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Rússia reescreve a ‘Arte da Guerra’ (híbrida) na Ucrânia

Posted by on 22/05/2022

A “narrativa” fictícia inflexível e doentia dos psicopatas do hospício ocidental imposta em toda a OTAN é de que a Ucrânia está “vencendo a Rússia”. Então, por que o vendedor de armas do Complexo Industrial Militar que se transformou no chefe do Pentágono LloydRaytheonAustin literalmente implorou desde o final de fevereiro para que os seus telefonemas fossem atendidos pelo ministro da Defesa russo Shoigu, apenas para ter seu desejo finalmente atendido na semana passada?

A Guerra Híbrida está sendo travada predominantemente no campo de batalha econômico e financeiro – e a dor para o Ocidente coletivo só aumentará…

Fonte: The Unz Review

Agora foi confirmado por uma das minhas principais fontes de inteligência. A ligação foi uma consequência direta do pânico de Satânia. O governo dos Estados Unidos (USG) quer por todos os meios acabar com a detalhada investigação russa –  com acúmulo de evidências  – sobre os laboratórios de armas biológicas dos EUA na Ucrânia, como descrevi em uma  coluna anterior .

Esse telefonema aconteceu exatamente após uma declaração oficial da Rússia ao Conselho de Segurança da ONU em 13 de maio [uma data muito significativa]: usaremos os artigos 5 e 6 da Convenção sobre a Proibição de Armas Biológicas para investigar os “experimentos” biológicos do Pentágono [EUA] na Ucrânia.

Isso foi reiterado pelo subsecretário-geral da ONU encarregado do desarmamento, Thomas Markram, mesmo que todos os embaixadores dos países membros da OTAN tenham negado as evidências coletadas como, é claro, “desinformação russa”.

Os Estados Unidos têm VÁRIOS laboratórios de armas biológicas (militares) na Ucrânia. Eles NÃO são administrados pela China ou Rússia, mas SOMENTE pelos EUA. Por que você acha que nada disso foi mencionado por senil Joe, Kamala joker, POSaki ou qualquer pessoa desse [des]governo? Todos eles tinham filhos empregados na Ucrânia. Hmmm. Por que foi isso?

Shoigu podia ver o chamado de LloydRaytheonAustin chegando eras atrás. A Reuters, pre$$titute$ apenas citando o proverbial “funcionário do Pentágono”, disse que a chamada telefônica de uma hora com Shoigu de duração não levou a nada. E um absurdo. Austin, de acordo com os americanos, exigiu um “cessar-fogo” – o que deve ter originado um sorriso de gato siberiano no rosto de Shoigu.

Shoigu sabe exatamente para que lado o vento está soprando no solo – tanto para as Forças Armadas Ucranianas quanto para os Nazistas nas suas forças armadas. Não é apenas o desastre de Azovstal, o controle total de Mariupol e do Mar de Azov pelos russos – é o colapso geral do exército de Kiev .

Após a queda de Popasnaya – a fortaleza ucraniana crucial e mais fortificada em Donbass – os russos e as forças de Donetsk/Luhansk romperam as defesas ao longo de quatro vetores diferentes ao norte, noroeste, oeste e sul. O que resta da frente ucraniana está desmoronando – rápido, com um caldeirão maciço subdividido em um labirinto de minicaldeirões: um desastre militar [que Satânia não pode parar e que a sua máquina de propaganda pre$$titute$ ocidental não tem mais como esconder].

Agora, paralelamente, também podemos esperar a exposição total – em overdrive – do esquema, agora não mais secreto, de desenvolvimento de armas biológicas do Pentágono. A única “oferta irrecusável” deixada aos psicopatas de Washington DC seria apresentar algo tangível aos russos para evitar uma investigação completa dos laboratórios biológicos da Ucrânia financiados pelo Depto de Defesa dos EUA [DoD].

Isso não vai acontecer. Moscou está plenamente ciente de que tornar público o trabalho ilegal em armas biológicas proibidas é uma ameaça existencial ao Deep State dos EUA. Especialmente quando documentos apreendidos pelos russos mostram que a Big Pharma – via Pfizer, Moderna, Merck e Gilead – esteve envolvida em vários “experimentos”. Expor totalmente todo o satânico labirinto, desde o início, era um dos objetivos declarados de Putin.

Mais “medidas técnico-militares”?

Três dias após a apresentação na ONU, a diretoria do Ministério das Relações Exteriores da Rússia realizou uma sessão especial para discutir

“… As realidades geopolíticas radicalmente alteradas que se desenvolveram como resultado da guerra híbrida contra nosso país desencadeada pelo Ocidente – sob o pretexto da situação na Ucrânia – sem precedentes em escala e ferocidade, incluindo o renascimento na Europa de uma visão de mundo racista na forma de russofobia das cavernas, um caminho aberto para a ‘abolição’ da Rússia e [a destruição] de tudo que é russo”.

