O Fim dos Dias: Armagedom e Profecias do Retorno (dos ‘deuses’ Anunnaki)- (16)

(Zecharia Sitchin)“Quando eles retornarão?” – Fui indagado inúmeras vezes com essa pergunta por pessoas que leram meus livros; “eles” são os Anunnakis – os (“deuses”) extraterrestres que estiveram na Terra, vindos do planeta Nibiru, e que foram reverenciados na Antiguidade na antiga Suméria [atual Iraque-Irã] como deuses [criadores do Adão/Eva de barro, a nossa humanidade atual]. Quando será que Nibiru, com sua órbita alongada, retornará às cercanias de nosso sistema solar, vindo de Sírius, e, então, o que acontecerá?

Do livro: O Fim dos Dias: Armagedom e Profecias do Retorno (dos ‘deuses’ Anunnaki) (Zecharia Sitchin)

16 – Armagedom e as Profecias do Retorno

Eles retornarão? Quando eles retornarão?

Essas são questões que me foram perguntadas inúmeras vezes, sendo que os “ELES” refere-se aos “deuses” anunnakis, cuja saga na Terra preencheu meus livros. A resposta para a primeira pergunta é sim, ELES RETORNARÃO; há pistas que precisam de maior atenção, e as profecias do Retorno precisam ser cumpridas. A resposta para a segunda pergunta tem preocupado a humanidade desde a época dos eventos divisores de água em Jerusalém, mais de 2 mil anos atrás.

Mas a questão não é apenas “se” e “quando”. O que o Retorno deles sinalizará, o que trará junto? Será uma vinda benevolente, ou – como quando o Dilúvio estava crescendo – trará o Fim? Quais profecias se concretizarão? Uma Era Messiânica, uma Segunda Vinda, um novo Começo – ou talvez um Apocalipse catastrófico, o Derradeiro Fim, o Armagedom…

É a última possibilidade que desloca essas profecias do reino da teologia, da escatologia, ou da mera curiosidade no que diz respeito à própria sobrevivência da humanidade. Deve-se ter em vista que o Armagedom, um termo que passou a denotar uma guerra de escopo calamitosamente inimaginável, é de fato, o nome de um local específico em uma terra que tem sido sujeita a ameaças de aniquilação nuclear.

No século XXI a.C., a guerra dos Reis do Oriente contra os Reis do Ocidente foi seguida por uma calamidade nuclear. Vinte e um séculos depois, quando o a.C. mudou para d.C., os temores da humanidade foram expressos em um pergaminho [dos Essênios] escondido em uma caverna próxima ao Mar Morto, que descrevia uma grande e derradeira “Guerra dos Filhos da Luz Contra os Filhos das Trevas”. Hoje, novamente, no século XXI d.C., uma ameaça nuclear paira sobre o mesmo local histórico. Há razão suficiente para perguntar: irá a história se repetir, sendo que a história se repete, de forma misteriosa, a cada 21 séculos?

Uma guerra, uma conflagração destruidora, foi descrita como parte do cenário do Fim dos Tempos em Ezequiel (capítulos 38-39). Apesar de “Gog da terra de Magog”, ou “Gog e Magog”, serem vistos como os principais instigadores nessa guerra final, a lista de combatentes que serão arrastados a essas batalhas abrange praticamente cada nação digna de nota; e o foco da conflagração deverá ser “os habitantes do Umbigo da Terra” – o povo de Jerusalém, segundo a Bíblia, mas para o povo da “Babilônia” como um substituto de Nippur para aqueles a quem o relógio parou.

É impressionante, de dar frio na espinha, que a lista de Ezequiel sobre as nações espalhadas pelo mundo (38: 5) que se juntarão na guerra final – o Armagedom – na realidade comece com a PÉRSIA – o próprio país (hoje o Irã) cujos líderes buscam armas nucleares com as quais querem “varrer da face da Terra” o povo que habita onde Har-Megiddo se situa!

Quem é esse “Gog da terra de Magog” e por que essa profecia de dois milênios e meio atrás soa tão parecida com as atuais manchetes de notícia? A precisão de tais detalhes na Profecia aponta para o Quando – na nossa época, no nosso século?

O Armagedom, uma Guerra Final de Gog e Magog, é também um elemento essencial do cenário do Fim dos Tempos do livro profético no Novo Testamento, Revelação (cujo título completo é “O Apocalipse de São João, o divino”). Compara os instigadores dos eventos apócrifos com duas bestas, uma das quais consegue “fazer fogo cair do céu na terra, diante do homem”. E dada apenas uma pista enigmática para sua identidade (Apocalipse 13: 18):

¹⁸ Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento, calcule o número da besta; porque é o número de um homem, e o seu número é seiscentos e sessenta e seis. – Apocalipse 13:18

Muitos tentaram decifrar o número misterioso 666, assumindo que se tratava de uma mensagem codificada relacionada ao Fim dos Tempos. Considerando que o livro foi escrito quando a perseguição aos cristãos havia começado em Roma, a interpretação aceita é que o número era um código para o imperador opressor Nero, o valor numérico cujo nome em hebraico (NeRON QeSaR) somava 666. O fato de ele ter estado na plataforma espacial em Baalbek, possivelmente para inaugurar ali o Templo de Júpiter, no ano 60 d.C. pode – ou não – ter uma influência no enigma do número 666.

Que poderia haver mais coisas relacionadas ao 666 do que a ligação com Nero, é sugerido pelo fato intrigante de que 600, 60 e 6 são todos números básicos do sistema sexagesimal sumério, para que o “código” então possa se referir a alguns textos mais antigos; havia 600 anunnakis, o grau numérico de Anu era 60, o grau de Ishkur/Adad era 6. Logo, se os três números forem multiplicados, em vez de adicionados, teremos 600 x 60 x 6 = 216.000, que é o conhecido 2.160 (uma era zodiacal completa) vezes 100 – um resultado que pode ser especulado infinitamente.

Há também o enigma de que, quando os sete anjos revelaram a sequência dos futuros eventos, eles não os relacionaram a Roma; eles os ligaram à “Babilônia”. A explicação convencional tem sido que, como o 666 era um código para o imperador romano, a “Babilônia” era então uma palavra de código para Roma. Mas a Babilônia já havia sumido há séculos quando a Revelação foi escrita, e a Revelação, falando da Babilônia, indiscutivelmente liga as profecias com “o grande Rio Eufrates” (9:14), inclusive descrevendo como “o sexto anjo derramou seu frasco no grande Rio Eufrates”, secando-o para que os Reis do Oriente se juntassem à luta (16:12).

A conversa era sobre uma cidade/terra no Eufrates, e não no Rio Tibre. Tendo em vista que as profecias da Revelação são sobre o futuro, pode-se concluir que a “Babilônia” não é um código – a Babilônia significa Babilônia, a futura Babilônia que irá se envolver na guerra do “Armagedom” (que o verso 16:16 corretamente explica como o nome de “um lugar de língua hebraica” – Har-Megiddo, Monte Megido, em Israel), uma guerra envolvendo a Terra [pseudo]Santa.

Se aquela futura Babilônia é de fato o Iraque de hoje, os versos proféticos são novamente assustadores, pois à medida que eles preveem os atuais eventos que levam à queda da Babilônia após uma breve, mas terrível guerra, eles profetizam a divisão da Babilônia/Iraque em três partes! (16:19).

Como o Livro de Daniel, que previu as fases de tribulações e etapas de tentativa do processo messiânico, a Revelação também tentou explicar as enigmáticas profecias do Velho Testamento ao descrever (Capítulo 20) a Primeira Era Messiânica com a “Primeira Ressurreição” que duraria uns mil anos, seguida por um reino satânico de mil anos (quando “Gog e Magog” se enfrentarão em uma imensa guerra) e, então, um segundo período messiânico e outra ressurreição (e, portanto, a “Segunda Vinda”).

Inevitavelmente, estas profecias causaram um frenesi de especulação à medida que o ano 2.000 d.C. se aproximava: especulação relacionada ao Milênio como um ponto no tempo, na história da humanidade e da Terra, quando as profecias se concretizariam.

Cercado por questões milenares à medida que o ano 2.000 se aproximava, eu disse para o meu público leitor que nada iria acontecer em 2.000, e não foi por causa da verdadeira contagem do ponto do milênio a partir do nascimento de Jesus já ter passado, pois de acordo com todos os cálculos formais, Jesus nasceu em 6 ou 7 a.C. O motivo principal da minha opinião era que as profecias pareciam estar prevendo não uma cronologia linear – ano um, ano dois, ano novecentos e assim por diante -, e sim uma repetição cíclica de eventos, a crença fundamental de que “As Primeiras Coisas serão as Últimas Coisas” – algo que possa acontecer apenas quando a história ou o tempo histórico se move em um ciclo [e em círculo], quando o ponto inicial for o ponto final e vice-versa.

Inerente a esse plano cíclico da história está o conceito de Deus como sendo uma entidade divina eterna que esteve presente no Princípio, quando o Céu e a Terra foram criados, e que estará lá no Fim dos Tempos, quando o Seu reino deverá ser renovado sobre o Seu monte sagrado. Isso está presente em declarações desde as primeiras afirmações bíblicas passando pelos profetas mais recentes, como quando Deus anunciou, por intermédio de Isaías (41: 4, 44: 6, 48: 12):

Eu sou Ele, Eu sou o Primeiro como também Eu sou o Ultimo… Dos Primórdios ao Fim eu previ, e dos tempos antigos as coisas que ainda não foram feitas”. – Isaías 48: 12, 46: 10

E do mesmo modo (duas vezes) no Livro da Revelação do Novo Testamento:

Eu sou o Alfa e o Ômega O Princípio e o Fim, disse o Senhor – O que é, o que foi e o que será”. – Apocalipse 1:8

De fato, a base para a profecia era a crença de que o Fim estava ancorado no Princípio, que o Futuro poderia ser previsto porque o Passado já era conhecido – se não pelo homem, então por deus:

Eu sou aquele “que do Princípio conta o Fim”, disse Yahweh/Enlil (Isaías 46: 10).

O profeta Zacarias (1:4, 7:7, 7:12) previu os planos de Deus para o futuro – o Fim dos Tempos – nos termos do Passado, os Primeiros Dias. Essa crença, que é repetida nos Salmos, nos Provérbios e no Livro de Jó, foi vista como um plano divino universal para toda a Terra e todas as suas nações. O profeta Isaías, profetizando as nações da Terra reunidas para saber o que esperar, descreveu-as questionando-se:

Quem, entre nós, pode nos falar sobre o futuro deixando ouvir sobre as Primeiras Coisas?”.

