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Atlântida: Um Habitante de dois planetas (06)-Nenhum bem pode perecer

Posted by on 09/06/2019

atlantida-philos-habitante-dois-planetas“O propósito desta história é relatar o que conheci pela experiência, e não me cabe expor idéias teóricas. Se levares alguns pontos pequenos  deixados sem explicação para o santuário interior de tua alma, e ali meditares  neles, verás que se tornarão claros para ti, como a água que mitiga a tua sede. . . Este é o espírito com que o autor propõe que seja lido este livro. E chama de história o relato que faz de sua experiência. Que é história?. . . Ao leitor a decisão. O que é a experiência? Dois componentes: o conjunto das sensações que compõem uma dada situação e a percepção pessoal ou “tradução” individual desse conjunto de sensações.  Que este livro seja lido pelo fascínio da narrativa, como “lenha atirada à sua fogueira pessoal”, alimento para o seu “fogo interior“! Jogue a lenha na sua fogueira e deixe queimar. Os produtos dessa queima – calor e luz – ativarão ou reativarão um processo interno de pensar e sentir em você mesmo, um processo de ser, no cadinho da vida. Conhecer. . . A verdade. . . Quem pode decidir? –  O Tibetano 

“Nunca pronuncies estas palavras: “isto eu desconheço, portanto é falso“. Devemos estudar para conhecer; conhecer para compreender; compreender para julgar“. – Aforismo de Narada.


Edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch

Livro: “Um Habitante de Dois Planetas ou a Divisão do Caminho”, de Philos, o Tibetano – LIVRO UM, CAPÍTULO VI – Nenhum bem pode perecer. Sinopse da origem dos poseidanos (os Atlantes).


CAPÍTULO VI – NENHUM BEM PODE PERECER

Chamo a atenção para um período de tempo abrangendo quase 11.340 anos, anterior ao reinado de Gwauxln, período esse que inclui os principais acontecimentos da história de Poseid. Esse intervalo de tempo, não obstante sua longa duração, foi singularmente isento de guerras destrutivas e, embora não tenha sido totalmente livre de eventos marciais, foi com certeza mais pacífico do que qualquer época mundial de igual extensão que tenha ocorrido nos cento e vinte séculos que abrangem os incidentes desta história.

Atlantida-Platao

Ao iniciar-se o período em questão, os poseidanos, uma numerosa e poderosa raça de montanheses, no máximo semicivilizada mas de físico esplêndido, tinham se precipitado “como lobos” e, em muitos embates sanguinários, finalmente subjugado o povo pastoril das planícies, os atlântidas. A guerra foi longa e feroz, consumindo muitos anos. A admirável bravura das tribos das montanhas encontrou uma reação de quase idêntica força na desesperada coragem de seus primitivos inimigos; um corpo de combatentes lutou por sua vida e, como os sabinos em Roma, pela preservação de suas mulheres da captura por tribos que queriam obter companheiras, enquanto a outra parte lutava com o desejo da conquista, como os romanos, e para conseguir esposas. Foi a estratégia superior que finalmente deu a vitória às hostes poseidanas.

Com o passar do tempo, a miscigenação entre as raças obliterou todas as diferenças e essa união resultou na formação da mais grandiosa nação da Terra. Guerras civis inconseqüentes por várias vezes produziram mudanças na organização política, de forma que Poseid se viu governada por autocratas absolutistas, por oligarcas, por dirigentes masculinos e femininos, finalmente por um sistema monárquico republicano, do qual Rai Gwauxln era a cabeça, quando vivi na Atlântida como Zailm. Gwauxln provinha de uma longa linha de honrados ancestrais e sua casa por várias vezes havia fornecido candidatos valiosos colocados no trono pelo povo, nos sete séculos do atual sistema politico.