Portanto, não é de admirar que “o curso revisionista agressivo do Ocidente exija uma revisão radical das relações da Rússia com Estados hostis”. Devemos esperar que “uma nova edição do Conceito de Política Externa da Federação Russa” seja lançada em breve.

Este novo conceito de política externa elaborará o que o ministro das Relações Exteriores Sergey Lavrov mais uma vez enfatizou em uma reunião em homenagem à 30ª Assembleia do Conselho de Política Externa e de Defesa da Rússia: os EUA declararam uma guerra híbrida total à Rússia. A única coisa que falta, tal como está, é uma declaração formal de guerra.

Além da névoa de desinformação que encobre a candidatura da Finlândia e da Suécia – chame-os de os “patetas nórdicos” – para ingressar na OTAN, o que realmente importa é outro exemplo de declaração de guerra: a perspectiva de mísseis com ogivas nucleares estacionados bem perto das fronteiras russas. Moscou já avisou aos finlandeses e suecos, educadamente, que isso seria tratado por meio de “medidas técnico-militares”. Isso é exatamente o que Washington – e asseclas da OTAN – foram informados que aconteceria antes do início da Operação Z.

E é claro que isso é muito mais profundo, envolvendo também a Romênia e a Polônia. Bucareste já tem lançadores de mísseis Aegis Ashore capazes de enviar mísseis Tomahawks com ogivas nucleares na Rússia, enquanto Varsóvia está recebendo os mesmos sistemas. Para ir direto ao ponto, se não houver desescalada, todos eles acabarão recebendo o cartão de visita do míssil hipersônico nuclear Khinzal e/ou Sarmat.

Os mísseis hipersônicos alcançam de Mach 5 a Mach 10 – ou seja, voam de cinco a dez vezes mais rápido do que o som. O tipo usado pela Rússia para destruir o depósito de Deliatyn é um “Kinzhal” (“adaga” em russo), de oito metros de comprimento. Segundo algumas fontes, esse foguete alcança 6 mil quilômetros por hora, o que seria Mach 5, outros lhe atribuem velocidade Mach 9 ou até Mach 10. Seja como for, é rápido. Tanto, que “a pressão do ar na frente da arma forma uma nuvem de plasma que absorve ondas de rádio”, explicam os peritos armamentistas do website americano Military.com. Isso dificulta muito a detecção dos “Kinzhal” e outras armas hipersônicas por sistemas de radar.

Enquanto isso, a Turquia, membro da OTAN, joga um jogo hábil, emitindo sua própria lista de exigências antes mesmo de considerar a aposta dos nórdicos para entrar na OTAN. Ancara não quer mais sanções sobre a compra dos sistemas de mísseis russos S-400 e ainda por cima quer ser reincluída no programa de compras do caça F-35. Será fascinante ver o que a Voz de Seu Mestre fará para seduzir o Sultão Erdogan. Os nórdicos se engajaram em uma “postura clara e inequívoca” de autocorreção contra o PKK e o PYD [curdos] claramente não é suficiente para o sultão, que gostou ainda mais de turvar as águas ao enfatizar que a compra de energia [gás e petróleo] russa é uma questão “estratégica” para a Turquia.

Contrabalançando o Shock’n Awe financeiro

Até agora está evidentemente claro que a Operação Z de final aberto visa o poder hegemônico unipolar dos psicopatas em Washington DC e Londres, a expansão infinita da OTAN vassalada com os seus lacaios europeus e a arquitetura financeira do mundo – uma combinação entrelaçada que transcende amplamente o campo de batalha da Ucrânia.

A histeria em série dos pacotes de sanções do fértil hospício ocidental [Satânia] acabou desencadeando os movimentos de sancões contra-financeiras, econômicas, diplomáticas, etc da Rússia, até agora bastante bem-sucedidos. A Guerra Híbrida está sendo travada predominantemente no campo de batalha econômico-financeiro – e a dor para o Ocidente coletivo só aumentará: inflação, preços mais altos das commodities, colapso das cadeias de suprimentos, explosão do custo de vida, empobrecimento da classe média e, infelizmente, para grandes áreas do Sul Global, pobreza absoluta e fome.

Em um futuro próximo, à medida que as evidências internas surgirem, será feito um caso convincente de que a liderança russa até jogou a aposta financeira ocidental / roubo flagrante de mais de US$ 300 bilhões das reservas russas.

Isso implica que já anos atrás – digamos, pelo menos a partir de 2016, com base nas análises de Sergey Glazyev – o Kremlin sabia que isso aconteceria inevitavelmente. Como a confiança continua a ser uma base rígida de um sistema monetário, a liderança russa pode ter calculado que os americanos e seus vassalos e lacaios europeus [Satânia], movidos pela russofobia cega, jogariam todas as suas cartas de uma só vez quando a pressão chegasse – demolindo totalmente a confiança global em “seu” sistema.