Que isto se tratava de um dogma universal é algo mostrado em uma coleção de Profecias Assírias, quando o deus Nabu disse ao rei assírio Esarhaddon: “O futuro deverá ser como o passado”.
Esse elemento cíclico das profecias bíblicas sobre o Retorno nos conduz a uma resposta atual sobre a questão de QUANDO.

Um giro cíclico do tempo histórico foi descoberto, o leitor se lembrará, na Mesoamérica, resultado de uma combinação, como as engrenagens de rodas, de dois calendários (veja figura 67), criando um “pacote” de 52 anos, na ocorrência de que – depois de um número específico de giros – Quetzalcoatl (também conhecido como Thoth/ Ningishzidda) havia prometido retornar. E isso nos leva às conhecidas Profecias Maias,4 de acordo com as quais [o INÍCIO do] o Fim dos Tempos virá em 2012 d.C.

O prospecto de que a data crucial profetizada está bem próxima tem atraído, naturalmente, muito interesse, e é digno de ser explicado e analisado. A data indicada surgiu do fato de que, naquele ano (dependendo de como se calcula), a unidade de tempo Baktun completará seu décimo terceiro giro. Considerando que um Baktun dura 144.000 dias, é um tipo de marco e tanto.

Alguns erros, ou suposições fraudulentas, relacionados a este cenário precisam ser apontados. O primeiro é que um Baktun não pertence apenas a dois “pacotes” de calendários com a promessa dos 52 anos (o Haab e o Tzolkin), mas a um terceiro calendário muito mais antigo chamado de A Longa Contagem. Foi introduzida pelos olmecas – africanos que foram à Mesoamérica quando Thoth foi exilado do Egito – e a contagem de dias na realidade começou com esse evento, logo esse Dia Um da Longa Contagem era o que nós datamos como agosto de 3.113 a.C. [sintomaticamente, o ano do nascimento de Krishna, na Índia] Os hieróglifos naquele calendário representam a seguinte sequência de unidades:

1 kin = 1 dia
1 Uinal = 1 kin x 20 = 20 dias
1 Tun = 1 kin x 360 = 360 dias
1 Ka-tun = 1 tun x 20 = 7.200 dias
1 Bak-tun = 1 Ka-tun x 20 = 144.000 dias
1 Pictun = 1 Bak-tun x 20 = 2.880.000 dias

[4 N.E.: Sugerimos a leitura de O código maia: Aceleração do tempo e o despertar da mente mundial , de Barbara Hand Clow, e 2012 – Era de ouro da humanidade: A Iniciação, de C. Torres e S. Zanquim, ambos da Madras Editora.]

Estas unidades do calendário Maia, cada uma um múltiplo da anterior, iam além do Baktun com hieróglifos crescentes. Mas tendo em vista que os monumentos maias nunca ultrapassaram 12 Baktuns, cujos 1.728.000 dias eram algo que ia além da existência maia, o 13º Baktun aparenta ser um verdadeiro marco. Além disso, a sabedoria maia aparentemente entendia que o “Sol” presente ou Era terminaria no 13º Baktun [em 21 de dezembro de 2012]; portanto, quando o seu número de dias (144.000 x 13 = 1.872.000) é dividido por 365.25 [duração do ano solar], resulta na passagem de 5.125 anos; quando o a.C. 3.113 é subtraído, o resultado é o ano de 2012 d.C..

Isto é matemática e astronomicamente fascinante, como também não deixa de ser uma previsão sinistra. Mas essa data foi alterada, já no século passado, pelos estudiosos (como Fritz Buck, El Calendário Maya en la Cultura Tiahuanacu) que apontaram que, como mostra a lista anterior, o multiplicador e, portanto, o divisor, deveria ser o matematicamente perfeito 360 do próprio calendário, e não 365.25. Dessa forma, os 1.872.000 dias resultariam em 5.200 anos – um resultado perfeito porque representa exatamente 100 “pacotes” do número mágico de Thoth, o 52 [o mesmo número de semanas de um ano solar]. Assim calculado, o ano mágico do Retorno de Thoth seria 2.087 d.C. (5.200 – 3.113).

Poderíamos aguentar até essa espera; o que foge à regra é que a Longa Contagem é uma contagem do tempo linear, e não a cíclica que é requerida, para que seus dias contados possam ser transferidos ao décimo quarto Baktun e ao décimo quinto Baktun e assim por diante.

Tudo isso, no entanto, não descarta a significância de um milênio profético. Considerando que a fonte do “milênio”, como um tempo escatológico, teve sua origem nos manuscritos apócrifos judaicos do século II a.C., a busca por um significado deve ser alterada para essa direção. De fato, a referência de “mil” – um milênio – como definindo uma era tem suas raízes no Velho Testamento. Deuteronômio (7: 9) atribuiu a duração da aliança de Deus com Israel um período de “mil gerações” – uma afirmação repetida (I Crônicas 16:15) quando a Arca da Aliança foi levada a Jerusalém por Davi. Os Salmos, repetidas vezes, aplicam o número “mil” a Yahweh/Enlil, a suas maravilhas, e inclusive à sua carruagem (Salmo 68: 17).

Diretamente relevante ao assunto do Fim dos Tempos e ao Retorno dos ‘deuses’ Anunnaki é a declaração no Salmo 90:4 – uma declaração atribuída ao próprio Moisés – que falou de Deus que “mil anos, aos vossos olhos, não passam de um dia”. Essa declaração tem gerado especulações (que começaram logo depois da destruição romana do 2º Templo de Jerusalém, em agosto de 70 d.C, pelas legiões romanas do general Tito) de que era uma forma de se compreender o elusivo Fim dos Tempos messiânicos; se a Criação, “O Princípio”, segundo o Gênesis, levou seis dias para que Deus o fizesse, e um dia divino duraria mil anos, o resultado é uma duração de 6.000 anos do princípio ao fim. O Fim dos Tempos, como se pode, portanto, concluir, começará no Anno Mundi 6.000.

Aplicado ao calendário hebraico [Anunnaki] de Nippur, que começou em 3.760 a.C [penúltima passagem de Nibiru pelo nosso sistema solar], isto significa que o Fim dos Tempos ocorrerá em 2.240 d.C. (6.000 – 3.760 = 2.240). Este terceiro cálculo do Fim dos Tempos pode ser decepcionante ou tranquilizador – depende da expectativa de cada um. A beleza deste cálculo é que está em perfeita harmonia com o sistema sexagesimal sumério (“base 60”). No futuro poderá ser comprovado como sendo o correto, mas eu não penso assim: é novamente linear – é uma unidade de tempo cíclico que é clamada pelas profecias.

Com nenhuma das datas “modernas” executáveis, devemos então olhar para trás nas antigas “fórmulas” – fazer o que foi aconselhado por Isaías, “olhe para os sinais de trás para frente”. Temos duas opções cíclicas: o período orbital de 3.600 anos da Terra do Tempo Divino de Nibiru [sua órbita entre Sírius e o nosso Sol] e o Tempo Celestial da Precessão zodiacal. Qual deles é o correto?

Que os anunnakis vieram e se foram durante uma “janela de oportunidade” quando Nibiru chegou no Perigeu (mais próximo do nosso Sol e, portanto, mais próximo da Terra e de Marte) é tão óbvio que alguns dos meus leitores costumavam simplesmente subtrair 3.600 de 4.000 (como sendo uma data arredondada da última visita de Anu), resultando em 400 a.C., ou subtraindo 3.600 de 3.760 (quando se iniciou o calendário de Nippur) – como os macabeus fizeram – e chegaram a 160 a.C. Nem de um modo e nem do outro, a próxima chegada de Nibiru está em futuro distante.

De fato, o leitor já sabe, Nibiru chegou antes, cerca de 560 a.C. Ao considerar esse “desvio”, deve-se manter em mente que o perfeito Sar (3.600) sempre foi um período orbital matemático, tendo em vista que as órbitas celestiais – de planetas, cometas, asteróides – se desviam de órbita em órbita em função da atração gravitacional de outros planetas próximos de onde passam. Usando a trajetória bem definida do Cometa Halley como exemplo, seu período determinado de 75 anos na realidade varia de 74 a 76; quando ele fez sua última aparição em 1986, era de 76 anos. Expanda o desvio do Halley para os 3.600 de Nibiru, e você chegará a uma variação de aproximadamente 50 anos em cada trajetória.

Há uma outra razão para se questionar por que Nibiru se desviou tanto do seu acostumado Sar: o acontecimento raro do Dilúvio, cerca de 10.900 a.C. Durante seu 120 Sars [órbitas] antes do Dilúvio, Nibiru orbitou sem causar tamanha catástrofe. De repente, algo raro aconteceu para que Nibiru fosse levado mais próximo da Terra: o Dilúvio aconteceu em combinação com as condições do deslize que houve na camada de gelo que cobria a Antártica. O que foi essa “coisa rara”? A resposta pode estar bem mais longe no nosso sistema solar onde Urano e Netuno orbitam – planetas cujas várias luas, incluindo algumas que, inexplicavelmente, orbitam em direção “oposta” (“retrógrada”) à forma que Nibiru orbita.

Um dos grandes mistérios no nosso sistema solar é o fato de que o planeta Urano se posiciona [deitado, 90º em relação á sua órbita] literalmente de lado – seu eixo norte-sul encara o Sol horizontalmente em vez de estar na posição vertical. “Algo” deu uma “grande pancada” em Urano em algum momento do seu passado, dizem os cientistas da NASA – sem se aventurarem a adivinhar o que foi esse “algo”.

Eu também tenho diversas vezes questionado se esse “algo” foi o que também causou uma enorme cicatriz misteriosa “em forma de V” e uma característica “falhada” inexplicada que o Voyager 2 da NASA encontrou na lua Miranda de Urano, em 1986 (Figura 128) – uma lua que é diferente, de várias maneiras, das outras luas de Urano. Será que uma colisão celestial com Nibiru, que estava passando, causara tudo aquilo?

