Entre ou
Cadastre-se

Compartilhe
Receba nosso conteúdo

Governos vão impor ‘Totalitarismo Acordado’, políticos agem para acabar com Liberdade de Expressão

Vários governos estão prestes a impor ‘Totalitarismo Acordado’ (Wokism) na medida que político$ agem para acabar com a Liberdade de Expressão. Há um Apagão das pre$$tituta$ da mídia mainstream enquanto políticos na UE, EUA, Reino Unido, Brasil, Irlanda, Canadá e Austrália procuram prender cidadãos por pensamentos discordantes sob a cobertura de uma grande mentira sobre “discurso de ódio”

Governos vão impor ‘Totalitarismo Acordado’, político$ agem para acabar com Liberdade de Expressão

Fonte: Public.substack.com – By Michael Shellenberger and Alex Gutentag

Os arquivos do Twitter nos deram uma visão de como agências governamentais, membros da sociedade civil e empresas de tecnologia trabalham juntos para censurar opiniões de usuários de mídia social que vão contra as agendas das elites. Agora, algumas das principais nações estão tentando consagrar essa coordenação em lei explicitamente, através de legislação de seus políticos.

Em todo o mundo, os políticos acabaram de aprovar ou estão prestes a aprovar novas leis abrangentes e arbitrárias, que permitiriam aos governos censurar as opiniões de seus cidadãos comuns nas mídias sociais e outras plataformas da Internet.

Sob o pretexto de prevenir “danos”, “discursos de ódio”, homofobia, et caterva, e responsabilizar grandes empresas de tecnologia, vários países estão estabelecendo um vasto e interligado aparato de censura, segundo uma nova investigação do Public.

Políticos, ONGs e seus facilitadores entre as pre$$tituta$ da mídia afirmam que seu objetivo é apenas “proteger’ o público da “desinformação”. Mas definições vagas e brechas em novas leis criarão caminhos para ampla aplicação da censura, pelo excesso e pelo abuso.

Na Irlanda, por exemplo, o governo poderá em breve prender cidadãos simplesmente por possuir material que as autoridades considerem “odioso”. De acordo com a Lei RESTRICT nos EUA, o governo poderá em breve ter autoridade para monitorar a atividade na Internet de qualquer americano considerado um risco à “segurança nacional”.

Os governos almejam o controle total. No Canadá, uma agência estatal pode filtrar e manipular o que os canadenses veem online. Na Austrália, um único funcionário do governo pode obrigar as empresas de mídia social a remover postagens.

Governos e ONGs aliadas pretendem forçar as empresas de tecnologia a cumprir suas regras. Os legisladores do Reino Unido ameaçaram prender os gerentes de mídia social que não censuram conteúdo suficiente. E o Brasil introduziu penalidades severas para plataformas que não conseguem remover “notícias falsas”.

A área-chave de ação é a União Europeia. Os burocratas de Bruxelas estão buscando novos e abrangentes poderes para regular o que pode ser dito através das empresas de mídia social. E se agir, pode mudar a forma como as empresas de mídia social operam em todo o mundo, dado o poder econômico e a influência global da UE.

De acordo com a Lei de Serviços Digitais da UE, grandes empresas de tecnologia devem compartilhar seus dados com “pesquisadores aprovados” de organizações sem fins lucrativos e acadêmicos, o que cederia a moderação de conteúdo a ONGs e seus patrocinadores estatais.

A Lei RESTRICT ACT dos EUA, patrocinada pelo senador Mark Warner (D-VA), ameaça com 20 anos de prisão ou multa de $ 250.000 qualquer pessoas por acessar sites da lista negra por meio de “redes privadas virtuais” ou VPNs, que são maneiras de criar uma conexão privada entre um computador ou telefone e Internet.

Nunca antes houve momento semelhante a este nos cerca de 30 anos de uso generalizado da Internet pública nas sociedades ocidentais. As autoridades introduziram essas políticas principalmente na calada da noite, com pouca publicidade ou protestos. Houve um blecaute virtual do que está acontecendo pelas pres$$titutas das principais empresas de mídia de notícias, com muitas delas parecendo apoiar as tirânicas novas leis.

Conforme mostrado com os arquivos do Twitter, o Complexo Industrial de Censura tem tanto a ver com desacreditar fatos precisos, narrativas verdadeiras e criadores de conteúdo que ameaçam seu poder quanto reforçam aqueles que o fazem.

Estamos, portanto, testemunhando o surgimento de um aparato governamental com o poder de controlar o ambiente informacional de forma a determinar o que as pessoas acreditam ser verdadeiro e o que é falso.

Como tal, não é exagero dizer que o [Hospício do] Ocidente está à beira de uma nova e muito mais poderosa forma de totalitarismo do que o comunismo ou o fascismo, cujo alcance era limitado pela geografia. Se quisermos derrotá-lo, devemos entendê-lo. Por que os governos estão tentando reprimir a liberdade de expressão desde a Nova Zelândia, à Holanda e do Brasil ao Canadá? Porque agora? E por que eles estão se safando disso?

Public está construindo um movimento internacional para defender a liberdade de expressão. Não podemos fazer isso sem você, o nosso leitor.


“Precisamos URGENTEMENTE do seu apoio para continuar nosso trabalho baseado em pesquisa independente e investigativa sobre as ameaças do Estado [Deep State] Profundo, et caterva, que a humanidade enfrenta. Sua contribuição, por menor que seja, nos ajuda a nos mantermos à tona. Considere apoiar o nosso trabalho. Disponibilizamos o mecanismo Pay Pal, nossa conta na Caixa Econômica Federal   AGENCIA: 1803 – CONTA: 000780744759-2, Operação 1288, pelo PIX-CPF 211.365.990-53 (Caixa)” para remessas do exterior via IBAN código: BR23 0036 0305 0180 3780 7447 592P 1


“O indivíduo é deficiente mentalmente [os zumbis], por ficar cara a cara, com uma conspiração tão monstruosa, que nem acredita que ela exista. A mente americana [humana] simplesmente não se deu conta do mal que foi introduzido em seu meio. . . Ela rejeita até mesmo a suposição de que as [algumas] criaturas humanas possam adotar uma filosofia, que deve, em última instância, destruir tudo o que é bom, verdadeiro e decente”.  – Diretor do FBI J. Edgar Hoover, em 1956


Mais informação adicional:

Permitida a reprodução, desde que mantido no formato original e mencione as fontes.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *