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A história de anjos e demônios que a igreja católica esconde: Enoch e os “Vigilantes”

Posted by on 07/10/2019

Em 2002, o jornal britânico The Sunday Telegraph relatou que o Vaticano havia proibido a veneração daqueles anjos que não aparecem nos “textos autorizados” da Bíblia {caso contrário o sistema de manipular a verdade não funcionaria}. Esta foi uma tentativa de combater a influência de grupos não identificados da Nova Era que supostamente estavam recrutando novos membros dentro do rebanho da Igreja Católica Romana ao revelar o esoterismo e o conhecimento oculto subjacente em todo o sistema religioso dogmático.

Tradução, edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch

Enoch e os “Watchers” (“Vigilantes”-Anjos [Fallen Angels] Caídos): A verdadeira história de anjos e demônios

Fonte:  https://www.newdawnmagazine.com/articles/enoch-the-watchers-the-real-story-of-angels-demons

“Toda coisa visível no mundo é colocada sob a atenção de um “anjo”. – Santo Agostinho


{“E andou Enoch com Deus; e não apareceu mais, porquanto Deus para si o tomou”.  Gênesis 5:24

“Pela fé Enoch foi trasladado (aos céus) para não ver a morte, e não foi achado, porque Deus o trasladara; visto como antes da sua trasladação alcançou testemunho de que agradara a Deus”.  Hebreus 11:5

“E foram todos os dias de Enoch trezentos e sessenta e cinco anos”.  Gênesis 5:23

“E andou Enoch com Deus, depois que gerou a Matusalém, trezentos anos, e gerou filhos e filhas”.  Gênesis 5:22}


No futuro, as orações deveriam ser direcionadas apenas aos três arcanjos Miguel, Gabriel e Rafael, mencionados na Bíblia. De acordo com o livro apócrifo e proibido de Enoch esses eram os seres angélicos responsáveis ​​por prender os anjos (Fallen Angels) caídos ou os Vigilantes (os Watchers) que haviam transgredido a Lei de Deus. A reportagem dizia que a Igreja primitiva havia excluído o livro, atribuído ao profeta e patriarca Enoch do Antigo Testamento, da versão autorizada da Bíblia porque descrevia esses anjos caídos e suas atividades.

Quem são os Vigilantes (os Watchers), ou os Anjos (Fallen Angels) Caídos e por que a Igreja primitiva e o Vaticano moderno são preocupados com eles?

O Gênesis, no capítulo 6: 1-4 diz:

“E aconteceu que, como os homens começaram a multiplicar-se sobre a face da terra, e lhes nasceram filhas, viram os filhos de Deus que as filhas dos homens eram formosas; e tomaram para si mulheres de todas as que escolheram. Então disse o Senhor: Não contenderá o meu Espírito para sempre com o homem; porque ele também é carne; porém os seus dias serão cento e vinte anos. Havia naqueles dias gigantes na terra; e também depois, quando os filhos de Deus “entraram” {entrar, conhecer, na Bíblia, significa o relacionamento sexual} às filhas dos homens e delas geraram filhos; estes eram os valentes que houve na antiguidade, os homens de fama”.  Gênesis 6:1-4

Tradicionalmente, os Ben Elohim, ou ‘os filhos dos deuses’, contavam várias centenas e desceram à Terra no Monte Harmon, conforme descrito no Livro de Enoch, menosprezado pela igreja romana.  Significativamente, este era um lugar sagrado para os cananeus e os hebreus que invadiram sua terra. Em épocas posteriores, foram construídos vários santuários dedicados aos deuses Baal (Lúcifer), Zeus (Júpiter, Amom), Helios (Sol) e Pan e a deusa Astarte em suas encostas.

Esses Ben Elohim ou “anjos caídos” também eram conhecidos como Vigilantes, Grigori e Irin. Na mitologia judaica, os Grigori eram originalmente uma ordem superior de anjos que habitavam no céu mais alto com Deus e pareciam seres humanos em sua aparência (1). O título ‘Vigilantes’ (os Watchers) significa simplesmente ‘quem assiste’, ‘quem está acordado’ ou ‘quem não dorme’. Esses títulos refletem a relação única entre os ‘Vigilantes’ (os Watchers) e a raça humana desde os tempos antigos, ainda ANTES do dilúvio de Noé.

Na tradição esotérica luciferiana, eles eram uma ordem especial da elite de seres angélicos criados por deus para serem pastores terrestres dos primeiros humanos primitivos. Era sua tarefa observar e vigiar as espécies humanas emergentes e relatar seu progresso. No entanto, eles foram confinados pela diretiva divina principal a não interferir na evolução humana {deviam respeitar o nosso LIVRE ARBÍTRIO}. Feliz ou infelizmente, eles decidiram ignorar o mandamento de Deus, desafiar suas ordens e tornaram-se os professores da raça humana, com amplas repercussões para si e para a evolução da humanidade.

