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‘The Great (Famine) Reset’: você não possuirá nada e morrerá de fome

“Você não possuirá [e não comerá] nada e será feliz.” Esta declaração confrontadora emana do Fórum Econômico Mundial (WEF), uma organização não-governamental criada em 1971 pelo psicopata judeu khazar Klaus Schwab, CEO do WEF. Ao que tudo indica, o WEF é a organização mais insidiosa do mundo. Por décadas, esteve no centro de reunir os oligarcas mais ricos e poderosos do planeta nos negócios e na política, tornando-se a força motriz do mundo, especialmente após o COVID-19.

The Great (Famine) Reset: você não possuirá nada e morrerá de fome

Fonte: The Epoch Times

Em julho de 2020, o Sr. Schwab foi co-autor e publicou um livro intitulado “COVID-19: The Great Reset”. Com esta publicação, procurou identificar as fragilidades do atual sistema econômico, que, segundo ele, foram expostas pela alegada pandemia.

O WEF do Sr. Schwab considerou a COVID-19 como uma “janela de oportunidade rara, mas estreita” para redefinir a economia global. Isso envolveria a eliminação das fronteiras nacionais e a remoção dos direitos de propriedade e, na verdade, de qualquer outro direito individual de todos nós, os camponeses.

No que talvez seja ainda mais notável, o “The GreaT Reset” também envolve a mudança dos seres humanos.

De acordo com o economista político e jornalista financeiro James Gorrie, um dos funcionários do WEF, outro demente, o professor, autor e ativista LGBTQ+, casado com outro homem, o também judeu khazar Yuval Noah Harari, principal ‘consultor’ de Schwab, declarou que a era do livre arbítrio das pessoas “acabou”, com os humanos sendo apenas “animais hackeaveis”.

Acima de tudo, o objetivo principal do “The Great Reset” é reestruturar o mundo inteiro em uma ditadura de cima para baixo governada pela oligarquia global e seus grandes e transnacionais conglomerados.

“As restrições e as medidas do COVID-19 para enfrentar as mudanças climáticas são pilares da iniciativa Great Reset destinada a refazer o capitalismo global, levando, em última análise, ao controle tirânico sobre as sociedades”diz o jornalista climático e assessor político formal Marc Morano.

Se há algo que o COVID-19 nos ensinou é que muitos governos, há tempos, não estão trabalhando para beneficiar seus povos.

Pelo contrário, esses políticos de governos estão seguindo o roteiro do “Grande Reset” do WEF, que “está ligado às mudanças climáticas e às políticas do “Green New Deal” impulsionadas [impostas] nos Estados Unidos, Europa e alguns outros países, bem como à agenda climática das Nações Unidas e iniciativa “Emissão Zero.”

Colocando em risco a segurança alimentar [intencionalmente] como desculpa para redução das emissões

Esses planos oligárquicos para comprometer a segurança alimentar e destruir os direitos de propriedade estão bem encaminhados em muitos países ao redor do globo especialmente na Europa. Tomemos, por exemplo, o exemplo da Holanda. Um país minúsculo em termos de terra e população, este país é, no entanto, o segundo maior exportador de alimentos do mundo.

E, no entanto, tudo isso está chegando ao fim devido a políticas governamentais que efetivamente os culpam por “altas emissões de gases de efeito estufa”, apesar da pequena nação contribuir com apenas 5,2% de todas as emissões da UE. Estima-se que até 3.000 agricultores possam ter que fechar suas fazendas produtivas naquele país vendendo-as ao governo.

Escrevendo para o The Spectator Australia, Xin Du comenta:

“As políticas holandesas são particularmente intrigantes, já que os agricultores holandeses estão entre os mais eficientes do mundo … um mundo que está ficando sem comida.”

Infelizmente, o governo holandês não está sozinho em atacar seus agricultores. Muitos países, incluindo Canadá, Alemanha e, este um caso especial para análise, Sri Lanka, estão seguindo uma agenda semelhante para minar o setor agrícola reduzindo o nitrogênio no meio ambiente em pelo menos 30%.

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Agricultores chegam para protesto no distrito governamental de Berlim, na Alemanha, numa terça-feira, 26 de novembro de 2019. (Foto: AP /Markus Schreiber)

Joshua Phillip, repórter investigativo e especialista reconhecido em guerra híbrida assimétrica, diz que “as políticas de redução de nitrogênio e as tendências de abandonar os fertilizantes químicos na maioria dos países do mundo levarão à escassez de alimentos, como aconteceu no Sri Lanka recentemente”.

Os alarmistas do aquecimento global afirmam que o óxido nitroso é um gás de efeito estufa, e devemos interromper a produção de carne para reduzi-lo. Este é apenas mais um golpe.

Nos Estados Unidos, os agricultores já não conseguem encontrar fertilizante químico de nitrogênio suficiente para cultivar suas plantações. A recomendação do WEF de “reconstruir melhor” foi adotada nos Estados Unidos como uma “política de mudança climática”.

Sob o [des]governo Biden, isso também levou ao colapso do atual sistema de energia para reduzir as emissões de dióxido de carbono. O Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) divulgou recentemente um relatório perturbador que essencialmente alerta o público americano sobre a inevitável escassez de alimentos.

A ameaça de escassez de alimentos naquele país é ainda agravada por políticas governamentais que resultam em aumento das taxas de juros, inflação de preços das commodities e excessiva regulamentação ambiental que, combinadas, criam gravíssimos problemas para os setores agrário e pecuário daquele país.

