Por que o Ocidente já se cansou da Ucrânia?

O “presidente/comediante/marionete” esta com seus dias contados . . .

Segundo a analista Viktoria Nikiforova, entrevistada pela Sputnik, nas relações entre Washington e Kiev os períodos de entusiasmo são seguidos de períodos de incapacidade e frustração. Nestes momentos, os EUA começam a ver a Ucrânia como um pesado fardo, enquanto a Ucrânia, por sua vez, começa a se esforçar para não perder o seu ‘aliado principal’ [que puxa os cordéis dos seus fantoches em Kiev].

Por que é que o ‘Hospício do Ocidente’ já se cansou da Ucrânia?

Fonte: Sputnik

O primeiro e claro episódio de cansaço da Ucrânia atingiu Washington DC ainda em maio. Uma data fatal estava se aproximando – os 90 dias desde o início da operação especial da invasão russa para desnazificar a Ucrânia. Os publicitários bem sabem que é praticamente impossível manter a atenção do público em relação a certo acontecimento por mais do que três meses.

“O cansaço da Ucrânia está aumentando”, constatou a popular revista norte-americana Newsweek.

A partir dessa data [24 de maio], Kiev passou a se preocupar. Zelensky prometeu mobilizar ‘um milhão’ de ucranianos. A “contraofensiva ucraniana” foi promovida de forma abrangente. As Forças Armadas ucranianas seguiram bombardeando civis nas repúblicas separatistas com nova força.

Nesse contexto, surgiram novas tentativas de chamar atenção ao conflito ucraniano em meio aos  bombardeios da usina nuclear de Zaporozhie, controlada pelas tropas russas, através dos disparos contra o depósito de resíduos atômicos. Tais passos por parte do regime de Kiev colocaram toda a Europa à beira de uma catástrofe nuclear, cujas dimensões podem ser maiores que as de Chernobyl.

Conforme a colunista, durante um certo período, a estratégia de Kiev foi bem-sucedida. Contudo, a prometida contraofensiva das tropas ucranianas nunca se realizou. Nesse contexto, o Ocidente, tendo mergulhado nos seus próprios problemas, de novo vira as costas à Ucrânia.

“Desligando a televisão: será que estamos cansados da guerra ucraniana na mídia?” – foi esta a pergunta retórica do canal de televisão Euronews, que responde de forma positiva: SIM, estamos cansados.

As mídias ocidentais passaram a retirar da frente ucraniana os seus jornalistas e correspondentes, enquanto as notícias que não tinham nada a ver com a Ucrânia (por exemplo, as discussões sobre o direito ao aborto nos EUA) substituíram o país nos principais cabeçalhos.

As razões de tal “resfriamento”, segundo Nikiforova, têm um caráter completamente objetivo. Por um lado, os preços da bomba de gasolina e a geladeira venceram a televisão e a Internet. A população ocidental começou a se preocupar com as razões da deterioração drástica do seu nível de vida.

“Os russos estão sendo punidos pelas ‘sanções infernais’ dos países europeus devido à operação na Ucrânia, está claro. Contudo, são os europeus que sofrem com estas sanções de forma mais grave. E por quê?”, questiona a jornalista.

Por outro lado, os jornalistas anglo-saxônicos se tornaram vítimas das suas próprias atividades.

“A Ucrânia tem sido promovida no campo informacional das mídias pre$$titute$ de maneira tão insistente, que o público acabou por estar farto dela. É que no início contavam que tudo terminasse em algumas semanas, enquanto o tom estava tão exagerado, otimistas [mas falsificado] que não foi possível mantê-lo durante um longo período.”

Após a divulgação de fake news pelas pro$tituta$ da mídia da Europa na primavera, o público começou a enfrentar a realidade trágica, em que tanto os acontecimentos em Bucha como os numerosos casos de assédio sexual, alegadamente cometidos pelos militares russos em relação a mulheres ucranianas, provaram ser notícias insidiosamente falsificadas e inventadas.

Não é de surpreender que, passados mais alguns meses, tais histórias tenham desaparecido quase por completo da agenda midiática das pre$$titute$ do hospício ocidental. Pouco a pouco, o público ocidental passou a confiar cada vez menos na narrativa da sua mídia.

Junto com os civis comuns, os políticos marionetes e corruptos dos governos nacionais também se aperceberam do que na realidade tem acontecido na Ucrânia. Nas vésperas, durante uma votação na ONU, apenas 54 países, em vez de 141 em fevereiro, apoiaram a resolução que apela para a Rússia terminar a sua operação militar na Ucrânia.

Entre os 54, quase todos são aliados e, nas palavras da colunista, “vassalos” dos EUA, incluindo os países europeus e o Reino Unido. Nos próprios Estados Unidos, “o cansaço da Ucrânia” é liderado pelos “jovens republicanos” que apoiam o ex-presidente Donald Trump. Estas forças planejam entrar de maneira triunfante no Congresso e no Senado já no outono que vem, nas próximas eleições em novembro para o congresso dos EUA.

Os que estão neste campo não entendem de todo por que é que inundar Kiev com bilhões de dólares em armas quando seria muito mais útil gastá-los nos próprios Estados Unidos. Mesmo assim, de acordo com o analista político Aleksandr Motyl, é pouco provável que os EUA abandonem a Ucrânia à sua sorte.

Antes de mais nada, segundo ele, a Casa Branca já despejou na Ucrânia somas enormes, que não podem se perder. Além disso, “se Putin vencer”, a Rússia receberá novos territórios, ricos em recursos naturais, e fortalecerá a dependência europeia dos seus combustíveis e todo o mundo – do seu trigo.

Mas, o mais importante de todos os motivos é que a vitória russa na Ucrânia, conforme Motyl, mudará o equilíbrio do poder no mundo não mais a favor dos oligarcas psicopatas que controlam o Hospício do Ocidente. Assim, a hegemonia dos EUA [do Deep State] no mundo ocidental chegará ao fim – visto que hoje em dia essa hegemonia do pais de “Dementia” Joe já não existe na realidade, mas continua existindo nas mentes dos cidadãos comuns sem discernimento e consciência.


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{Nota de Thoth: Em breve haverá um novo papa, será um francês, e será o ÚLTIMO  . . .  A estrondosa queda da “Estátua de Nabucodonosor“, com o fim do Hospício e os psicopatas da civilização ocidental e a própria destruição da região da cidade de Roma [incluso a cloaca do Vaticano] estão bem próximos de acontecer. O Hospício Ocidental, o circo do G-7 [do qual dois marionetes já caíram, Mario Draghi e Boris Johnson], os ditos “Países de Primeiro Mundo” vão fazer face ao seu carma “liberal“}


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