A maioria das informações que temos sobre esses seres ‘Vigilantes’ (os Watchers) e suas atividades vem do livro  apócrifo de Enoch {Nota Thoth: O livro de Enoque mais completo e acurado vem de manuscritos etíopes “Maṣḥafa Hēnok”, escritos em Ge’ez, que foram trazidos para a Europa por James Bruce no final do século XVIII e traduzidos para o inglês no século XIX}. Na Bíblia ortodoxa, o profeta Enoch, do hebraico ‘hanokh’ ou instrutor, é uma figura misteriosa.

Em Gênesis 4: 16-23, esse nome é dado ao primeiro filho de Caim, o “primeiro assassino”, depois da morte de seu irmão Abel e a primeira cidade construída por seu pai Caim recebe o nome de Enoch, em sua homenagem. Mais adiante, em Gênesis 5: 18-19, e várias gerações depois do filho de Caim, na relação da descendência do terceiro filho de Adão com Eva, Seth, surge o nosso Enoch como filho de Jarede, descendente de Seth, e é durante a vida desse Enoch que os ‘Vigilantes’ (os Watchers) decidem tomar como suas esposas, as filhas dos homens, assim descendo à Terra em corpos humanos pela primeira vez, em ato de rebeldia contra o deus que os criou.

No livro apócrifo do Jubileu, supostamente ditado por “um anjo do Senhor” a Moisés no Monte Sinai, quando ele também recebeu os Dez Mandamentos, diz que Enoch foi “o primeiro entre os homens que nasceram na Terra [sic] que aprende a escrita, desenvolve conhecimento e sabedoria. ”Diz que Enoch aprendeu e escreveu sobre “os signos do Céu” (conhecimento de astronomia, das doze constelações do zodíaco) de acordo com a passagem do tempo, dos meses e das estações do ano em um livro. Era assim que os seres humanos conheciam as estações do ano em relação à ordem dos meses e suas respectivas influências estelares e planetárias. A indicação é que Enoch recebeu essas informações científicas de “fontes angelicais extraterrestres”, ou seja, dos ‘Vigilantes’ (os Watchers), e, portanto, ele foi uma especie de legislador nos primórdios da civilização humana, sendo um intermediário entre os elohim (deuses) e os homens.

Os Anjos (Fallen Angels/Watchers) Caídos Instruem a Humanidade

Conforme descrito no Livro de Enoch duzentos ‘anjos (Fallen Angels) caídos’ desceram {de livre e espontânea vontade} do “reino celestial” até o cume do Monte Hermon e ficaram tão impressionados com a beleza das mulheres humanas que, usando seus novos corpos materiais, fizeram sexo com elas. Isso provocou ainda mais a ira de Yahweh e, segundo a Bíblia, as conseqüências dessa miscigenação entre os ‘anjos (Fallen Angels) caídos’ e os humanos mortais levaram à geração de filhos meio angélicos e meio humanos, seres híbridos, os “homens de fama” conforme o Gênesis 6: 4.

monte-hermom

Essas crianças eram chamadas de Nefelim ou Nephilim e eram a raça gigante que habitou a Velha Terra. Os anjos caídos ensinaram às suas esposas e aos seus filhos uma variedade de novas habilidades tecnológicas, conhecimento e sabedoria oculta. Isso sugere que as habilidades psíquicas e os poderes mágicos eram originalmente uma herança antiga do reino angélico dado aos primeiros seres humanos. Na tradição luciferiana, isso é conhecido em termos espirituais e metafóricos como o ‘sangue de bruxa’, ‘sangue élfico’ ou ‘sangue das fadas’ que seria possuído por bruxas e feiticeiros.

Livro de Enoch, diz que o líder dos anjos caídos era chamado Azazel, e ele é frequentemente identificado com Lúcifer (o Portador da Luz) ou Lumiel (‘a luz de Deus’). Ele ensinou os homens a forjar espadas e fazer escudos e couraças (armaduras). Azazel também lhes ensinou metalurgia e como extrair da terra e usar diferentes minérios para a fabricação de ligas metálicas (ciência da metalurgia). Para as mulheres, ele ensinou a arte de fazer pulseiras, ornamentos, anéis e colares de metais preciosos e pedras. Ele também mostrou a elas como “embelezar as pálpebras” com kohl e o uso de truques cosméticos para atrair e seduzir o homem. A partir dessas práticas, Enoch diz que houve muita “impiedade” e corrupção, e homens e mulheres cometeram fornicação, foram desviados do caminho original e se tornaram corruptos em seus caminhos, com o conhecimento do bem e do mal.


“Então a serpente {um dos anjos caídos} disse à mulher: Certamente não morrereis. Porque deus sabe que no dia em que dele comerdes se abrirão os vossos olhos, e sereis como deus, sabendo o bem e o mal. E viu a mulher que aquela árvore era boa para se comer, e agradável aos olhos, e árvore desejável para dar entendimento; tomou do seu fruto, e comeu, e deu também a seu marido, e ele comeu com ela. Então foram abertos os olhos de ambos, e conheceram que estavam nus; e coseram folhas de figueira, e fizeram para si aventais”. Gênesis 3:4-7


Essa foi a base para a Igreja católica condenar os anjos caídos por ensinar as mulheres a fazer colares de moedas de ouro e pulseiras para os braços. São Paulo disse que as mulheres deveriam cobrir a cabeça na sinagoga (Coríntios: 11: 5-6). Isso porque os anjos caídos deveriam ser atraídos por fêmeas humanas com cabelos esvoaçantes. O costume das mulheres que cobrem os cabelos nas igrejas ainda é encontrado no catolicismo romano e também nos costumes do islã.

