ao coração da Terra”.
Durante muito tempo parecia que os Deuses queriam poupar os Ugha Mongulala à mesma sorte da nação Inca, sua irmã, e Akakor foi interdita aos Bárbaros Brancos. Se bem que na sua campanha avançassem na região dos afluentes do rio Vermelho, nunca passaram as florestas nas encostas orientais das montanhas. Os seus guerreiros morriam devido a doenças desconhecidas das Grandes Florestas, caíram feridos pelas setas envenenadas das Tribos Aliadas. Só um simples grupo alcançou os arredores da capital do meu povo. No monte Akai, a três horas de distância a pé de Akakor, foi travada uma memorável batalha, que foi descrita na crônica para conhecimento da posteridade. Foi no monte Akai que os guerreiros encontraram os Bárbaros Brancos, com as suas terríveis armas e os guerreiros de ferros dos Servos Escolhidos. Durante muito tempo a batalha manteve-se indecisa. Os exércitos batiam-se valentemente. Então os Servos Escolhidos atreveram-se a atacar. Avançaram para o centro dos seus inimigos.
Cegaram-nos com tochas. Dificultaram-lhes os movimentos das pernas estendendo cordas. Bateram-lhes com pedras na cabeça até o sangue lhes saltar pelo nariz e pela boca. E os Bárbaros Brancos fugiram em pânico, deixando atrás de si as suas armas, os seus animais e os seus escravos. Só queriam salvar suas vidas, e nem isso conseguiram inteiramente. Dificilmente alguns conseguiram fugir e muitos foram trazidos como cativos para Akakor. Os cativos foram os primeiros Bárbaros Brancos de Akakor. Os Ugha Mongulala olharam-nos com horror e com medo. Só os sacerdotes os consideravam com desprezo. Atiraram a porcaria da terra sobre os falsos crentes como penhor da sua humilhação. Então o Alto Conselho enviou os Bárbaros Brancos como escravos para as minas de ouro e prata. Até ao fim dos seus dias expiaram os seus crimes, tal como está escrito na crônica:
Estas são as notícias. Assim falou o alto-sacerdote aos Bárbaros Brancos:“Quem vos fez nascer para poderdes governar sobre a vida e a morte? Quem sois vós que desprezais o legado dos Deuses? Donde viestes para trazerdes a guerra ao nosso país? Verdadeiramente o que fazeis é mau. Derramastes sangue. Fizestes a caça ao homem. Destruístes as tribos dos filhos do Sol e espalhastes o seu sangue sobre as montanhas”.
Estas foram as palavras do grande-sacerdote. Foram terríveis. Mas o coração dos Bárbaros Brancos manteve-se duro e levou-lhes tempo a encarar a sua sorte. Enfrentavam o cativeiro eterno.
II – A GUERRA NO LESTE 1.534 – 1.691
Seguindo as descobertas dos navegadores espanhóis e portugueses, a civilização começou a expandir-se no Novo Mundo. O poder marítimo da Espanha e de Portugal (a que mais tarde se juntaram a Inglaterra e os Países Baixos) tornou-se rico com a exploração das suas colônias. Enquanto a Espanha saqueava o Peru e o México. Portugal iniciava a conquista da costa leste do Brasil. Em 1.541 – 1.542, Orellana, um companheiro de luta de Pizarro, iniciou a sua histórica viagem através do continente sul-americano. Foi o primeiro a navegar no rio Amazonas, a que deu este nome devido ao encontro que teve com uma tribo de mulheres guerreiras. Depois do seu regresso ao Novo Mundo, em 1.546, morreu de malária na embocadura do Amazonas. Nesta época, os Ingleses e os Holandeses começaram a explorar os afluentes do Amazonas.

A cidade de Belém foi fundada em 1.616 pelo português Caldeira Castelo Branco, em nome de Portugal e Espanha, e a exploração da Amazônia pelos portugueses iniciou-se aqui. A figura principal foi Pedro Teixeira, que repetiu a proeza de Francisco de Orellana em 1.637, mas em direção oposta. Determinou, em nome de Portugal, a futura fronteira oeste do Brasil, na confluência do rio Aguarico com o rio Napo. Pedro Teixeira, que se gabara de ter morto trinta mil selvagens com as suas próprias mãos, morreu em 1.641. De acordo com o que calcula o padre jesuíta Antonio Vieira, os conquistadores portugueses assassinaram cerca de dois milhões de índios no período de trinta anos.
Continua ….
“A sabedoria (Sophia) clama lá fora; pelas ruas levanta a sua voz. Nas esquinas movimentadas ela brada; nas entradas das portas e nas cidades profere as suas palavras: “Até quando vocês, inexperientes, irão contentar-se com a sua inexperiência? Vocês, zombadores, até quando terão prazer na zombaria? E vocês, tolos, até quando desprezarão o conhecimento? Atentai para a minha repreensão; pois eis que vos derramarei abundantemente do meu espírito e vos farei saber as minhas palavras [o conhecimento]”. – Provérbios 1:20-23