Esta é a sinopse da história de Poseid que encontrei num volume retirado da biblioteca de Agacoe. Eu poderia relatar outros fetos, outras características daquele longo período histórico, e mostrar como Poseid fundou grandes colônias nas Américas do Norte (Incalia) e do Sul Umaur),   e nos três grandes remanescentes da Lemúria, da qual a Austrália representa um  terço do que sobrou no mundo após o cataclismo que afundou a Atlântida; também poderia falar sobre como a Atlântida fundou certas colônias na  Europa, numa época em que a EUROPA OCIDENTAL AINDA não existia, bem como em partes da Ásia (Suernis) e da África (Necropan). Mas não o farei, muito embora faça referências em certos pontos a nossas possessões Umauranas (em Umaur, atual América do Sul), quando essas referências sejam relevantes para o tema desta história.

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Fatigado de ficar até tarde lendo a absorvente história, levantei e saí para a tranqüila rua em aclive onde ficava minha casa, e meus olhos cansados contemplaram um cenário que, à gloriosa luz da Lua, tinha a beleza dos contos de fadas. Na parte baixa da rua, bem perto, havia um lago em miniatura, que embora tivesse a aparência de lago era na realidade um tanque de bom tamanho. Pequeninas praias, seguidas por margens abruptas, cobertas de flores; o canto do nossuri (um pássaro de Atlântida) e as vozes de várias outras aves e animais noturnos misturavam-se ao som macio de água caindo, a voz da cascata que alimentava o pequeno lago, belo como uma joia.

De algum lugar vinha o som de flautas, harpas e violas tocando em harmonia, elevando-se em poderosa cadência ou suavizando-se com sonhadora languidez, conforme a brisa soprava com maior ou menor intensidade. Por sobre isso tudo brilhavam os raios prateados de Nosses, (Lua) redonda como um escudo em sua suave radiosidade, bela, oh! Tão bela! Depois de algum tempo voltei as costas ao lago e olhei para o declive onde algumas pessoas ainda estavam caminhando apesar da hora tardia, a décima quarta desde o início do dia no meridiano. Aqui e ali eu podia ver os raios brancos e luminosos das lâmpadas acesas nas casas dos vizinhos, brilhando e revelando a presença de singulares portas e janelas.

Mas não olhei para essas luzes por muito tempo. Era impossível, com o grande Maxt, a maior torre já construída pelo homem no mundo, elevando-se em perspectiva. Ela parecia subir da própria boca da rua, que formava uma garganta, e nada havia entre ela e eu para atrapalhar a visão. Embora aparentemente estivesse bem próxima, ficava a uma milha de distância de minha morada. Agora neste ano de 1886 d.C, os químicos consideram caro o processo de produção do metal alumínio. Naquele tempo, as forças do Lado (Feminino) Noite tornavam barata a produção de qualquer metal encontrado na natureza, puro ou misturado com outros minerais. 

Tal como poderia ser feito hoje, se apenas tua ciência soubesse o método – e não está longe o dia em que ela descobrirá esse conhecimento – naquele tempo transmutávamos a argila, primeiro elevando sua velocidade atômica para que se transformasse em luz branca palidamente luminosa e depois reduzindo-a, por assim dizer, ao “marco inicial” do alumínio, a um custo que não alcançava o que exige nestes dias modernos a obtenção do ferro de minerais terrosos. As minas de metais brutos como ouro, prata, cobre e tantos outros eram valiosas naquele tempo como o são agora, e não  requeriam outro processamento além do derretimento. Mas um metal que podia ser encontrado em qualquer camada de ardósia ou leito de argila era tão barato que se tornou o metal básico para uso geral.

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A gigantesca torre de Maxt fora construída de alumínio. De onde eu estava podia ver sua base, um enorme cubo de alvenaria, depois o corpo redondo com superestrutura de metal sólido que formava a torre propriamente dita, uma coluna de cor branca opaca, afilada em cima, e que eu via iluminada pelos raios lunares. Meu olhar a examinou da base para o alto até descansar no topo, um ápice com quase três mil pés (912 metros) de altura. Fascinado por essa triunfal torre que dominava o cenário, olhei para a ponta que parecia perfurar o céu, sentinela guardando a cidade-jardim, desviando os raios quando o senhor das tempestades estava à solta. Meu pensamento se voltou completamente para sua grandiosidade e majestosa beleza.