Dizem que o anjo caído Shemyaza, outra forma de Azazel, ensinou aos humanos o uso de estacas de raízes e a arte mágica do encantamento; o anjo caído Armaros ensinou a resolução (banimento) de encantamentos; Baraqijal ensinou astrologia; Kokabiel, o conhecimento das constelações (astronomia); Chazaqiel, o conhecimento das nuvens e do céu (conhecimento do clima e adivinhação); Shamsiel, os signos do sol (os mistérios solares); Sariel os cursos da lua (os ciclos lunares usados ​​na horticultura e agricultura e os mistérios esotéricos da lua); Penemuel instruiu os seres humanos na arte de escrever e ler; e Kashdejan ensinou o diagnóstico e a cura de doenças e a ciência da medicina.

Conforme descrito no Livro de Enoch duzentos ‘anjos (Fallen Angels) caídos’ desceram {de livre e espontânea vontade} do “reino celestial” até o cume do monte Hermon e ficaram tão impressionados com a beleza das mulheres humanas que, usando seus novos corpos materiais, fizeram sexo e tiveram filhos com elas.

É muito óbvio e claro, a partir dessas descrições do conhecimento e das habilidades de ensino desses ‘Vigilantes’ (os Watchers), que eles eram exemplos culturais e os responsáveis ​​pela aceleração da civilização da raça humana primitiva prédilúvio. Portanto, é estranho que nos textos religiosos judaico-cristãos ortodoxos eles sejam deturpados como corruptos e maus para a humanidade, ao contrariar um deus {Yahweh} em sua vontade e instruir a raça humana que ele teria criado.

Alguma ideia do status exaltado original e da natureza real dos ‘filhos de Deus’ e dos ‘anjos do Senhor’ pode ser encontrada escondida nos antigos anais da tradição angelical. Por exemplo, Kokabiel é descrito como “um grande príncipe angélico que domina o conhecimento sobre as estrelas (2)“. Nos Oráculos da Sibilina, Araqiel é um dos anjos caídos que guia as almas dos mortos para o julgamento no submundo.

Shamsiel, possível originalmente um deus do sol da Babilônia, foi chamado de “o príncipe do Paraíso” porque era um dos anjos da guarda que vigiava os portões do Éden. Nesse papel, ele levou Moisés para ver o jardim celestial e também vigiava os tesouros do rei Davi e de seu filho Salomão, o Sábio. Esta referência pode ser a tesouros espirituais, em vez de ouro e jóias físicos. No Zohar judeu, ele é nomeado o principal assessor de campo do poderoso Arcanjo Uriel e levou seu estandarte para a batalha. Sariel era um anjo associado à fertilidade da terra e ao equinócio da primavera (hemisfério norte) em março. Ele governou o signo marcial de Áries, o Carneiro, e foi invocado para proteção contra o poder maléfico do Olho Mau.

Azazel – Lúcifer – Lumiel

Azazel, era o líder dos Anjos (Fallen Angels/Watchers) Caídos, como mencionado anteriormente, foi identificado com Lúcifer ou Lumiel. No Alcorão, diz-se que Lúcifer-Lumiel (Iblis) se rebelou contra Alá porque lhe disseram para se curvar e adorar o “homem da terra” nascido em barro, Adão, e recusou. Ele foi forçado a travar uma batalha no céu com o Arcanjo Mikael ou Michael e o Exército do Senhor. Como resultado, Lumiel e seus anjos rebeldes foram expulsos do céu e caíram na Terra. Aqui Lumiel se tornou o “Senhor do Mundo” e na mitologia cristã, ele foi identificado falsamente com o bicho-papão Satan. No entanto, esotericamente, na tradição luciferiana, Lumiel ou Lumial não é uma figura satânica do mal que atrai a humanidade para a tentação e atos do mal, como a Igreja o representa. Ele é “o anjo de Deus [que] se rebelou contra a ordem cósmica estagnada estabelecida aqui na Terra para a humanidade e pôs em movimento as forças da mudança e da evolução(3) …dando para a espécie humana o conhecimento do bem e do mal.

É possível que Lumiel tenha se originado em Canaã como Shahar, o deus da estrela da manhã (Vênus). Ele tinha um irmão gêmeo chamado Shalem, que também era simbolizado pelo planeta Vênus, mas como a estrela da noite. Esses gêmeos divinos, brilhantes e escuros, representavam a luz solar emergindo da escuridão da noite ao amanhecer e descendo nela ao entardecer. Eles eram filhos da deusa Asherah, e há evidências arqueológicas do Oriente Médio de que os hebreus adotaram sua adoração quando se estabeleceram em Canaã e a praticaram juntamente com a reverência do deus da tempestade tribal, o amargo e raivoso Yahweh.

