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Cemitério de Impérios: os Principais Eventos à medida que a ‘Velha Ordem Mundial’ entra em colapso

“Vocês tem os relógios, mas nós temos o tempo”. O Talibã freqüentemente se referia a esse velho ditado afegão ao discutir sua luta contra os invasores norte americanos. Em última análise, eles foram provados corretos. Após quase duas décadas de conflito, um exército insurgente e maltrapilho de uma das nações mais pobres do mundo infligiu uma derrota militar espetacular aos EUA, a superpotência global que sustentava a ordem mundial unipolar.

Cemitério dos Impérios: os Principais Eventos à medida que a ‘Velha Ordem Mundial’ entra em colapso

Fonte: InternationalMan.com – por Nick Giambruno

O fracasso total dos governos e militares dos EUA no Afeganistão — a guerra mais longa da história americana — significa um momento crucial e um ponto de virada na história mundial. A União Soviética entrou em colapso cerca de dois anos depois que o Exército Vermelho foi derrotado e se retirou do Afeganistão.

À medida que nos aproximamos do segundo aniversário da retirada americana, um destino semelhante pode estar reservado para os EUA?

Embora ninguém conheça o futuro, há uma excelente chance de que o fracasso colossal dos EUA no Afeganistão possa acelerar o desmoronamento do poder geopolítico dos EUA e a mudança para uma ordem mundial multipolar. A posição estratégica do Afeganistão sempre o tornou um prêmio cobiçado na paisagem da Eurásia.

Conforme mostrado na imagem abaixo, o Afeganistão está situado no centro da Eurásia, na encruzilhada entre a China, Irã e Rússia – os três principais adversários da [DES]ordem mundial liderada pelos EUA. Essa localização central é o motivo pelo qual o Afeganistão tem uma enorme importância geopolítica e por que os EUA desejavam uma presença militar estratégica ali.

Localização do Afeganistão

A presença militar dos EUA no Afeganistão foi um obstáculo estratégico para a Rússia, China e objetivo do Irã de criar um poderoso grupo geopolítico na Eurásia que poderia desafiar a [DES]ordem mundial liderada pelos EUA. No entanto, com o Talibã forçando os militares dos EUA a sair do Afeganistão, a porta para uma aliança geopolítica mais coerente na Eurásia está agora aberta.

Resumindo, o monumental fracasso no Afeganistão é um desastre geopolítico para os EUA.

Pelo menos na última década, China, Rússia e Irã têm trabalhado em um plano impressionante para conectar a Eurásia – mesmo ainda enquanto os militares dos EUA estavam no Afeganistão. Essa tendência provavelmente se acelerará agora que os militares dos EUA não estão mais fisicamente em seu caminho.

Aqui está o que eles têm trabalhado…

China, Rússia e Irã estão construindo uma vasta rede de infraestrutura de transporte terrestre, tornando o controle dos oceanos pela Marinha dos EUA com sua onze frotas navais capitaneadas por porta aviões nucleares menos significativo e importante.

O projeto da Nova Rota da Seda-BRI da China é fundamental para esse novo sistema. O objetivo é contornar o sistema financeiro dos EUA e o controle das rotas marítimas pela Marinha dos EUA. O projeto, planejado para entrar em operação em 2025, inclui a construção de ferrovias de alta velocidade, rodovias, cabos de fibra ótica, dutos de energia [gasodutos e oleodutos], portos marítimos e aeroportos.

Essas potências eurasianas também estão estabelecendo organizações internacionais alternativas para cooperação financeira, política e de segurança, separadas daquelas centrais dominadas pelo ocidente na [DES]ordem mundial liderada pelos EUA, substituindo instituições como a OTAN, ONU, Banco Mundial, SWIFT, OMS, BIS, FMI, et caterva.

Alguns exemplos notáveis ??incluem a criação do Banco Asiático de Investimento em Infraestrutura (AIIB), lançado pela China em 2014 e é uma alternativa ao FMI e ao Banco Mundial. A União Econômica da Eurásia (EEU), um bloco comercial liderado pela Rússia criado em 2015, permite a livre circulação de bens, serviços, capital e pessoas entre seus países membros. Por fim, a Organização de Cooperação de Xangai (SCO) se concentra na colaboração militar e de segurança entre seus membros.