Nos últimos anos, astrônomos afirmaram que os grandes planetas externos não têm ficado parados no lugar onde foram formados originalmente [principalmente depois da explosão de MALDEK, há 252 milhões de anos, planeta cuja órbita ficava entre Marte e Júpiter, hoje a localização do Cinturão de Asteroides, bilhões de pedaços de rocha resultantes da explosão], mas que estão sendo levados para fora, para longe do Sol. Os estudos concluíram que a mudança tem sido mais evidente no caso de Urano e Netuno (veja desenho, figura 129), e isso pode explicar porque nada ocorreu lá fora durante muitas órbitas de Nibiru – então, de repente, algo aconteceu.

Não é improvável a conclusão de que, durante sua órbita do “Dilúvio”, Nibiru se encontrou com Urano mudando, e uma das luas de Nibiru bateu em Urano, inclinando-o lateralmente; é possível também que a “arma” do golpe tenha sido a enigmática lua Miranda – uma provável lua de Nibiru – que bateu em Urano e acabou ficando presa na órbita de Urano. Tal acontecimento teria afetado a órbita de Nibiru e mesmo de Urano, diminuindo sua velocidade em aproximadamente 3.450 anos-Terra em vez de 3.600, e resultando em uma reaparição pós-diluviana marcada para cerca de 7.450, cerca de 4.000 e cerca de 550 a.C.

Se foi isso o que aconteceu, isso explica a chegada “antecipada” de Nibiru em 556 a.C. – e sugere que sua próxima chegada será em cerca de 2.900 d.C. Para aqueles que associam os eventos cataclísmicos profetizados ao retorno de Nibiru – o “Planeta X” para alguns, Nêmesis para outros -, o tempo ainda está longe.

Mas qualquer noção de que os anunnakis limitem suas idas e vindas a uma única “janela” pequena no perigeu do planeta está errada. Eles podem ir e vir em outras épocas também, pois possuem tecnologia e espaçonaves para tanto. Os textos antigos registram várias ocasiões de viagens de ida e volta feitas pelos deuses Anunnaki sem qualquer indicação sobre uma ligação com a proximidade do planeta Nibiru. Como há também vários contos de viagem da Terra para Nibiru por terráqueos que omitem qualquer afirmação de que Nibiru pudesse ser visto no céu (uma visão que foi enfatizada, por outro lado, quando Anu visitou a Terra, em trono de 4.000 a.C., na penúltima passagem de Nibiru). Em uma ocasião, Adapa, um filho de Enki com uma mulher da Terra, que recebeu Sabedoria, mas não a imortalidade, fez uma pequena viagem a Nibiru, acompanhado por Dumuzi e Ningishzidda. Enoch, copiando o Enmeduranki sumério, também foi e voltou, duas vezes, durante sua vida na Terra.

Isto era possível pelo menos em duas maneiras, como mostra a figura 130: uma em uma nave espacial na fase de aproximação de Nibiru (do ponto A), chegando bem na frente do momento perigeu; a outra, desacelerando a nave (no ponto B) durante a fase de retirada de Nibiru, “caindo de volta” em direção ao Sol (e, portanto, à Terra e a Marte). Uma rápida visita à Terra, como aquela feita por Anu, poderia ser feita combinando-se o “A” da chegada com o “13” da partida; uma rápida visita a Nibiru (como a de Adapa) poderia ter ocorrido ao inverter o procedimento – ao sair da Terra e interceptar Nibiru no ponto “A” e partir de Nibiru no ponto “B” para retornar à Terra, e assim por diante.

O Retorno dos anunnakis em uma época que não seja a do retorno do planeta pode, portanto, ocorrer, e para isso temos o outro tempo cíclico – o tempo zodiacal. Em Quando o Tempo se Iniciou, chamei o Tempo Celestial de forma distinta, apesar de ele servir como uma ligação entre o Tempo da Terra (ciclo orbital do nosso planeta) e o Tempo Divino (o relógio do planeta dos anunnakis). Se o esperado Retorno for dos anunnakis, em vez do planeta deles, então cabe a nós buscar uma solução para os enigmas dos deuses e dos homens mediante o relógio que os tem ligado – o zodíaco cíclico do Tempo Celestial. Foi inventado pelos anunnakis principalmente como uma forma de reconciliar os dois ciclos; sua razão – 3.600 para Nibiru, 2.160 para a Era Zodiacal – era a Razão Dourada de 10:6. Resultou, como eu tenho sugerido, em um sistema sexagesimal em que a matemática e a astronomia sumérias se baseavam (6x10x6x10, e assim por diante).

Berosus, como já mencionamos, considerava as eras zodiacais como momentos decisivos nos assuntos dos deuses e dos homens, e concluiu que o mundo passava periodicamente por catástrofes apocalípticas, seja por água ou por fogo, cujo tempo era determinado pelos fenômenos celestiais. Como seu parceiro no Egito, Manetho, ele também dividiu a pré-história e a história em fases divinas, semi-divinas e pós-divinas, com um abissal total de 2,16 milhões de anos de “duração deste mundo”. Isto – maravilha das maravilhas! – representa exatamente mil (um milênio!) de eras zodiacais.