O Antigo Testamento tem várias referências à adoração contínua de Asherah como “Rainha do Céu” pelos hebreus pseuda e supostamente monoteístas. Isso acontecia em santuários em bosques sagrados nas colinas, onde faziam oferendas de bolos e incenso à deusa. Na mitologia cananéia, Shahar, como o Senhor da Estrela da Manhã, foi expulso do céu por desafiar o deus supremo El na forma de um raio. Nessa forma, ele fertilizou a Mãe Terra com sua força fálica divina.

Azazel é representado como um ferreiro de metal e um feiticeiro ou mago que trabalha com fogo. Ele também foi comparado ao primeiro ferreiro bíblico Tubal-Caim, um descendente do caim meio-humano, meio-angélico e “primeiro assassino”. O nome atual Azazel foi traduzido de várias maneiras como “deus da vitória”, “a força de Deus”, “o deus forte” e até “o deus da cabra”.  No apocalipse  apócrifo de Abraão , ele é chamado “o senhor dos pagãos”, sugerindo que ele era originalmente um deus pagão. Ele também foi identificado com a serpente no mito edênico que seduziu a primeira mulher e “mãe de todos os que vivem”, Eva.

Em um texto persa conhecido como o Urm al-Khibab ou O Livro Primordial , que data do 8º século dC, diz-se que o anjo Azazil ou Azazel se recusou a reconhecer a superioridade de Adão sobre os anjos. Como resultado, Allah expulsou ele e seus anjos rebeldes do reino celestial para viver na Terra. De maneira geral, na tradição islâmica, Azazel ou Azrael é o anjo da morte e ele atua como um guia para as almas dos mortos.

Em Levítico 16: 8-10 e nos Manuscritos do Mar Morto, é registrado um ritual hebraico curioso que apresenta Azazel como o nome do ‘bode expiatório’ que leva os pecados comuns de Israel. Diz que o sumo sacerdote Aarão pegou duas cabras do rebanho e lançou sortes (adivinhação praticada) para escolher qual deles seria o bode expiatório e sacrificado como uma “oferta pelo pecado”. Os Pergaminhos dizem que o sumo sacerdote confessou todas as “impurezas dos filhos de Israel ”sobre a cabeça do bode Azazel. Por esse ato ritualmente simbólico, ele transferiu para o infeliz animal todas as suas culpas e pecados, para que pudessem ser absolvidos deles. A cabra era então lançada no deserto para morrer ou jogada sobre um penhasco para ser despedaçada nas rochas abaixo.

Este conceito antigo e arquetípico do bode expiatório sacrificado pelos pecados da raça humana abandonado no deserto é um motivo poderoso e potente que aparece várias vezes nos mitos bíblicos. Isso pode ser visto na história de Caim, que se torna um andarilho exilado na Terra depois de ser marcado por Deus e banido para viver à “leste do Éden” depois de matar seu irmão Abel. Em uma lenda judaica, o sábio rei Salomão, um poderoso mágico que podia convocar e controlar demônios, caiu da graça porque “se prostituiu por deuses estrangeiros”. Ele foi forçado por seu deus a deixar Jerusalém e passear no deserto disfarçado de mendigo.

No IRÃ (antiga PÉRSIA)  foi encontrado um túmulo com cerca de 12.000 anos em montanhas remotas com um corpo {Nephilim?} em estase !

Também após o êxodo da escravidão no Egito, Moisés e os israelitas foram forçados a passar quarenta anos vagando no deserto antes de serem autorizados a entrar na Terra Prometida (Canaã). Na mitologia egípcia antiga, o deus sombrio Set é representado como um pária divino que mora no deserto e, depois que ela deixou Adam, sua primeira esposa Lilith ou Liliya fugiu para o deserto, longe da habitação humana. No Novo Testamento, Jesus vagou no deserto por quarenta dias e noites. Ele não foi aceito como professor em sua própria cidade de Nazaré e foi rejeitado como o messias prometido por seu povo. Quando Jesus foi crucificado, simbolicamente assumiu o papel de bode expiatório de sacrifício que morre para purificar os pecados da raça humana.

É possível que o relato do ritual do deus-cabra Azazel possa ter sido um ritual para saudar o equinócio de outono ou um ritual de colheita de origem síria, hitita ou cananéia adotada pelos hebreus. Originalmente, uma cabra teria sido selecionada por meio de um ritual de adivinhação e depois oferecida a um deus ou demônio do deserto que precisava ser aplacado pelo derramamento de sangue. Eventualmente, o sacrifício foi feito ao Senhor como uma petição para perdoar os pecados de seus seguidores. Acreditava-se popularmente que Azazel tinha um séquito de demônios peludos conhecidos como os se’irim que, como os Vigias, cobiçavam mulheres humanas. Não pode ser uma total coincidência que a Igreja tenha imaginado o diabo ou Satanás na forma de um bode peludo, meio humano, com um enorme falo ereto que teve relações sexuais com suas adoradoras no sábado das bruxas.

