OTAN procura ‘Febrilmente’ substituto para Zelensky e já tem candidatos, diz ex-premiê ucraniano

O {Hospício do} Ocidente, especialmente os EUA, não está nada satisfeito com o presidente da Ucrânia Vladimir Zelensky, por causa do fracasso da contraofensiva, e já está procurando “febrilmente” um (marionete) substituto, disse o ex-primeiro-ministro ucraniano Nikolai Azarov. De acordo com o ex-primeiro-ministro, os Estados Unidos têm mais confiança no prefeito de Kiev, Vitaly Klichko, que já está na lista para substituir [o marionete e palhaço] Zelensky.

OTAN procura ‘Febrilmente’ substituto para Zelensky e já tem candidatos, diz ex-premiê ucraniano

Fonte: Sputnik

“Já hoje, de fato, a imprensa ocidental está dizendo abertamente que a contraofensiva das Forças Armadas da Ucrânia não passa de suicídio e um completo fracasso do Ocidente. Consequentemente, todos os fracassos no front recairão sobre os ombros de Zelensky, com o qual os EUA estão abertamente insatisfeitos. Dessa forma, a fim de levar a Ucrânia a ‘negociações de paz’, o Ocidente está agora procurando febrilmente um candidato que não seja marcado por duras declarações antirrussas para substituir Zelensky”, disse Azarov no Telegram.

Azarov acrescentou que os EUA querem abertamente congelar o conflito, embora neguem isso em público. Entretanto, o Ocidente obviamente precisa se recuperar da enorme perda de equipamentos militares, reconstruir a logística e manter pelo menos o mesmo nível de suprimentos de armas e munições.

De acordo com o ex-primeiro-ministro ucraniano, os Estados Unidos têm mais confiança no prefeito de Kiev, Vitaly Klichko, que já está na lista para substituir Zelensky. Além disso, o presidente da Suprema Rada (parlamento da Ucrânia), Ruslan Stefanchuk, também pode ser o escolhido.

“Além disso, curiosamente, a esposa do presidente, Elena Zelenskaya, está sendo preparada para o cargo de líder nominal”, concluiu Azarov.

A tão badalada e aguardada ofensiva ucraniana nas linhas de operações no front a sul de Donetsk, de Zaporozhie e de Artyomovsk (Bakhmut, na denominação ucraniana) começou em 4 de junho. Kiev enviou as brigadas treinadas por especialistas da OTAN e armadas até os dentes com equipamentos ocidentais.

No entanto, como disse o presidente russo, Vladimir Putin, em 27 de junho, a Ucrânia já perdeu 259 tanques e 780 veículos blindados desde o início da chamada contraofensiva, enquanto 41 tanques e 102 veículos blindados foram perdidos só na linha de Orekhovo e na linha de Zaporozhie na última semana.

Representantes das autoridades ucranianas também começaram a admitir que o contra ataque não está ocorrendo de acordo com o planejado [desejado]. Por exemplo, recentemente, o secretário do Conselho de Segurança e Defesa Nacional da Ucrânia, Aleksei Danilov, disse que gostaria de um ritmo mais rápido da contraofensiva, mas isso é possível “apenas em contos de fadas”.

Por sua vez, o conselheiro do presidente da Ucrânia Mikhail Podolyak, disse que o ataque das Forças Armadas ucranianas corre difícil e exige “muita paciência”.

Ex-conselheiro da CIA alerta: Ucrânia está ficando desesperada e pode explodir usina nuclear de Zaporozhie

A Ucrânia pode explodir a usina nuclear de Zaporozhie, uma vez que já cometeu atos de terrorismo ambiental, adverte ex-conselheiro da CIA James Rickards em seu artigo no Daily Reckoning.

“Existe a possibilidade de que uma Ucrânia cada vez mais desesperada possa tentar encenar um ataque de ‘bandeira falsa’ à usina nuclear de Zaporozhie na região de Kherson”, declarou ele. De acordo com Rickards, todas as questões sobre se a Ucrânia é capaz de dar tal passo se esvanecem se tivermos em conta as ações anteriores do regime de Kiev.

“Vou apenas lembrar que há evidências credíveis (de acordo com a inteligência alemã) de que as agências de segurança ucranianas foram responsáveis pela destruição do gasoduto Nord Stream 1 e 2, o maior ato de terrorismo ecológico já realizado”, enfatizou o ex-conselheiro da CIA.

Rickards observou que a Ucrânia está interessada em que Rússia seja acusada de espalhar radiação no território de países-membros da OTAN. A contaminação do território da Romênia, Polônia e da Eslováquia seria considerada um ataque à Aliança, que levaria a um conflito entre a Rússia e a OTAN.

Como outro argumento, Rickards apontou para o possível envolvimento de Kiev na destruição da barragem da usina hidrelétrica de Kakhovka para enfraquecer a posição da Rússia nesta área, o que também levou a um desastre ambiental.

“(Os fantoches do Hospício Ocidental e seus psicopata na) Ucrânia está ficando desesperada e os tempos desesperados exigem medidas desesperadas. Então, se houver um ataque à usina nuclear de Zaporozhie nos próximos dias, vocês saberão quem foi o responsável”, concluiu o especialista.

Recentemente, Vladimir Rogov, um alto funcionário da atual administração regional de Zaporozhie, disse à Sputnik que o governo ucraniano está considerando vários cenários de provocação na usina nuclear de Zaporozhie.


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