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Morte (a real) de Osama Bin Laden foi em dezembro de 2001

Posted by on 30/10/2014

Opinião: A MORTE de Osama Bin Laden em DEZEMBRO de 2001 !!!

Osama bin Laden está morto. A primeira notícia veio de fontes no Afeganistão e Paquistão quase seis (EM JANEIRO DE 2002) meses atrás: o fugitivo morreu em dezembro DE 2001 e foi sepultado nas montanhas do sudeste do Afeganistão. O presidente do Paquistão, Pervez Musharraf(1), ecoou as informações. Os remanescentes do grupo de Osama, no entanto, na sua maioria permaneceu em silêncio, seja para manter o “fantasma” de Osama ainda vivo ou porque não têm os meios de comunicação.

O próprio conceito de verdade objetiva está desaparecendo do mundo. As mentiras passarão para a história em substituição à verdade.  George Orwell

Tradução, edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

New York Times ArticlesNotícia publicada ORIGINALMENTE em  11 de julho de 2002  no JORNAL “THE NEW YORK TIMES”, nos EUA

Fonte: http://www.nytimes.com/2002/07/11/opinion/the-death-of-bin-ladenism.html?pagewanted=print&src=p

Por Amir Taheri : Osama bin Laden está morto. A primeira notícia veio de fontes no Afeganistão e Paquistão quase seis (EM JANEIRO DE 2002) meses atrás: o fugitivo morreu em dezembro DE 2001 e foi sepultado nas montanhas do sudeste do Afeganistão. O presidente do Paquistão, Pervez Musharraf(1), ecoou as informações. Os remanescentes do grupo de Osama, no entanto, na sua maioria permaneceu em silêncio, seja para manter o “fantasma” de Osama ainda vivo ou porque não têm os meios de comunicação.

Com um ego do tamanho do Monte Everest, Osama bin Laden não teria, não poderia ter, permanecido em silêncio por tanto tempo se ele ainda estivesse vivo (n.T. e isso já em JULHO DE 2002). Ele sempre gostou de tomar o crédito para si, mesmo de coisas que ele não tinha nada a ver com isso. Será que ele permaneceria em silêncio por nove meses e não trombetearia a sua própria existência e/ou sobrevivência? 

Pervez Musharraf, mais um marionete nas mãos da elite da Nova Ordem Mundial-NWO.

Mesmo que ele ainda esteja vivo no mundo, os adeptos do Bin Ladenismo  o deixaram para sempre. Bin Laden foi a face pública de uma marca da política, que cometeu suicídio em Nova York e Washington em 11 de setembro de 2001, matando milhares de pessoas inocentes no processo.  Quais foram os principais elementos chave dessa política?

O primeiro foi uma má interpretação cínica do Islã, que começou há décadas com essa ideologia anti-ocidental como Maulana Maudoodi do Paquistão e Sayyid Qutb do Egito. Embora o Sr. Qutb e o Sr. Maudoodi não fossem pensadores sérios, e que poderiam ao menos oferecer uma ideologia coerente com base em uma leitura restrita dos textos islâmicos. Suas idéias sobre a barbárie ocidental e o renascimento muçulmano, destilada para os seguidores do bin Ladenismo, tornaram-se meros slogans destinados a incitar os fanáticos (N.T. – e eles sempre existem e parecem ser a maioria) ao assassinato.

Pessoas como o Sr. Maudoodi e Sr. Qutb conseguiam pegar a bola da vez e correr em grande parte porque a maioria dos intelectuais muçulmanos de sua geração (e posterior) não tinha interesse em dar continuidade ao trabalho de filósofos muçulmanos. Nossos intelectuais estavam ocupados demais aprendendo ideologias ocidentais de uma forma ou de outra – e eles deixaram as massas recém-urbanizadas de muçulmanos com as idéias e ideais meio-assadas de homens como o Sr. Maudoodi e Qutb e, eventualmente, do Sr. Osama Bin Laden.

Agora, porém, muitos intelectuais muçulmanos estão voltando para casa, por assim dizer. Eles estão a redescobrir a herança filosófica do Islã e os desafios do pensamento político islâmico. E o Maudoodi-Qutbism está agora a ser visto como uma versão pseudo-islâmica do fascismo ocidental. 

Enquanto isso… já se passaram onze anos e Osama Bin Laden morreu de novo ao ser “morto” em um pseudo ataque de forças especiais dos EUA em Abotabad, agora em 01 de maio de 2013.

O segundo elemento que fez de Bin Laden era possível ganhar dinheiro fácil, em grande parte de indivíduos ricos na área do Golfo Pérsico, que acreditavam que eles estavam comprando um lugar no futuro, protegendo-se contra a oposição política no mundo. Alguns pagaram porque acreditavam que eles estavam ajudando os muçulmanos pobres e oprimidos. Outros militantes foram pagos, pois assim que eles saiam dos seus países e gastavam suas energias longe de casa.

Esse dinheiro fácil não está mais disponível, pelo menos não em grandes quantidades. Muitos doadores perceberam que estavam a financiar os terroristas. Alguns foram forçados a escolher entre o Ocidente, onde eles têm a maior parte de sua riqueza, e os mujahedin troglodita das montanhas da Cordilheira do Hindu Kush.