Por causa dos infinitos recursos naturais da Rússia, da paciência russa, o Kremlin pode ter considerado que a nação acabaria por sobreviver ao choque financeiro – e até lucrar com isso (incluindo a valorização do rublo). A recompensa é muito doce: abrir o caminho para “The Doomed Dollar” – sem ter que pedir ao Sr. Sarmat para apresentar seu cartão de visita nuclear.

A Rússia poderia até cogitar a hipótese de obter um retorno poderoso desses fundos roubados. Uma grande quantidade de ativos ocidentais – totalizando até US$ 500 bilhões – pode ser nacionalizada se o Kremlin assim o desejar [Como a Rússia se apossou de centenas de (360 aeronaves) aviões alugados em resposta a sanções do Ocidente]

Assim, a Rússia está ganhando não apenas militarmente, mas também em grande medida geopolítica – 88% do planeta não se alinha com a histeria da OTAN/Satânia/DeepState/Khazares/Rothschild et caterva – e, claro, na esfera econômica/financeira.

Este é, de fato, o principal campo de batalha da Guerra Híbrida, onde o Ocidente coletivo está sendo posto em xeque-mate. Um dos próximos passos-chave será um BRICS expandido   coordenando sua estratégia de contornar o dólar.

Nenhum dos itens acima deve ofuscar as repercussões interconectadas ainda a serem medidas da rendição em massa dos neonazistas Azov na Central Nazista em Azovstal.

A mítica “narrativa” ocidental sobre heróis da luta pela liberdade da Ucrânia, imposta desde fevereiro pela mídia pre$$titute$ da OTAN, entrou em colapso com um único golpe. A dica para o silêncio estrondoso em toda a frente de guerra da informação ocidental, onde nenhum vira-lata tentou cantar aquela música ruim e “vencedora” do festival Eurovision.

O que aconteceu, em essência, é que a creme de la creme dos neonazistas treinados pela OTAN, “aconselhados” pelos principais especialistas ocidentais, armados até a morte, entrincheirados em profundos bunkers antinucleares de concreto nas entranhas de Azovstal, foi pulverizado ou forçados a se render como ratos encurralados.

Novorossiya como um divisor de águas

O Estado-Maior russo ajustará suas táticas para o grande acompanhamento no Donbass – enquanto os melhores analistas e correspondentes de guerra russos debatem incessantemente. Eles terão que enfrentar um problema inescapável: por mais que os russos esmaguem metodicamente o – desagregado – exército ucraniano em Donbass, um novo exército da OTAN está sendo treinado e armado no oeste da Ucrânia.

Portanto, existe um perigo real de que, dependendo dos objetivos finais de longo prazo da Operação Z – que são compartilhados apenas pela liderança militar russa – Moscou corra o risco de encontrar, em poucos meses, uma encarnação móvel e melhor armada dos desmoralizados exército que agora está destruindo. E é exatamente isso que os americanos querem dizer com “enfraquecimento” da Rússia.

Tal como está, há várias razões pelas quais uma nova realidade da Novorossiya pode vir a ser um divisor de águas positivo para a Rússia. Entre eles:

  1. O complexo econômico/logístico de Kharkov a Odessa – ao longo de Donetsk, Luhansk, Dnepropetrovsk, Zaporozhye, Kherson, Nikolaev – está intimamente ligado à indústria russa.
  2. Ao controlar o Mar de Azov – já um “lago russo” de fato – e, posteriormente, o Mar Negro, a Rússia terá controle total das rotas de exportação para a produção de grãos de classe mundial da região. Bônus extra: exclusão total da OTAN da região.
  3. Todos os itens acima sugerem um esforço conjunto para o desenvolvimento de um complexo integrado  de agroindústrias pesadas  – com o bônus extra de um potencial turístico sério.

Sob este cenário, uma Ucrânia remanescente de Kiev-Lviv no oeste, não incorporada à Rússia e, claro, não militarizada, seria na melhor das hipóteses submetida a uma zona de exclusão aérea mais ataques de artilharia/mísseis/drones selecionados caso a OTAN continue a ter ideias engraçadas e estúpidas.

Esta seria uma conclusão lógica para uma Operação Militar Especial focada em ataques de precisão com mísseis hipersônicos e uma ênfase deliberada em poupar vidas civis e infraestrutura enquanto desabilita metódica e sistematicamente o espectro militar/logístico nazista/judeu khazar ucraniano. Tudo isso leva tempo. 

No entanto, com muita paciência a Rússia pode ter todo o tempo do mundo, pois todos continuamos ouvindo a estridência e os latidos do som do Hospício do Ocidente coletivo em espiral decadente.


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“O indivíduo é deficiente mentalmente [os zumbis], por ficar cara a cara, com uma conspiração tão monstruosa, que nem acredita que ela exista. A mente americana [humana] simplesmente não se deu conta do mal que foi introduzido em seu meio. . . Ela rejeita até mesmo a suposição de que as [algumas] criaturas humanas possam adotar uma filosofia, que deve, em última instância, destruir tudo o que é bom, verdadeiro e decente”.  – Diretor do FBI J. Edgar Hoover, em 1956


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