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O fim de Israel

Posted by on 05/01/2020

“… Existem três portões para o INFERNO, um esta no deserto, um esta no oceano e o outro esta em JERUSALÉM”.   Jeremias XIX – Talmud –  A lição a ser tirada do atual impasse político israelense é que Israel está implodindo, se quebrando em diferentes facções que nunca conseguiu integrar em um único Bloco. O cisma não é mais a dicotomia mais cotidiana de Ashkenazi [os – falsos – judeus khazares NÃO SEMITAS] versus Judeus Árabes (VERDADEIRAMENTE JUDEUS SEMITAS, também conhecido como Sephardim); essa divisão é genética, ideológica, religiosa, espiritual, política, étnica e cultural [mas essencialmente MORAL]. 

Tradução, edição e imagens:  Thtoh3126@protonmail.ch

O FIM DE ISRAEL

Fonte:  https://www.unz.com/gatzmon/the-end-of-israel-2/

Por

Tampouco se divide com a esquerda e a direita; os israelenses judeus são politicamente da direita, mesmo quando fingem ser de esquerda. Embora algumas das vozes críticas mais astutas da política de Israel e do fundamentalismo judaico sejam israelenses (como Gideon Levi, Shlomo Sand, Israel Shamir e outros), não há esquerda política de fato em Israel. 


“Eis que eu farei aos da sinagoga de Satanás, aos que se dizem judeus, e não são, mas mentem: eis que eu farei que venham, e adorem prostrados a teus pés, e saibam que eu te amo”. –  Apocalipse 3:9


A política israelense se divide em muitos eleitores de extrema direita e muitos falcões comuns. O partido da lista conjunta árabe é praticamente o único partido de esquerda no Knesset [parlamento] israelense. Isso não deveria mais surpreender. A esquerda judaica, como argumento há muitos anos, é um oxímoro; NÃO EXISTE. O judaísmo é uma forma de identificação tribal e a esquerda é universal. O ‘tribal’ e o ‘universal’ são como óleo e água, eles não se misturam muito bem.

O que é peculiar na divisão política israelense é que os israelenses estão mais unidos do que nunca em suas crenças nacionalistas e na primazia de seus “sintomas judaicos” [a síndrome do “Povo Eleito” contra o resto da população, os Goyim]. Por que, se os israelenses, o “Povo Escolhido” são “tão unidos”, ninguém consegue sequer formar um governo no chamado “Estado Judaico”?

Avigdor Lieberman, anteriormente um aliado entusiasmado do primeiro ministro Netanyahu e ele próprio um nacionalista judeu radical, mergulhou no impasse político de Israel ontem . Ele sustentou que as eleições já haviam sido decididas: “O bloco ultra-ortodoxo e messiânico atinge 62-61 assentos”. O líder do partido nacionalista raivoso Yisrael Beiteinu disse: “Se não houver uma taxa de votação de pelo menos 70% em Gush Dan e Sharon, o governo de Halacha será estabelecido”.

Basicamente, Lieberman disse que, a menos que os israelenses seculares de Tel Aviv participem das pesquisas, eles deveriam esperar morar em um Estado Halacha sob um governo Netanyahu de extrema direita. Lieberman parece ter a chave da estabilidade política de Israel. Embora ele e Netanyahu sejam gêmeos ideológicos em relação ao fanatismo sanguinário sobre a segurança israelense e questões nacionalistas, os dois são rivais amargos que lutam agressivamente um contra o outro. 

Netanyahu sabe há alguns anos que, na ausência de um forte governo de extrema direita, ele pode esperar passar algum tempo atrás das grades, agora formalmente acusado de corrupção, uma aventura que se tornou comum para as principais figuras políticas de Israel. Os parceiros naturais de Netanyahu são os partidos ultra-direitista e os ortodoxos. Ideologicamente, Lieberman também deve se sentir à vontade dentro de uma coalizão política, mas Lieberman tomou uma decisão política crucial, essencial para sua sobrevivência política. 

Há algum tempo, ele compreendeu que sua base política, os imigrantes judeus da antiga União Soviética, muitos deles quase judeus e sujeitos a terror rabínico constante, consideram os partidos ortodoxos judeus como seus principais inimigos. Muitos desses judeus russos e ucranianos mantêm posições políticas de extrema direita, mas também veem os rabinos como uma ameaça iminente à sua própria sobrevivência.

