Brasil envia primeiro carregamento de milho para China – EUA estão perdendo seu domínio no comércio de Commodities?

Neste momento, mais de 20 navios graneleiros carregados com milho dos EUA estão a caminho da China, que continua a depender forte e quase exclusivamente de nossos próprios estados do meio-oeste para seu abastecimento de milho. O primeiro navio carregado com milho brasileiro, no entanto, também  acabou de chegar a Cingapura para ser transferido para a China – o que pode indicar uma mudança nos fluxos comerciais globais desta importante commoditie.

Brasil envia primeiro carregamento de milho para China – EUA estão perdendo seu domínio no comércio de Commodities?

Fonte: Natural News

Nunca o milho brasileiro foi comprado pela China, apesar do gigante sulamericano ser o segundo maior exportador mundial de milho. Os EUA ainda são o líder global nas exportações e na produção de milho, mas alguns especulam que esse pode não ser o caso nos próximos anos, já que as economias asiáticas em expansão dependem cada vez mais da América do Sul para commodities alimentares.

Os 10 países que mais produzem milho:

  • EUA. 383 milhões de toneladas. …
  • China. 272 milhões de toneladas. …
  • Brasil. 115 milhões de toneladas.
  • União Europeia (UE) 69 milhões de toneladas. …
  • Argentina. 54 milhões de toneladas. …
  • Ucrânia. 42 milhões de toneladas. …
  • Índia. 30 milhões de toneladas. …
  • México. 27 milhões de toneladas.

O Star Isis, como é chamado o graneleiro do Brasil, acaba de entregar 68.000 toneladas de grãos para a trader chinesa Cofco Corp. e substituir suprimentos da Ucrânia cortados pela invasão russa, de acordo com a Bloomberg .

O revigorado interesse chinês no milho brasileiro pode resultar em um aumento ainda maior de compras nesse próximo ano, de acordo com a Associação Nacional dos Exportadores de Grãos do Brasil. Esta é uma má notícia para os EUA, que já estão lutando para manter seus fluxos comerciais em um estado saudável em meio a cadeias de suprimentos enfraquecidas e outros problemas persistentes. 

(Relacionado: Em 2017, o Brasil ameaçou recusar todas as importações de safras dos EUA por estarem contaminadas com organismos geneticamente modificados [OGMs].)

A diminuição do domínio comercial dos EUA é uma ferida auto-infligida

Dizem-nos que ainda demorará um pouco para o Brasil ameaçar substancialmente o domínio dos EUA no mercado agrícola chinês, mesmo que ocorram mais embarques de milho em 2023. O rumo que as coisas estão tomando, porém, apontam para uma mudança em que os países dominam o comércio mundial nos próximos anos.

Durante anos, o Brasil tem sido uma potência na produção de soja, dominando essa commodity em particular. Agora, porém, está de olho na produção e exportação de milho.

“O Brasil tem uma capacidade de produção agrícola incrível”, disse Collin Watters, diretor de exportação e logística da Illinois Corn Marketing Board e da Illinois Corn Growers Association. “Precisamos estar atentos a isso. É algo que certamente está no nosso radar.”

Em outubro, o Brasil estava entrando na fase final de plantio de sua primeira das incríveis três safras de milho do ano civil. A segunda safra, chamada de “safrinha”, acontecerá neste mês de janeiro.

“A estimativa mais alta de produção da Companhia Nacional de Abastecimento do Brasil, que atende pela sigla em português de CONAB, para todo o plantio para 2022-23 é de 55 milhões de acres” [ 22.257.700 hectares], informou a AgriPulse . “Isso representa um aumento de 4% em relação a 2021, e a produção total deve atingir cerca de 5 bilhões de bushels [unidade de medida imperial que em volume significa 1 bushel = 35,24 litros] – um aumento de 10%.”

“O aumento é ainda mais impressionante quando colocado em contexto. Os agricultores brasileiros produziram cerca de 3,2 bilhões de alqueires de milho há uma década para o ano comercial de 2013-14, o que significa que o país aumentou a produção em 63% apenas nos últimos 10 anos.”

Nos comentários, alguém apontou que quando os EUA “roubaram o dinheiro da Rússia, eles mataram o dólar”, fornecendo mais informações sobre a mudança na agricultura que não estamos testemunhando.

“A China e o Brasil podem negociar na moeda dos países dos BRICS e contornar o risco do dólar”, acrescentou essa pessoa.

Outro escreveu que os EUA não fazem parte do BRICS, da SCO, da EAEU, da ASEAN ou do Cinturão e Rota, então “o que os EUA acham que vai acontecer?”

“Estamos entrando em um evento de fome de cinco anos devido à escassez de fertilizantes”, respondeu outro, oferecendo uma visão ameaçadora do futuro. “Os EUA terão todos os clientes que quiserem.”

Mais cobertura de notícias relacionadas sobre o declínio do domínio dos EUA nos assuntos mundiais pode ser encontrada em Collapse.news .

As fontes para este artigo incluem: ZeroHedge.comNaturalNews.comAgri-Pulse.com


A estátua do sonho de Nabucodonosor, um símbolo daquilo que a humanidade construiria na Terra. Os dias de insanidade da atualidade estão contados, muito em breve, a “Grande Prostituta”, a cidade de Roma será varrida da face da Terra, dando início a derrota completa dos servidores das trevas e o fim de seus planos nefastos para o controle do planeta. Em 2023 o Brasil terá um papel decisivo na guerra entre a Luz e as trevas.


Saiba mais, leitura adicional:

Permitida a reprodução, desde que mantido no formato original e mencione as fontes.

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