Se as tendências atuais continuarem, isso resultará em maior colaboração econômica, política e de segurança entre as três principais nações da Eurásia – China, Rússia e Irã – às custas dos interesses geopolíticos dos [controladores dos] EUA e da Europa.

Este cenário é exatamente o que Zbigniew Brzezinski temia que tornasse os EUA “geopoliticamente periféricos”. Ele Significa o fim da ordem mundial unipolar. Em suma, estamos no caminho para o surgimento de uma aliança de poderosos países eurasianos e uma era de unidade mundial multipolar.

À medida que a velha e carcomida [DES]ordem mundial muda, acho que há dois resultados de investimento proeminentes e consequências nos quais podemos apostar.

Resultado nº 1: o dólar americano perderá sua posição privilegiada de moeda de reserva mundial

O declínio da influência geopolítica dos Estados Unidos é outro enorme obstáculo para o dólar americano. Suponha que o mundo pense que as forças armadas dos EUA são o último respaldo do dólar americano. O que significa para a credibilidade do dólar americano quando um grupo desorganizado de insurgentes de um dos países mais pobres do mundo consegue derrotar os militares que o apoiam?

Se os [outrora] poderosos militares [agora “acordados”, transgênero e LGBTQ+] dos EUA não conseguiram proteger seus parceiros no Afeganistão, como podem proteger seus outros aliados? Taiwan, Coreia do Sul, Japão, países da Europa Ocidental e os estados do Golfo Árabe provavelmente estão pensando nisso.

Não seria surpreendente vê-los fazer acordos de segurança com adversários dos EUA — como China, Rússia e Irã — que excluem os americanos. Na verdade, isso até mesmo já aconteceu com a Arábia Saudita, um ator crucial na ordem mundial liderada pelos Estados Unidos. A Arábia Saudita é o pivô do sistema petrodólar, que sustenta o dólar americano desde que Nixon removeu seus últimos vínculos com o ouro em 1971.

Em questão de semanas, a Arábia Saudita:

  1. Restaurou sua relações com o Irã.
  2. Restaurou as relações com a Síria e deu-lhe as boas-vindas à Liga Árabe.
  3. Apoiou vários cortes na produção de petróleo da OPEP+ contra os desejos americanos.
  4. Anunciou o fim da guerra no Iêmen.
  5. Concordou em vender petróleo em outras moedas, saindo do dólar.
  6. Decidiu ingressar na Organização de Cooperação de Xangai (SCO) e pediu ingresso no BRICS.

Os EUA recentemente enviaram seu diretor da CIA a Riad para dizer aos sauditas que os americanos se sentem “surpresos” em meio a essas mudanças sísmicas na política externa saudita. Em suma, uma mudança de paradigma nas políticas sauditas para com os EUA significa uma mudança de paradigma no dólar americano por causa do sistema que SUSTENTAVA o petrodólar desde os anos 1970.

No entanto, a Arábia Saudita não é o único aliado dos EUA que protege suas novas apostas geopolíticas recentemente. França, Índia, Japão, México, Brasil e outros estão fazendo movimentos para se aproximar do bloco geopolítico da Eurásia. A grande questão é: por quanto tempo o mundo continuará mantendo as responsabilidades de dar suporte a papel [dólar] de um governo falido, decadente, com um senil marionete corrupto até a medula posto na presidência?

Embora o dólar americano ainda seja a principal moeda global, ele já estava em um caminho de degradação inevitável e eventual colapso – mesmo antes de considerar os efeitos compostos de uma ordem mundial multipolar.

A única razão pela qual o governo dos EUA conseguiu evitar consequências graves de suas políticas monetárias é o status do dólar americano como a principal moeda de reserva do mundo, graças ao domínio militar e econômico de Washington que prevaleceu desde o fim da Segunda Guerra Mundial. No entanto, à medida que esse domínio diminuiu, também diminui o poder de compra do dólar.

A capacidade do governo dos EUA de esconder os efeitos de sua desenfreada impressão de dinheiro descarregando trilhões de dólares para países estrangeiros está chegando ao fim. Isso é uma notícia terrível para o dólar americano.