Teoricamente, Lieberman poderia intermediar uma coalizão de unidade enorme com Netanyahu no topo, acompanhado pelos partidos Blue e White (Kachol Lavan) e seus três marechais de campo de direita, o próprio partido de Lieberman e provavelmente o Partido Trabalhista. Essa coalizão ocuparia cerca de 80 cadeiras no Knesset, mais que o suficiente para sustentar um governo forte, mas se recusaria a garantir a imunidade de Netanyahu. Netanyahu aposta em um governo religioso ultraortodoxo de extrema-direita, um governo que pode não durar muito tempo, mas que daria mais tempo para seu primeiro-ministro ficar fora da cadeia.

Esse conflito no coração da política israelense é uma janela para o estado judeu enfrentar os seus medos e a imensa dificuldade de serem unidos. Israel está rapidamente se tornando um estado judeu ortodoxo. Os judeus ortodoxos de Israel são o grupo que mais cresce no país. Eles também são a população mais pobre do país, 45% vivem abaixo da linha da pobreza em comunidades segregadas. Normalmente, espera-se que os pobres apoiem a esquerda, mas os judeus israelenses da Torá são nacionalistas raivosos e dão abertamente seu apoio a Benjamin Netanyahu e seu partido.

Prof. Dan Ben-David da Universidade de Tel Aviv alertou recentemente que Israel poderia deixar de existir em algumas gerações. Ele apontou a taxa de natalidade surpreendentemente alta entre os judeus ultra ortodoxos e previu que, com base nas tendências atuais, eles compreenderão 49% da população de Israel até 2065. Os partidos ultra ortodoxos estão destinados a dominar o Knesset em uma geração ou menos. Ben David prevê que sua dependência do sistema de assistência social de Israel levará a um rápido declínio na economia de Israel. Isso é economicamente prejudicial o suficiente e é agravado pela recusa da maioria das escolas rabínicas em incorporar assuntos ocidentais comuns, como matemática, ciências e inglês, em seu currículo principal.

Consequentemente, Israel está educando uma porcentagem crescente de sua população de uma maneira que não os equipa para contribuir com as necessidades de uma sociedade de alta tecnologia, fragmentada em sua ideologia, se considerando “o povo eleito”, mas que é, historicamente, incapaz de ser coeso em seus interesses e que está imersa em um eterno conflito pela sua sobrevivência. [Como sempre o PRINCIPAL INIMIGO É INTERIOR e não externo, individual e coletivamente falando, por mais “eleito” que qualquer povo possa se “auto perceber”]

A imagem que aparece é peculiar. À medida que Israel se torna cada vez mais judeu, fanático e fundamentalista em seu etos nacionalista e religiosos, também se divide em tudo o mais, pois nunca FOI COESO. Os imigrantes russos acham impossível viver ao lado dos ultra ortodoxos e vice-versa. O enclave secular em Tel Aviv está comprometido em ver sua metrópole como uma extensão de New York. A esquerda israelense se transformou em uma unidade hasbara LGBTQ+ [que talvez queira refundar SODOMA e GOMORRA, novamente]. 

Ele praticamente se retirou do conflito israelense / palestino. Os colonos judeus aderem ao conceito de uma ‘Solução para Dois Estados Judaicos’. Eles querem ver a Cisjordânia se tornar uma terra judaica, nem que seja à força, ao custo do sangue árabe. Os judeus ortodoxos mal se preocupam com qualquer uma dessas questões políticas. 

Eles sabem muito bem que o futuro do estado judeu lhes pertence. Tudo o que eles precisam fazer é sustentar uma minoria judaica secular produtiva para servir como sua vaca leiteira para ser ordenhada. Além disso, enfrentamos as guerras de sobrevivência de Bibi que ameaçam escalar a qualquer momento em um conflito mundial.

À luz de tudo isso, os muçulmanos palestinos da Faixa de Gaza estão em boa forma. Eles simplesmente precisam sobreviver. O povo judeu [khazar] de Israel parece ser o inimigo mais feroz do próprio estado de Israel.

(Republicado de Gilad Atzmon com permissão do autor ou representante)

“E, quando o espírito imundo tem saído do homem/mulher, anda por lugares áridos, buscando repouso, e não o encontra. Então diz: Voltarei para a minha casa, de onde saí. E, voltando, acha-a desocupada, varrida e adornada. Então vai, e leva consigo outros sete espíritos piores do que ele e, entrando, habitam ali; e são os últimos atos desse homem/mulher piores do que os primeiros. Assim acontecerá também a esta geração má”. –  Mateus 12:43-45


“Cristo, porém, conhecendo os seus pensamentos, disse-lhes: Todo o reino dividido contra si mesmo é devastado; e toda a cidade, ou casa, dividida contra si mesma não subsistirá”. – Mateus 12:25

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