Shemyaza é visto por alguns luciferianos modernos como o emissário de Lumiel ou um de seus avatares (um ser divino encarnado em forma humana). Ele não só se apaixonou por mulheres humanas, mas também pela divindade babilônica Ishtar, a deusa do amor e da guerra. Ela prometeu fazer sexo com ele se, em troca, lhe revelasse o nome secreto de Deus. Quando Shemyaza disse a ela, Ishtar usou esse conhecimento proibido para ascender às estrelas e reinou sobre a constelação das Plêiades ou das Sete Irmãs. Enquanto os outros Vigias foram presos pelos arcanjos e punidos por Deus, Shemyaza voluntariamente se arrependeu de seu erro e sentenciou-se a ficar de cabeça para baixo na constelação de Orion, o Caçador, com quem às vezes ele é identificado na tradição luciferiana. Na tradição cabalística, é Naamah (4),

“Uma disputa entre os deuses e a raça humana”

Como vimos, o resultado final das relações ilícitas entre os Vigias e as “filhas dos homens” foi, de acordo com a propaganda judaico-cristã, o surgimento de uma raça monstruosa de gigantes canibais guerreiros e bebedores de sangue chamados Nephilim. Gênesis 6: 4 os descreve de maneira menos dramática como “os homens poderosos da antiguidade, homens de fama”. A princípio, eles foram alimentados com o maná (ambrosia ou alimento dos deuses?) Pelo Senhor para impedi-los de consumir carne humana, mas eles a rejeitaram.Em vez disso, eles abateram animais como alimento e começaram a caçar e comer presas humanas.

Especula-se que essa lenda seja baseada nos hábitos culinários dos pastores nômades do deserto no Oriente Médio, que eram vorazes comedores de carne. No mito bíblico de Caim e Abel, a disputa entre os dois irmãos que levaram ao primeiro assassinato é sobre a natureza das ofertas feitas ao “Senhor”. Abel, um “guardador de ovelhas” ou pastor nômade, ofereceu os “primogênitos do rebanho…” e Caim, que era o “lavrador da terra” ou um agricultor ofereceu “o fruto da terra” (Gênesis 4: 2- 4) As ofertas queimadas de Abel de carne e sangue de animais foram mais agradáveis ​​ao “Senhor”, mas ele rejeitou os vegetais, cereais e frutas oferecidos por seu irmão {aqui “deus” refuta ser vegetariano e/ou vegano}. Em um nível puramente material, em oposição a uma metáfora mítica e espiritual,

A ideia de heróis semi-divinos nasceu dos antigos mitos de união entre os deuses e os mortais. O poeta e escritor Pindor (518-438 aC) descreveu os heróis do passado como “uma disputa entre deuses e homens”. Nos Manuscritos do Mar Morto, os terríveis Nephilim, comedores de seres humanos, são de fato descritos como os guardiões do conhecimento arcano que ” conheciam todos os mistérios da natureza e da ciência. ”Também há referências oblíquas às técnicas de criação que eles ensinaram que sugerem que eles instruíram os primeiros seres humanos na domesticação e na criação de animais e o desenvolvimento da agricultura, código de leis, enfim, ensinaram ao homem a civilização.

Referências adicionais também sugerem experimentos que levaram à criação de “monstros” pela intercruzamento de animais com espécies diferentes e não relacionadas (geneticamente). No ocultismo teosófico moderno, existem lendas sobre o continente perdido da Atlântida que afirmam que nos dias finais daquela civilização, a corrupção foi tão grande, que seus cientistas criaram seres híbridos meio humanos e meio animais como raça escrava. 

Em nosso atual momento, os cientistas estão experimentando pesquisas genéticas e experiências de clonagem de animais. Há rumores de que na China houve recentemente tentativas abortivas de criar uma nova espécie híbrida meio humana e meio animal. Esses experimentos não naturais levaram ao desastre cataclísmico que destruiu a Atlântida. Isso também se refere à destruição dos Nephilins e à raça humana primitiva no dilúvio bíblico. Registros de tal evento também podem ser encontrados na mitologia dos povos antigos em todo o mundo e especialmente entre os babilônios no Oriente Médio. De fato, afirma-se que a história de Noé e do Dilúvio no Antigo Testamento se originou nos mitos babilônicos e sumérios.

10.000 aC e o fim da era do gelo

Sabe-se que cerca de 10.000 aC parece ter havido uma explosão cultural que transformou a humanidade primitiva.  No final da última Era do Gelo, os primeiros sinais da agricultura apareceram no Oriente Médio, com uma mudança do estilo de vida nômade de caçadores-coletores para o da agricultura estabelecida e a construção de assentamentos que deram origem às cidades antigas. Isso marcou o início da civilização nesta área. Já em 9500 aC, trigo e centeio eram cultivados e aveia, ervilhas e lentilhas eram cultivadas por nossos ancestrais neolíticos no que hoje é o Kurdistão moderno, entre a Turquia e o Iraque. Ao mesmo tempo, cães, cabras e ovelhas também foram domesticados. Em mil anos, a fundição de cobre e chumbo estava sendo praticada na Anatólia (Turquia moderna) e os arqueólogos acreditam que esse processo foi descoberto pela primeira vez no Kurdistão, juntamente com a tecelagem e a fabricação de cerâmica.