Agora, isso não significa que estou entusiasmado com a moeda fiduciária chinesa – ou qualquer nova mistura monetária que o bloco eurasiano crie. Em última análise, não será nada mais do que a mesma irresponsabilidade de um novo grupo de políticos e burocratas corruptos imprimindo mais papel.

O dinheiro é simplesmente algo útil para armazenar e trocar valor. É isso. As pessoas usaram pedras, contas de vidro, sal, gado, conchas, ouro, escravos, prata e outras mercadorias como dinheiro em diferentes épocas. Pense no dinheiro como uma reivindicação do tempo de vida humano. É como vida ou energia armazenada.

Infelizmente, hoje a maior parte da humanidade aceita impensadamente quaisquer cédulas digitais e de papel colorido inúteis que seus governos lhes dão como dinheiro. No entanto, o dinheiro não precisa vir do governo. Isso é um equívoco total que a pessoa média foi enganada para acreditar.

Dinheiro falso vem do governo. O dinheiro real emerge do mercado pela PRODUÇÃO DE BENS REAIS, TANGÍVEIS. Os papeis coloridos impressos pelos governos são um dinheiro terrível porque são fáceis de produzir com um suprimento potencialmente ilimitado de papel e tinta.

O livre mercado não escolheria o confete do governo como dinheiro sem leis que obrigassem a aceitação do seu uso. Aqui está outra maneira de pensar nisso.

Imagine se o chefe mafioso da ficção Tony Soprano obrigasse sua vizinhança a usar pedaços de papel com sua assinatura como dinheiro e ameaçasse violência contra quem desobedecesse. É isso que os governos estão fazendo com as suas moedas impressas em papel colorido.

Aqui está a linha de fundo com o dinheiro. A dureza é a característica mais importante de um bom dinheiro. Dureza não significa algo necessariamente tangível ou fisicamente duro, como o metal. Em vez disso, significa “difícil de produzir” e por isso valioso. Em contraste, o “dinheiro fácil de papel colorido” é fácil de produzir.

A melhor maneira de pensar em dureza é “resistência à degradação”, o que ajuda a torná-la uma boa reserva de valor – uma função essencial do dinheiro. Você gostaria de colocar suas economias em algo que outra pessoa possa criar sem esforço ou custo?

Claro, você não faria isso. Seria como armazenar suas economias em fichas de fliperama Chuck E. Cheese, milhas aéreas ou pedaços de papel com a assinatura de Tony Soprano. Infelizmente, colocar suas economias em moedas do governo não é muito diferente disso.

O que é desejável em um bom dinheiro é algo que outra pessoa não possa fazer facilmente. Em suma, à medida que o dólar americano perde sua posição privilegiada, espero que um oceano de capital flua para alternativas monetárias apolíticas, de livre mercado e difíceis de produzir, como ouro e Bitcoin.

É por isso que acho que o fim da [DES]ordem mundial unipolar impulsionará duas grandes tendências de investimento – a remonetarização do ouro [volta do padrão ouro] e a supremacia do Bitcoin – à medida que o mundo busca alternativas ao dólar americano.

Resultado nº 2: A Interrupção no fornecimento de commodities

O fim da atual [DES]ordem mundial unipolar significa a transição para um regime de comércio global multipolar – com sérias implicações para as commodities. A meu ver, haverá dois blocos geopolíticos principais.

Primeiro, há os [poucos] países que fazem parte ou são aliados do [Hospício do] Ocidente. Estou relutante em chamar este bloco de “Ocidente” porque as pessoas que o controlam têm valores antitéticos à Civilização Ocidental [são psicopatas].

Um rótulo mais adequado seria OTAN & Friends. O outro bloco é composto por Rússia, China, Irã e outros países favoráveis ??a uma era mundial multipolar. Vamos chamá-los de BRICS+, que significa Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul e outros países interessados.

Argélia, Argentina, Bahrein, Bangladesh, Bielorrússia, Egito, Indonésia, Irã, México, Nigéria, Paquistão, Arábia Saudita, Sudão, Síria, Tunísia, Turquia, Emirados Árabes Unidos, Venezuela, Zimbábue, Etiópia e muitos outros países manifestaram interesse em se tornar membros do BRICS .