O terceiro elemento  que fez o terror do bin Ladenismo possível foi o incentivo, ou pelo menos atitude complacente, de vários governos. O Taliban, no Afeganistão começou hospedando Bin Laden e acabou tornando-se seus companheiros de vida e morte. Os paquistaneses também foram favoráveis porque queriam dominar o Afeganistão e tornar a vida difícil para os hindus através do envio de guerreiros sagrados para a Caxemira, o território em disputa com o Paquistão. 

O governo sudanês foi simpático, se não apoiou realmente, e ofereceu, pelo menos, um porto seguro. Este também foi o caso no Iêmen, onde em novembro de 2000 eu acidentalmente encontrei uma multidão de militantes da Al Qaeda que tinham voado de Portugal para uma reunião.

Sabemos agora que as células-Al Qaeda operavam, muitas vezes de forma bastante aberta, em países muçulmanos da Indonésia e da Malásia para o Marrocos e Tunísia, sem serem incomodados por ninguém. A queda do regime talibã, a gangue já não tem uma base segura. Todos os outros países também estão fechados e, em alguns casos, até mesmo hostis. 

A lavagem cerebral das massas continua… 

O quarto elemento era a prática errada de muitas potências ocidentais, que abrigaram os terroristas em nome da
liberdade de expressão e de oposição. Agora sabemos que Londres era um refúgio essencial para a Al-Qaeda. O assassinato do líder da resistência afegã Ahmed Shah Massoud foi planejado, em Londres. A Al Qaeda operava na Alemanha, Holanda, Bélgica, França, Espanha e Itália, sem restrições significativas.

O quinto elemento que fez o bin Ladenismo possível era que o Ocidente, especialmente a América, era uma fraqueza percebida se não a covardia real.Uma piada que circulava por aí entre os círculos dos militantes islâmicos até o ano passado (2001) era de que a única coisa que os americanos fariam se fossem atacados seria de processá-los. Essa percepção não existe mais. Os norte-americanos, apoiados por uma das maiores coligações da história, têm mostrado que eles vão usar a força contra seus inimigos, mesmo que isso signifique uma guerra longa e difícil.

O sexto elemento do movimento bin Ladenismo foi a ilusão, na maioria das nações ocidentais, de que elas pudessem de algum modo não serem afetadas pela violência desencadeada pelos terroristas fanáticos contra tantas nações muçulmanas desde a Indonésia até a Argélia.

O Sr. Osama Bin Laden poderia sobreviver e prosperar apenas em um mundo em que estes elementos existiam. Agora esse mundo se foi. O fantasma de Bin Laden pode se prolongar – talvez porque Washington e Islamabad vai percebê-lo COMO AINDA útil. O partido do presidente Bush tem uma eleição crucial para ganhar e Pervez Musharraf está empenhado em manter o Paquistão no centro das atenções tanto tempo quanto possível.

Mas a verdade é que Osama bin Laden está morto. (ISSO foi publicado em  DEZEMBRO DE 2001!!!! e pelo The New York Times, e a notícia é verdadeira)

(1) Nota do Tradutor: Pervez Musharraf, em urdu پرويز مشرف, (Délhi, 11 de agosto de 1943) é general do exército e político paquistanês. Foi chefe executivo de seu país, cargo que ocupou desde 12 de outubro de 1999, depois de um golpe de estado contra o governo  constitucionalmente eleito de Nawaz Sharif. Em 2001 se auto nomeou presidente do Paquistão. Em 18 de agosto de 2008 renunciou ao seu cargo, depois de uma campanha pelo seu impeachment ter sido lançada pelos partidos de oposição. Politicamente, pode ser definido como um ditador, pois assumiu de 1999 até 2007, total controle sobre o país.

É um aliado dos Estados Unidos na região e foi considerado por George W. Bush seu principal aliado no combate ao terrorismo. Em 3 de novembro de 2007, Pervez Musharraf decretou estado de emergência no país, suspendendo os direitos constitucionais, colocando as forças armadas nas ruas e prendendo o presidente do poder legislativo. É o atual governante do Paquistão e um grande marionete dos EUA e por conseqüência, MAIS UM instrumento nas mãos da elite que quer implantar a NWO-Nova Ordem Mundial no planeta) 

Enquanto isso… O buraco (da ignorância) cresce para caber mais gente.

Os americanos estão no seu momento mais vulnerável
Eles são vulneráveis porque são preguiçosos mentalmente;
Eles são preguiçosos mentalmente porque são ingênuos;
Eles são ingênuos, porque eles são ignorantes
Eles são ignorantes porque são desinformados deliberadamente
Eles são desinformados deliberadamente porque acreditam em seu governo e mídia nacional !!!  

Assim como todos os demais povos do planeta Terra…

Permitida a reprodução, desde que mantido no formato original e mencione as fontes.

www.thoth3126.com.br

6 Responses to Morte (a real) de Osama Bin Laden foi em dezembro de 2001

  1. Mauro Ribeiro

    cada dia um texto surpreendente!! Obrigado!! Saudações na Luz

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