Somente agora se começou a saber que em 2002, uma patrulha dos EUA se perdeu e desapareceu em uma área muito remota do Afeganistão. Outra patrulha foi despachada em uma missão de busca e resgate, e um soldado naquela patrulha descreveu o que viu depois de dar a volta pelo lado de uma montanha: “Era um homem de pelo menos 12 a 15 pés (3,60 a 4,50 metros) de altura. Aquilo era um MONSTRO. Com barba ruiva, com o cabelo – era comprido, passando pelos ombros, de cor de um vermelho escarlate. E Dan corre para ele e começa a atirar, o que trouxe-nos a todos nós de volta à realidade – porque era surreal.” FONTE

Os curdos afirmam ser os descendentes dos ‘Filhos dos Djinn’ (espíritos), filhos de um acasalamento entre os djinns e as mulheres mortais. Em algumas partes do Kurdistão, especialmente entre a seita de Yezedis, que cultuam o Anjo do Pavão (Azazel, o líder dos anjos caídos), podem ser encontradas pessoas altas, cabelos louros e olhos azuis. Embora os antropólogos acreditem que possam ter ascendência européia antiga, a crença popular entre os curdos diz que eles são descendentes dos “Filhos dos Djinn”, que antigamente levaram a civilização à humanidade primitiva.

Em geral, o antigo Oriente Médio era conhecido como “o berço da civilização”, com as primeiras cidades-estado sendo fundadas na área da Mesopotâmia (Iraque e Irã modernos). Os primeiros povos nativos da região, os sumérios e os acadianos, desenvolveram a primeira língua escrita, estudaram astronomia e criaram bibliotecas e códigos de leis. Os babilônios e assírios os seguiram e na mitologia de todas essas raças há histórias de como os deuses desceram à Terra e lhes ensinaram as artes da civilização.

No Livro de Enoch , diz que quando o Senhor viu a ilegalidade, o caos, a corrupção e a imoralidade sexual causada pela interação dos Anjos (Fallen Angels/Watchers) Caídos com os seres humanos, ele decidiu intervir através da agência dos arcanjos Michael, Raphael, Gabriel e Uriel. Ele ordenou que Rafael amarrasse os pés e as mãos de Azazel como uma cabra sacrificial e o jogasse em uma ravina profunda no deserto. Gabriel foi enviado em uma missão divina para destruir “os bastardos e réprobos” e “os filhos dos Vigilantes entre os homens.”(5) O Arcanjo Miguel, o comandante do exército das Hostes de Deus, foi enviado para prender Shemyaza e prendê-lo “sob a terra até o dia do julgamento”. Como vimos, o anjo caído se arrependeu de seus pecados e se sentenciou ao exílio cósmico entre as estrelas. 


{Excerto do post: Anjos Caídos (Livro de Enoch) presos na Antártida

OS 200 “ANJOS CAÍDOS” DO LIVRO DE ENOCH ESTARIAM PRESOS NA ANTÁRTIDA E PRESTES A DESPERTAR E SE LIBERTAREM: Em 14 de março de 2017 Israel News Live contou uma história muito provocadora intitulada “Os Anjos Caídos estão Encarcerados na Antártida e ainda estão vivos”. O comentador, Steven Ben-Nun, analisou o apócrifo Livro de Enoch , que descreve as experiências de Enoch, uma figura bíblica ante-diluviana, que foi levada aos céus para testemunhar e desempenhar um papel fundamental em um grande conflito celestial. Ben-Nun cita passagens do Livro de Enoch, que são muito sugestivas de como a  Antártica de fato pode ser o local para onde Enoch foi levado pelos céus para testemunhar eventos “celestes”:

18.5 E vi os ventos na terra que sustentam as nuvens e vi os caminhos dos anjos. Eu vi no fim da Terra; o firmamento do céu acima.

18.6 E fui para o sul, e ardia dia e noite, onde havia sete montes de pedras preciosas, três para o leste e três para o sul.

Mt-Vinson-and-six-adjoining-mountains

A Faixa da Cordilheira Sentinela, na Antártida, onde está situado o Monte Vinson, poderia ser os sete montes vistos por Enoch, FONTE

18.7 E os do oriente eram de pedra colorida, e um era de pérolas, e outro de pedra de cura; e aqueles para o sul, de pedra vermelha.

18.8 E o meio chegou ao céu, como o trono do Senhor, de stibium, e o topo do trono era de safira.

O que é interessante na passagem acima é que Enoch se refere a um local que “estava queimando dia e noite”. Ben-Nun acredita que isso se encaixa na descrição da Antártica durante a temporada de verão do Hemisfério Sul, quando há luz solar durante 24 horas.

Ben-Nun passa a discutir o Livro de Enoch e sua referência aos anjos caídos encarcerados que foram removidos de Mt Hermon para a Antártica (Monte Vinson / Sentinel Range):

18.14 E, como um espírito que me interroga, o Anjo disse: “Este é o lugar do fim do Céu e da Terra; Esta é a prisão para as “estrelas do céu” e a anfitriã do céu.

