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Explosões matam 103 pessoas no Irã em memorial a Qassem Soleimani, general morto pelos EUA

Duas explosões ocorreram perto do túmulo do general Qassem Soleimani, ex-comandante do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC), segundo relatos da mídia iraniana, morto pelos EUA há quatro anos. Mohammad Saberi, que lidera os serviços de resgate de emergência de Kerman, disse inicialmente à mídia estatal que 103 pessoas morreram nas explosões e outras 140 ficaram feridas, segundo serviços de emergência do Irã.

Explosões matam 103 pessoas no Irã em memorial a Qassem Soleimani, general morto pelos EUA

Fontes: Zero HedgeGloboG1Rússia Today

O governo iraniano chamou a explosão de um atentado terrorista e disse se tratar de um ataque suicida cometido por pessoas que estavam no meio da multidão. Nenhum grupo havia reivindicado o ataque até a última atualização desta notícia.

O ministro de Interior iraniano, Ahmad Vahidi, prometeu uma “resposta retumbante” ao suposto ataque. A imprensa local afirmou que as explosões ocorreram em uma rua a caminho do cemitério onde o corpo de Soleimani está enterrado, na cidade de Kerman, na região central do país.

Evacuação do cemitério de Kerman, não se sabendo neste momento se a explosão resultou de uma explosão de botijão de gás ou de um ataque”.

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A primeira explosão, segundo o serviço de emergência de Kerman, aconteceu a cerca de 700 metros do túmulo do general iraniano. Pelas redes sociais, pessoas que estavam no local relataram haver centenas de corpos espalhados pelo local.

Já a segunda explosão ocorreu minutos depois, em um ponto mais afastado e perto das primeiras equipes de emergência que já haviam chegado, ainda de acordo com as autoridades locais. Desde então, a mídia iraniana informou que 103 pessoas morreram e 141 ficaram feridas.

É provável que esses números aumentem nas próximas horas. A agência também observou que as autoridades presentes no local descreveram o incidente como um ataque terrorista e que se acredita que dois sacos contendo bombas tenham explodido na área lotada após serem detonados remotamente.

“Nossas equipes de resposta rápida estão evacuando os feridos”, Reza Fallah, chefe do grupo humanitário Crescente Vermelho de Kerman, disse à televisão iraniana, segundo a Al Jazeera. Ele acrescentou que as operações de resgate estão sendo dificultadas por “ondas de multidões bloqueando estradas”.

Imagens de vídeo das consequências do incidente que circulam nas redes sociais mostram pessoas feridas no local sendo atendidas por médicos e removidas em macas.

A morte de Soleimani, considerado um herói nacional no Irã, provocou uma onda de revolta no Irã contra os Estados Unidos – o general, à época, era o chefe de uma unidade especial da Guarda Revolucionária do Irã e um dos homens mais poderosos do país.

Soleimani, uma figura reverenciada no Irã, foi morto em um ataque de drone dos EUA autorizado pelo ex-presidente dos EUA, Donald Trump, em Bagdá, Iraque, em 3 de janeiro de 2020. Trump disse mais tarde que havia ordenado a operação militar dos EUA em resposta à inteligência que afirmava que Soleimani estava planejando um ataque “iminente” às forças dos EUA na capital iraquiana.

O incidente em Kerman ocorre um dia depois de uma importante figura do Hamas, Saleh al-Arouri, ter sido morto num ataque de drone no Líbano. O Irã condenou o ataque, dizendo que ele poderia potencialmente “acender outra onda nas veias da resistência e na motivação para lutar contra os ocupantes sionistas” da Palestina.

Israel é amplamente suspeito de estar por trás do ataque, que ocorre um dia depois de Israel ter assassinado o principal líder e comandante militar do Hamas, Saleh al-Arouri, no subúrbio de Dahiyeh, em Beirute, em 2 de janeiro. 

Seis comandantes e líderes políticos adicionais do Hamas foram mortos no ataque de drones que teve como alvo os escritórios do Hamas. O ataque é visto como uma grande escalada na guerra entre o Hezbollah [Líbano] e Israel, que até agora se limitou às cidades perto da fronteira sul do Líbano e aos assentamentos israelenses no norte. 


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