Estudiosos que examinaram os tabletes de argila que tratavam de matemática e astronomia ficaram espantados ao descobrir que elas apresentavam o fantástico número 12.960.000 – sim, 12.960.000 – como o ponto inicial. Eles concluíram que isto só poderia estar relacionado às eras zodiacais de 2.160, cujos
múltiplos resultam em 12.960 (se for 2.160 x 6) ou 129.600 (se for 2.160 x 60) ou 1.296.000 (se for multiplicado por 600); e – maravilha das maravilhas! – o número fantástico com o qual estas listas antigas começam, 12.960.000, é um múltiplo de 2.160 por 6.000 – como nos seis dias divinos da criação.

Esses eventos principais, quando os assuntos dos deuses afetaram os assuntos dos homens, estavam ligados às eras zodiacais. Isso tem sido mostrado em todo este volume de As Crônicas da Terra. À medida que cada Era Zodiacal começava, algo muito grave acontecia: a Era de Touro sinalizou a concessão da civilização à humanidade. A Era de Áries foi conduzida pela revolta nuclear e acabou com a Partida. A Era de Peixes chegou com a destruição do segundo Templo e o começo do Cristianismo. Não deveríamos nos perguntar se o Fim profético dos Tempos não significaria realmente o Fim da Era (zodiacal)?

Será que o “tempo, dois tempos e meio tempo” de Daniel não passava simplesmente de uma terminologia que se referia às eras zodiacais? A possibilidade foi considerada, uns três séculos atrás, por nada menos que sir Isaac Newton. Mais conhecido por suas formulações sobre as leis naturais que governam os movimentos celestiais – tais como os planetas orbitando o Sol – seus interesses se voltaram também ao pensamento religioso [e ao ocultismo e esoterismo], e ele escreveu longos tratados sobre a Bíblia e as profecias bíblicas. Considerava os movimentos celestiais que formulava como sendo “os mecanismos de Deus”, e acreditava piamente que as descobertas científicas, que haviam começado com Galileu e Copérnico e continuavam com ele, aconteceram no momento certo. Isso o levou a prestar mais atenção à “matemática de Daniel”.

]Em março de 2003, a British Broadcasting Corporation (BBC) espantou as instituições científicas e religiosas com um programa sobre Isaac Newton em que revelava a existência de um documento, escrito por ele à mão, frente e verso, que calculava o Fim dos Tempos segundo as profecias de Daniel. Newton escreveu seus cálculos numéricos em um lado da folha e suas análises dos cálculos em sete “propostas” no verso do papel. Um exame minucioso do documento – uma fotocópia do qual eu tive o privilégio de obter – revela que os números que aplicou nos cálculos incluíam várias vezes 216 e 2.160 – uma pista que me ajuda a compreender qual era a sua linha de raciocínio: ele estava pensando no tempo zodiacal – para ele, aquele era o Relógio Messiânico!

Ele resumiu suas conclusões escrevendo uma série de tabelas de horário de três “não antes” e um “não depois de” para as pistas proféticas de Daniel:
Entre 2.132 e 2.370, de acordo com uma pista dada para Daniel,
Entre 2.090 e 2.374, de acordo com uma segunda pista,
Entre 2.060 e 2.370 para o crucial “tempo, dois tempos e meio tempo”.

“Sir Isaac Newton previu que o mundo acabaria no ano de 2060”, anunciou a BBC. Talvez não exatamente – mas como mostra a tabela das eras zodiacais apresentada em um capítulo anterior, ele não estava tão errado em duas de suas datas do tipo “não antes de”: 2.060 e 2.090.

O apreciado documento original deste notável inglês é agora mantido no Departamento de Manuscritos e Arquivos da Jewish National and University Library – em Jerusalém! Uma coincidência?

Foi no meu livro Gênesis Revisitado, de 1990, que o “Incidente da Phobos” – um evento abafado pelo establishment – foi revelado pela primeira vez. Tinha a ver, em 1989, com o sumiço de uma nave espacial soviética enviada a Marte e seu satélite não tripulado, chamado Phobos.

Na verdade, não foram uma, mas duas naves espaciais que desapareceram. Chamadas de Phobos 1 e Phobos 2 para indicar seus objetivos – sondar o satélite Phobos de Marte -, elas foram lançadas em 1988 para chegar em Marte em 1989. Apesar de ser um projeto soviético, era apoiado pela NASA e pelas agências europeias. A sonda Phobos 1 simplesmente desapareceu – nenhum detalhe ou explicação jamais veio a público. A sonda Phobos 2 chegou até Marte e começou a enviar fotografias tiradas por duas câmeras – uma normal e outra em infravermelho.

De forma surpreendente ou alarmante, elas incluíam fotos da sombra de um objeto no formato de um charuto voando no céu do planeta entre a nave soviética e a superfície de Marte (Figura 131, pelas duas câmeras). Os chefes da missão soviética descreveram o objeto que gerou a sombra como sendo “algo que alguns chamariam de disco voador”. Imediatamente, orientou-se que a nave espacial mudasse da órbita de Marte e se aproximasse do satélite de Marte, Phobus e, de uma distância de 50 jardas, bombardeasse-o com raios laser.

Figura 131

A última foto que Phobos 2 enviou mostrava um míssil vindo em sua direção disparado da superfície do satélite marciano Phobos (Figura 132). Imediatamente depois, a nave espacial entrou em pane e parou a transmissão – destruída pelo míssil misterioso.

O “incidente da Phobos” permanece, oficialmente, como um “acidente inexplicável”. De fato, logo em seguida, uma comissão secreta liderada pelas principais nações espaciais foi convocada para entrar em ação. A comissão e o documento formularam questões que mereciam ser analisadas minuciosamente da forma que receberam, pois elas continham a chave para que se compreendesse o que as nações de liderança mundial realmente sabiam sobre Nibiru e os anunnakis.

Os eventos geopolíticos na formação do grupo secreto começaram com a descoberta, em 1983, de um “planeta do tamanho de Netuno” pela IRAS – Satélite Astronômico Infravermelho da NASA – que o localizou as margens do sistema solar, não visualmente, mas por meio da detecção infravermelha [não visível] de corpos celestiais que emitem calor. A busca pelo décimo planeta era um de seus objetivos declarados e, de fato, encontraram um.

NASA monitorou Atividade Extraterrestre na Lua “Phobos” de Marte

Os pesquisadores determinaram que esse era um planeta que havia sido detectado uma vez e voltou a ser detectado novamente seis meses depois. Não deixou dúvida alguma de que estava se movendo na nossa direção, vindo para o interior do sistema solar. As notícias da descoberta viraram manchetes em vários jornais, mas foram corrigidas no dia seguinte como sendo baseadas em um “mal-entendido”.

A seguir a tradução da notícia publicada no jornal Washington Post, da equipe de redação. Por Thomas O’Toole, – sexta-feira dia 30 dezembro, 1983; Página A1 . “Um corpo celeste possivelmente tão grande como o gigantesco planeta Júpiter e, possivelmente, tão perto da Terra que seria parte deste sistema solar foi encontrado na direção da Constelação de Órion por um telescópio em órbita a bordo do satélite astronômico infravermelho dos EUA (Infrared Astronomical Satellite-IRAS). Tão misterioso é o objeto que os astrônomos não sabem se ele é um planeta, um cometa gigante, uma “proto-estrela” próxima que nunca ficou quente o suficiente para se tornar uma estrela, uma galáxia distante tão jovem que ainda está em processo de formação de suas primeiras estrelas ou uma galáxia tão envolta em poeira que nenhuma das suas estrelas ainda é visível. Tudo o que posso dizer é que não sabemos o que é”, disse em uma entrevista, o Dr. Gerry Neugebauer, o cientista chefe do IRAS para o JPL-Laboratório de Propulsão a Jato da Califórnia e diretor do Observatório Monte Palomar, do Instituto de Tecnologia da Califórnia, a explicação mais fascinante deste misterioso corpo, que é tão frio que não lança luz e nunca foi visto por telescópios ópticos na Terra ou no espaço, é que ele é um planeta gigante gasoso tão grande como Júpiter e tão perto da Terra em 50 trilhões de quilômetros. Embora isso possa parecer uma grande distância em termos terrestres, é uma curta distância em termos cosmológicos, tão perto, de fato, que seria o corpo celeste mais próximo da Terra além do mais externo planeta Plutão. “Se ele esta realmente tão perto, seria uma parte do nosso sistema solar”, disse o Dr. James Houck do Centro de Rádio Física da Universidade Cornell. FONTE


De fato, a descoberta foi tão chocante que levou a uma mudança repentina nas relações dos EUA com os soviéticos, uma reunião e um acordo de cooperação espacial entre o presidente Reagan e o presidente Gorbatchev, com declarações públicas feitas pelo presidente nas Nações Unidas e outros fóruns que incluíam as seguintes palavras (com Reagan apontando com seu dedo para o céu à medida que se dirigia aos membros):

“Simplesmente pensem no quão fácil esta tarefa minha seria nestas reuniões que conduzimos se de repente houvesse uma ameaça neste mundo de outras espécies de outro planeta fora no universo… Ocasionalmente eu penso no quão rápido nossas diferenças desapareceriam se tivéssemos que enfrentar uma ameaça alienígena vinda de fora deste mundo”. – Ronald Reagan

O Comitê de Tarefas formado como resultado dessas preocupações realizou várias reuniões e calculadas consultas – até o incidente da Phobos, em março de 1989. Trabalhando com afinco, formulou em abril de 1989 uma série de diretrizes conhecidas como Declaração dos Princípios Relacionados às Atividades de Detecção de Inteligência Extraterrestre, pelas quais os procedimentos a serem seguidos após receber “um sinal ou outra evidência de inteligência extraterrestre” entrariam em vigor. O “sinal”, revelou o grupo, “não seria apenas um que indicasse sua origem inteligente, mas poderia ser uma mensagem real que precisasse ser codificada”. Os procedimentos estabelecidos incluíam tarefas que retardassem a revelação do contato por pelo menos 24 horas antes de a resposta ser dada. Isto era realmente ridículo se a mensagem chegasse de um planeta a anos-luz de distância… Então as preparações foram feitas para um encontro mais próximo!