“Quantas, quantas vezes, Em dias que já se foram. . . “

Fiquei parado, embevecido com alguma coisa bela da paisagem, ou com algo sublime, obra de Deus ou do homem – Deus no homem! Sempre que assim contemplei, minha alma cantou em louvor e meu hálito foi o sopro da inspiração. Nesse tipo de experiência sempre a alma, do homem ou da fera, dá um passo para a frente. Por mais que uma alma esteja embebida em pecado ou desalento, duas palavras sinônimas, uma inspiração a envolve e a afasta um pouco de sua sordidez, de sua dor, de sua febre. Portanto as glórias e maravilhas da Atlântida não foram em vão. Tu e eu, leitor, as vivenciamos então e antes, no tempo. As glórias daqueles séculos há muito mortos, vistas por nós, encastelaram-se em nossa alma e fizeram-nos em grande parte o que somos, influenciaram nossos atos, afagaram-nos com sua beleza.

Que importa, pois, que as formas do obscuro e misterioso passado tenham sido apagadas e só existam no registro do grande livro da vida, a alma? Sua influência vive perenemente. Não devemos então nos esforçar para que nossos labores sejam nobres, vivendo em alma e espírito, e para que possam ser vistos por nós e por outros assim como eu agora olho para o registro do meu passado morto e no entanto cheio de vida?

É uma grande alegria ter alcançado as eminências do espírito que me permitem ver a história das vidas das quais saí pelo portal da tumba; vidas que agora examino com os olhos de uma personalidade diferente, a personalidade maior (a ALMA) de todas, engastada na longa corrente da vida como pérola num fio, ensinando-me que EU SOU EU!

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Algumas dessas pérolas são sem lustro, outras são negras, brancas, rosadas, algumas até são vermelhas! Se as lágrimas pudessem ser adicionadas ao seu número, eu teria mais, tantas mais!. . . pois as brancas são tão poucas, enquanto as cinzentas, negras e vermelhas são tantas. . . Mas minha pérola de maior preço é minha última vida.

É branca e meu Mestre lapidou-a para que fosse cruciforme. Quando Ele a entregou a mim, disse: “Está feito”. Verdadeiramente assim é! Ela marca a junção do finito com o infinito. E assim seu período ficou marcado para sempre, a menos que eu faça outra escolha. 

Continua…


{n.t. Nos registros de um antiquíssimo Templo budista em LHASA, no TIBET, há para ser visto uma antiga inscrição caldéia de cerca de 2.000 anos a.C. (ou mais antiga ainda…) onde se pode ler: 

Quando a estrela Baal caiu sobre o lugar onde agora é só mar e céu, as sete cidades com suas portas de ouro e seus templos transparentes tremeram e balançaram como as folhas de uma árvore na tempestade. E eis que um dilúvio de fogo e fumaça surgiu a partir dos palácios, a agonia e os gritos da multidão preencheram o ar. Eles procuraram refúgio em seus templos e cidadelas e o sábio Mu, o hierático sacerdote de Ra-Mu, se levantou e lhes disse:

“Será que eu não previ tudo isso”?

E as mulheres e os homens em suas roupas brilhantes e pedras preciosas se lamentavam:

“Mu, salve-nos.”

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E Mu respondeu:

“Vocês morrerão junto com os seus escravos e suas riquezas materiais e de suas cinzas surgirão novas nações. E se eles também se esquecerem que são superiores, não por causa do que eles usam ou possuem, mas do ( bem e a Luz) que eles colocarem para fora de si mesmos, a mesma sorte  vai cair sobre eles!”

As chamas e o fumo sufocaram as palavras de Mu. A terra das sete cidades e seus habitantes foram despedaçados e engolidos para as profundezas do oceano revolto em poucos dias”.}


Mais informações sobre ATLÂNTIDA-AGHARTA, leitura adicional:

Permitida a reprodução desde que mantida na formatação original e mencione as fontes.

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