População global

É a propaganda do WEF de superpopulação e dano ambiental que leva os governos a implementar tais políticas insanas e precipitadas. Como isso afetará o abastecimento global de alimentos? Não muito bem, suspeitamos. Como reduzimos a demanda global por recursos e limitamos os danos ambientais?  Despovoando o mundo dos seres humanos, “comedores inúteis”, conforme declarou Yuval Harari do WEF.

Constantemente nos dizem que há pessoas demais neste planeta e que ele não pode sustentar a todos.

O WEF começou a implementar uma agenda de despovoamento dramático do mundo. Este tem sido o programa de longa data do Clube de Roma, um think-tank oligárquico, já desde 1972, quando seus membros estavam preocupados com os recursos globais e a superpopulação.

A renomada primatologista Jane Goodall disse  no WEF em 2020:

“Todas essas coisas [ambientais] de que falamos não seriam um problema se o mundo tivesse o tamanho da população de 500 anos atrás.”

Em 1600, estima-se que a população mundial fosse de 500 a 580 milhões. Isso significa 94% menos humanos no mundo! Devemos acreditar que a redução da população mundial para 500 milhões aliviará o meio ambiente da pressão sobre os recursos e danos ambientais.

Mas a redução da população humana pode ser feita e tem sido feita por meio de guerras, disseminação de pestes [com vírus geneticamente modificados em laboratórios, como o Covid].

Na Primeira Guerra Mundial, 21,5 milhões morreram, dos quais 13 milhões eram civis. As mortes de civis foram em grande parte causadas por fome, exposição, doenças, confrontos militares e massacres. Na Segunda Guerra Mundial, 40-50 milhões morreram, foi a maior de todas as guerras.

Depois houve os massacres dos comunistas. Por exemplo, os bolcheviques de Joseph Stalin mataram 40-60 milhões na antiga União Soviética, e o regime comunista de Mao Zedong matou 65-78 milhões na China.

Epoch Times Foto
Foto tirada em maio de 1962 mostrando refugiados chineses fazendo fila para obter uma refeição em Hong Kong. – Durante a fome causada pela política comunista de Mao “O Grande Salto Adiante”, entre 140.000 e 200.000 pessoas entraram ilegalmente em Hong Kong. (AFP via Getty Images)

A atual guerra na Ucrânia, juntamente com as sanções econômicas do Ocidente contra a Rússia, colocou a segurança alimentar do mundo em tremendo risco. Essas sanções visam punir a Rússia por sua invasão da Ucrânia. No entanto, eles estão causando um sério perigo à capacidade do mundo de se alimentar.

Na pior das hipóteses, diz Chris Barrett, economista agrícola da Cornell University, “vamos ver dezenas de milhões de pessoas passando fome repentinamente”.

Controle o dinheiro

Atualmente, estamos vivendo uma guerra assimétrica, algumas cinéticas (OTAN/Ucrânia vs. Rússia), mas principalmente uma guerra silenciosa onde a escassez de alimentos é projetada intencionalmente. Isso é conseguido com o fechamento da produção, expulsando os agricultores das suas terras, proibindo a exportação de animais vivos, disseminando vírus entre a produção de animais (gripe aviária H5N1) e interrompendo as linhas de abastecimento, como vimos nos anos da “pandemia”.

Mas provavelmente o maior causador da fome não é nenhuma das opções acima. É a oferta de moeda e o custo e oferta de crédito. Controle o suprimento de comida e você controlará as pessoas. Mas controle o suprimento de dinheiro e você controlará o mundo inteiro.

É claro que controlar a oferta monetária também afeta diretamente a produção e a oferta de alimentos.

Nem é preciso dizer que, desde 2008, o Federal Reserve dos EUA, que domina as finanças do ocidente, vem “imprimindo dinheiro” como nunca antes. Atualmente, o valor já é 2,3 vezes maior (na mesma cotação do dólar) do que foi “impresso” durante e após a Segunda Guerra Mundial. E não há sinal de que vai parar.

Como o dólar americano é a moeda de reserva global, o resultado será uma hiperinflação e/ou um colapso econômico global total, é uma questão de tempo. De qualquer maneira, não importa; a fome global vai acelerar. É inevitável. Precisamos acordar para as táticas dos oligarcas globais e resistir a todos os esforços para nos impor seus nefastos objetivos.

Devemos parar também a agenda de despovoamento acordado e pôr fim à agenda neofascista ímpia, transgênero, LGBTQ+, transhumanista, etc… do WEF antes que seja tarde demais. Caso contrário, parafraseando a declaração do WEF, “você não possuirá nada e morrerá de fome“!

As opiniões expressas neste artigo são as opiniões do autor e não refletem necessariamente as opiniões do Epoch Times.


“O indivíduo é deficiente mentalmente [os zumbis], por ficar cara a cara, com uma conspiração tão monstruosa, que nem acredita que ela exista. A mente americana [humana] simplesmente não se deu conta do mal que foi introduzido em seu meio. . . Ela rejeita até mesmo a suposição de que as [algumas] criaturas humanas possam adotar uma filosofia, que deve, em última instância, destruir tudo o que é bom, verdadeiro e decente”.  – Diretor do FBI J. Edgar Hoover, em 1956.

A estátua do sonho de Nabucodonosor, um símbolo daquilo que a humanidade construiria na Terra. Os dias de insanidade da atualidade estão contados, muito em breve, a “Grande Prostituta”, a cidade de Roma será varrida da face da Terra PELO IMPACTO DE UM METEORO/ASTEROIDE, dando início a derrota completa dos servidores das trevas e o fim de seus planos nefastos para o controle do planeta.


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