BRICS+ não é um rótulo perfeito, mas é uma representação decente dos países favoráveis ??à uma nova era mundial multipolar. Embora já exista atrito no livre comércio – sanções, tarifas, proibições de exportação, nacionalizações, embargos, competição estratégica, etc. – entre a OTAN & Amigos e o BRICS+, espero que tudo cresça substancialmente com o surgimento dessa nova era mundial multipolar.

Isso terá sérias consequências para as commodities, dominadas pelo BRICS+, que são grandes produtores das principais commodities do planeta. Vejamos a Rússia, por exemplo.

Os políticos [ignorantes] e as pre$$tituta$ da mídia nos Estados Unidos costumam ridicularizar a Rússia como nada mais do que apenas “um posto de gasolina com armas nucleares”, uma representação caricatural imprecisa.

Aqui está a [dura] realidade para os caricaturistas …

A Rússia é o maior exportador mundial de gás natural, madeira, trigo, fertilizantes e paládio (um componente crucial para carros).

É o segundo maior exportador de petróleo e alumínio e o terceiro maior exportador de níquel e carvão.

A Rússia é um grande produtor e processador de urânio para usinas nucleares. O urânio enriquecido da Rússia e seus aliados fornece eletricidade para 20% dos lares nos EUA.

Além da China, a Rússia produz mais ouro do que qualquer outro país, respondendo por mais de 10% da produção global.

A Rússia é o maior produtor de diamantes do mundo. A Rússia produz cerca de um terço dos diamantes do mundo e é o maior exportador individual, de acordo com o Antwerp World Diamond Center (AWDC), que representa o maior centro comercial de diamantes do mundo na Bélgica.

Estes são apenas alguns exemplos. Existem muitas commodities estratégicas que a Rússia domina. Em suma, a Rússia não é apenas uma potência de petróleo e gás, mas uma potência de commodities [e uma potência tecnológica, especialmente no desenvolvimento de ARMAS].

À medida que as tensões entre a OTAN & Friends e o BRICS+ continuam a aumentar, espero que isso atrapalhe ainda mais o comércio de commodities entre os dois. As interrupções no fornecimento significam preços mais altos. Esse é um resultado que acho que podemos apostar.

Espero que os países em ambos os blocos geopolíticos se concentrem cada vez mais em garantir commodities críticas e garantir o acesso a suprimentos estáveis. Acho que podemos apostar na competição geopolítica entre os dois blocos causando aumento de demanda e oferta instável.

É por isso que obter exposição a commodities estratégicas à medida que a [DES]ordem mundial muda pode ser uma jogada vencedora. Aqui está a linha de fundo…

Infelizmente, a maioria das pessoas não tem ideia do que realmente acontece quando a [DES]ordem mundial muda, muito menos como se preparar… A próxima crise será muito pior, muito mais longa e muito diferente do que vimos desde a Segunda Guerra Mundial.

Incontáveis ??milhões ao longo da história foram eliminados financeiramente – ou pior – conforme a ordem mundial mudou porque eles falharam em ver o quadro geral correto e tomar as medidas apropriadas. Não seja um deles.

É exatamente por isso que acabei de lançar um novo relatório urgente com todos os detalhes, incluindo o que você deve fazer para se preparar.

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“O indivíduo é deficiente mentalmente [os zumbis], por ficar cara a cara, com uma conspiração tão monstruosa, que nem acredita que ela exista. A mente americana [humana] simplesmente não se deu conta do mal que foi introduzido em seu meio. . . Ela rejeita até mesmo a suposição de que as [algumas] criaturas humanas possam adotar uma filosofia, que deve, em última instância, destruir tudo o que é bom, verdadeiro e decente”.  – Diretor do FBI J. Edgar Hoover, em 1956.

A estátua do sonho de Nabucodonosor, um símbolo daquilo que a humanidade construiria na Terra. Os dias de insanidade da atualidade estão contados, muito em breve, a “Grande Prostituta”, a cidade de Roma será varrida da face da Terra PELO IMPACTO DE UM METEORO/ASTEROIDE, dando início a derrota completa dos servidores das trevas e o fim de seus planos nefastos para o controle do planeta.


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