18.15 E as estrelas que rolam sobre o fogo, são estas que transgrediram o mandamento do Senhor, desde o princípio de sua ascensão, porque não saíram aos seus dias.

18.16 E Ele se indignou contra eles, e os atou até o tempo da consumação do seu pecado, no Ano do Mistério (os tempos atuais) FIM DE CITAÇÃO }


Livro do Jubileu diz que os arcanjos amarraram os Observadores “nas profundezas da terra” {Antártida?} e, na tradição judaica, eles estão presos em um misterioso “segundo Céu”. No entanto, também é dito que alguns desses “poderosos guerreiros” têm um lugar especial reservado para eles no Sheol, o submundo judeu. Dizem que eles estão presos nesse estado “com o escudo e a lança intactos”.

Christian O’Brien sugeriu(6) há uma conexão entre os Watchers bíblicos e do semi-divina, semi-mítica Tuatha De Danann (Crianças da deusa Dana). Essa raça de mágicos antigos desceu à Terra na colina sagrada de Tara, na Irlanda pré-histórica. Com a chegada do cristianismo, os Tuatha De Danann foram banidos para as ‘colinas ocas’ e se tornaram os Sidhe (Shee) ou ‘Shining Ones’ (os Brilhantes), os elfos e fadas do folclore irlandês. Sempre houve uma forte crença entre os camponeses na Irlanda de que as Boas Pessoas ou fadas eram originalmente os anjos caídos que ficaram do lado de Lúcifer na Batalha do Céu.

Neste artigo, nos referimos constantemente aos Anjos (Fallen Angels/Watchers) Caídos como seres angélicos com uma forma espiritual que encarnavam em corpos físicos para ter relações sexuais com mulheres mortais. Nos últimos anos, uma quantidade considerável de literatura especulativa foi publicada, sugerindo que eles eram de origem terrena. Autores populares mais vendidos, como Andrew Collins(7), Graham Hancock e Ian Lawson alegaram que o mito bíblico dos Watchers representa memórias de uma ‘raça anciã’ primitiva de super-humanos pertencentes a uma civilização perdida que ensinou sua tecnologia a pessoas mais primitivas. Lawson afirmou que essa raça antiga (desconhecida) pode ter sido almas espiritualmente avançadas que encarnaram para ajudar a humanidade primitiva e foram corrompidas por elas no processo. Collins também lançou recentemente um novo projeto para investigar os aspectos mágicos da lenda.

Simbolismo do Mito dos Anjos Caídos

Qual é o significado esotérico por trás do mito dos Anjos (Fallen Angels/Watchers) Caídos, a expulsão de Lúcifer do céu e a queda do homem, como representado pela saga do Jardim do Éden? Na Bíblia, Lúcifer é frequentemente descrito na forma reptiliana de um dragão ou serpente e, no Ocidente, essa criatura simboliza o mal e os poderes do caos. Mitos babilônicos, hititas, cananeus, iranianos, egípcios, gregos e nórdicos descrevem de várias formas uma luta entre um deus pai supremo, representando ordem e harmonia cósmica, e um deus rebelde mais jovem que desafia e tenta derrubar a autoridade divina. Embora esses conflitos geralmente ocorram em uma época pré-humana, eles também são às vezes retratados como ocorrendo na história do mundo e geralmente estão relacionados à criação e desenvolvimento inicial da espécie humana e ao surgimento de civilizações antigas.

Simbolicamente, Lúcifer ou Lumiel é conhecido como o Senhor da Luz, pois é o primogênito da criação. Ele representa a energia cósmica ativa do universo e foi identificado com fogo, luz, poder fálico, criador, pensamento independente, consciência, progresso, liberdade e independência. A fundadora da moderna Sociedade Teosófica, Madame Helena Blavatsky, descreveu o Portador da Luz como “o espírito da iluminação intelectual e a liberdade de pensamento” sem cuja influência a humanidade “não seria melhor que os animais”(8).

Na Bíblia, Lúcifer (ou Satanás, como é chamado erroneamente) é frequentemente retratado na forma de réptil como um dragão ou uma serpente. Nas mitologias ocidentais, essa criatura é geralmente deturpada como um símbolo dos poderes das trevas, do caos e do mal. Em contraste, na mitologia oriental, o dragão é um bom presságio que representa fertilidade e boa sorte. Lumiel-Lúcifer é frequentemente identificado com a serpente no mito edênico, descrito em Gênesis. Na tradição luciferiana, a serpente bíblica é considerada como a personificação do conhecimento, sabedoria e iluminação que libertaram os primeiros humanos da ignorância espiritual imposta a eles por Yahweh. A serpente é vista como o símbolo de uma força libertadora externa que literalmente abriu os olhos de Adão e Eva para a realidade do universo criado e as maravilhas do mundo material.