[Excerto do post: Histórias da Terra, Maldek e do sistema solar- Ombota de Marte (1)

O COMEÇO DO BOMBARDEIO DE METEOROS (Pedaços de Maldek). A ESTABILIZAÇÃO DA ÓRBITA DE MARTE COM AS DUAS LUAS ARTIFICIAIS (os dois maiores pedaços de Maldek que sobraram)

Uma noite logo após o escurecer, objetos brilhantes com caudas de cores vermelha e verde começaram a cair dos céus de Marte. Nós nunca havíamos testemunhado tal fato antes em Marte. Voce pode chamar estes objetos de meteoros. Os nodianos nos disseram que aquilo na realidade eram pedaços do planeta Maldek caindo em Marte. Após algum tempo pedaços cada vez maiores do planeta que explodiu começaram a cair na superfície de Marte. Este fato causou que mais poeira fosse jogada na atmosfera já saturada de Marte, até o ponto em que o sol aparecia como um ponto brilhante em meio a um céu marrom de poeira. As quentes noites de verão que conhecíamos começaram a se transformar em geladas noites.

À noite as estrelas eram muita fracas, mas duas muito grandes pareciam ser as mais brilhantes de todas. Os nodianos nos informaram que aquelas duas estrelas na realidade eram duas de suas grandes espaçonaves em órbita de nosso planeta Marte. Estas duas grandes espaçonaves tinham o propósito de com sua massa combinada exercer força de arrasto para os polos magnéticos do planeta Marte. Isto estava sendo feito para amenizar o movimento de oscilação não natural que Marte começava a apresentar.

Se esse movimento não fosse contrabalançado o planeta Marte iria oscilar em sua órbita cada vez mais  rápido até atingir o ponto em que abandonaria totalmente sua órbita ao redor do sol e passasse a vagar pelo espaço. A segunda razão para exercer força de arrasto nos polos magnéticos com as duas espaçonaves era para estabilizar a órbita do planeta Marte, a qual estava gradualmente se distanciando do sol a cada ciclo solar. Em outras palavras, o ano marciano estava ficando mais longo a ciclo solar.

Vários anos após a evacuação total do planeta Marte, os nodianos trocaram as suas duas grandes espaçonaves em órbita por duas luas artificiais que foram projetadas para acabar com os problemas de oscilação da órbita solar de Marte. Da mitologia grega voce conhece o nome dessas duas luas como Phobos (Medo) e Deimos (Terror) que são os nomes dos dois ferozes cães de Marte naquela mitologia, o antigo deus da Guerra para os romanos (Áries para os gregos), dois cães que estão acorrentados no portão do inferno [outras autoridades dizem que Phobos foi um assistente do deus Marte – WHB]. Phobos na realidade atualmente é um grande pedaço parcialmente oco do planeta Maldek e Deimos é um sólido pedaço de Maldek. Os astrônomos da Terra sugerem que estas duas luas na realidade seriam dois asteroides capturados pelo planeta Marte. Fim de citação]


Para mim, todos esses eventos, desde 1983, incluindo todas as evidências de Marte descritas resumidamente nos capítulos anteriores, e o disparo do míssil da lua satélite Phobos, indicam que os Anunnakis [e outros “deuses”, como os Maldequianos] ainda estão presentes – provavelmente uma presença robótica – em Marte, sua antiga Estação Espacial Intermediária. Isso poderia indicar uma premeditação, um plano para ter uma instalação pronta para uma nova visita no futuro. Combinando tudo, isto sugere uma intenção de Retorno.

Para mim, o selo cilíndrico Terra-Marte (veja figura 113) é tanto uma descrição do Passado como uma previsão do Futuro, considerando que apresenta uma data – uma data indicada pelo sinal de dois peixes, a Era de Peixes. Estaria isso dizendo que o que aconteceu na Era de Peixes anterior se repetirá novamente na Era de Peixes? Se as profecias se tornarem verdadeiras, se as Primeiras Coisas forem as Últimas Coisas, se o Passado está no Futuro – a resposta tem de ser Sim. Nós ainda estamos na Era de Peixes [não mais, pois já adentramos a Era de Aquário em dezembro de 2012]. O Retorno, dizem os sinais, acontecerá antes do final da nossa atual Era.

POSFÁCIO

Em novembro de 2005, uma importante descoberta arqueológica foi feita em Israel. Enquanto limpavam o solo para a construção de uma nova estrutura, foram encontradas as ruínas de um enorme prédio antigo. Os arqueólogos se reuniram para supervisionar cuidadosamente a escavação.

O prédio se tratava de uma igreja cristã – a mais antiga já encontrada na Terra [pseudo]Santa. As inscrições em grego sugeriam que havia sido construída (ou reconstruída) no século III d.C. Quando as ruínas ficaram limpas, surgiu um magnífico piso de mosaico. No seu centro, havia uma ilustração com DOIS PEIXES – o signo zodiacal da Era de Peixes (Figura 134).

Figura 134

Qual é a importância disso? – O local da descoberta está em Megido, no pé do Monte Megido – Har-Megiddo, ARMAGEDOM. – Apenas mais Uma coincidência?

FIM


“A sabedoria (Sophia) clama lá fora; pelas ruas levanta a sua voz. Nas esquinas movimentadas ela brada; nas entradas das portas e nas cidades profere as suas palavras:  “Até quando vocês, inexperientes, irão contentar-se com a sua inexperiência? Vocês, zombadores, até quando terão prazer na zombaria? E vocês, tolos [ignorantes], até quando desprezarão o conhecimento?  Atentai para a minha repreensão; pois eis que vos derramarei abundantemente do meu espírito e vos farei saber as minhas palavras [o conhecimento]”. – Provérbios 1:20-23


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