A serpente ou dragão é uma antiga imagem mítica e arquetípica do poder fálico solar ou força vital {nos contrafortes da Cordilheira dos Himalayas é o símbolo da energia vital Kundalini} associada a Lúcifer e à explosão de luz após o divino evento celestial que criou o universo (conhecido pelos cientistas modernos como o Big Bang) . Quando o primeiro homem e mulher comeram o fruto proibido da Árvore do Conhecimento do Bem e do Mal, no jardim astral ou celestial, tornaram-se conscientemente conscientes. Sua primeira percepção foi que suas ‘mantas de carne’ estavam nuas. Eles correram para cobrir seus órgãos genitais quando se tornaram conscientes do chamado “poder da serpente” ou a energia kundalini que pode ser estimulada por relações sexuais para a perpetuação da espécie humana e atos sexuais não reprodutivos. Eles também comeram da Árvore da Vida, que iniciou o ciclo de nascimento, vida, morte e renascimento e das almas humanas encarnadas em forma física.

Curiosamente, o antropólogo e professor xamânico Dr. Michael Harner descreveu uma experiência que ele teve na selva da Amazônia peruana após participar de um ritual para beber o ayahuasca alucinogênico. Ele teve uma visão de um navio com um dragão e uma tripulação de humanos com cabeças de pássaros. Ele então encontrou uma raça antiga de entidades reptilianas que ele acredita existir dentro de cada ser humano no tronco cerebral, na base do crânio e no topo da coluna vertebral. Essas formas de vida reptilianas disseram ao Dr. Harner que haviam chegado à Terra há eras vindo das estrelas. Alegadamente, eles criaram vida aqui, então tinham um lugar para se esconder e eram os verdadeiros mestres (donos) do planeta. O antropólogo mencionou isso a um velho xamã indiano e ele disse que sabia sobre essas entidades e as chamou de “Mestres das Trevas Exteriores”.(10)

Sobre  reptilianos, leitura adicional:

O mito dos Anjos (Fallen Angels/Watchers) Caídos, a Queda de Lúcifer e a Queda do Homem, todos representam o Tempo dos Sonhos primitivo ou uma ‘Era de Ouro’ da harmonia cósmica e terrena e inocência primordial que pode ter existido no plano material ou em algum tipo de astral ou pré-astral, além do plano material.  É a destruição física simbólica ou real desse paraíso celeste ou terrestre, onde humanos e animais conviviam e se comunicavam por uma linguagem universal, refletida em tais mitos e lendas. Em termos xamânicos, é conhecida como a Grande Separação, quando os seres humanos não mais conhecem ou compreendem a linguagem dos animais e dos anjos (a telepatia). Foi também uma época em que os humanos começaram a se comunicar em diferentes idiomas e isso é representado pela história bíblica da Torre de Babel.

O mito da Era de Ouro ou do Paraíso na Terra está intimamente ligado à queda de Lúcifer do céu e à diminuição de seu status anterior de primogênito da criação para se tornar o Senhor do mundo material. Em nível simbólico e metafórico, bem como físico, também está conectado à separação dos seres humanos da natureza e de seu ambiente natural que se manifesta nos nossos tempos modernos em que estamos destruindo o planeta. Foi a intervenção deliberada de Lúcifer e dos Anjos (Fallen Angels/Watchers) Caídos na evolução humana, em vez de qualquer desafio à autoridade cósmica, que levou à queda da graça celestial. O “único” crime dos Watchers era que eles queriam ajudar o progresso de seu rebanho humano. No entanto, a recusa de Lúcifer-Iblis-Baal-Bel em reconhecer a criação dos seres humanos significa que a Queda da graça celestial era inevitável.

Na tradição luciferiana, promete a Lumiel a redenção e a restauração de seu status anterior no plano cósmico. Isso só pode acontecer quando a raça humana evoluir espiritualmente. Portanto, a evolução humana também beneficia Lumiel e seus Anjos (Fallen Angels/Watchers) Caídos instrutores a nos ajudar a alcançar esse fim. A relação entre a humanidade e o líder dos Anjos Caídos é, portanto, muito simbiótica, pois eles precisam um do outro.

Este artigo foi publicado na edição especial 8 da New Dawn .

Notas de rodapé:

  1. GA Davidson, Dicionário dos Anjos, The Free Press, EUA, 1971, p. 127
  2. Ibid, p.164.
  3. Dr. Stephen Flowers, Fire and Ice, Llewellyn, EUA, 1990, pp.43-44.
  4. Michael Howard e Nigel Jackson, Os Pilares de Tubal Caim, Capall Bann, Reino Unido, 2000 e 2003, p.65; Michael Howard, O Livro dos Anjos Caídos, Capall Bann, Reino Unido, 2004.
  5. RH Charles, O Livro de Enoch , Sociedade para a Promoção do Conhecimento Cristão, Reino Unido, 1912, p.37.
  6. Christian O’Brien, O gênio dos poucos, Daintus, Reino Unido, 1985.
  7. Andrew Collins, Das Cinzas dos Anjos, Michael Joseph, Reino Unido, 1996; Andrew Collins, Os Deuses do Éden , Headline, Reino Unido, 1998.
  8. Helena Blavatsky, The Secret Doctrine Vol: II, Sociedade Teosófica, Índia, 1921, p. 171, 255, 539.
  9. Dr. Michael Harner, O Caminho do Xamã , Harper & Row, EUA, 1980

© New Dawn Magazine e o respectivo autor.

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